Diz uma lenda referente à pintura da Santa Ceia, ou “Última Ceia de Jesus com seus Apóstolos”. Ao conceber este quadro, Leonardo Da Vinci deparou-se com uma grande dificuldade: precisava pintar o bem, na imagem de Jesus e o mal, na figura de Judas, o amigo que resolvera traí-lo durante o jantar. Interrompeu o trabalho no meio, até que conseguisse encontrar os modelos ideais.
Certo dia, enquanto assistia um coral, viu em um dos cantores a imagem perfeita de Cristo. Convidou-o para ir ao seu ateliê, e reproduziu seus traços em estudos e esboços.
Passaram-se três anos. A “Última Ceia” estava quase pronta, mas, Da Vinci ainda não havia encontrado o modelo ideal de Judas. O cardeal, responsável pela Igreja, começou a pressioná-lo, exigindo que terminasse logo o mural.
Depois de muitos dias procurando, o pintor finalmente encontrou um jovem prematuramente envelhecido, bêbado, esfarrapado, atirado na sarjeta. Imediatamente pediu aos seus assistentes para que o levassem até a Igreja.
Da Vinci, copiava as linhas da impiedade, do pecado, do egoísmo, tão bem delineadas na face do mendigo que mal conseguia parar em pé.
Quando terminou, o jovem, já um pouco refeito da bebedeira, abriu os olhos e notou a pintura à sua frente, e disse, numa mistura de espanto e tristeza:
- Eu já vi este quadro antes!
- Quando? – perguntou um surpreso Da Vinci.
- Há três anos, antes de eu perder tudo que tinha. Numa época em que eu cantava num coro, tinha uma vida cheia de sonhos e o artista me convidou para posar como modelo para a face de Jesus.
“O Bem e o Mal têm a mesma face; tudo depende apenas da época em que cruzam o caminho de cada ser humano”.
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Por que Deus enviou Seu Filho?
Alguém perguntou por que é que Deus enviou o Seu Filho Jesus ao mundo? Será que temos respostas para esta pergunta?
Para responder a esta pergunta, seria preciso conhecer os planos de Deus. Mas somos tão limitados que não conseguimos expressar opiniões objetivas sobre Deus e as realidades divinas.
Não devemos ter a pretensão de conhecer os segredos e os planos de Deus. Ele não irá satisfazer as nossas curiosidades humanas.
O que Deus deseja é que saibamos como é grande e belo o seu amor por nós. Que tenhamos a certeza que é verdade, porque as Sagradas Escrituras, a Bíblia, são um verdadeiro poema de amor de Deus para com a humanidade.
Antes de enviar o Seu Filho, Deus enviou muitos outros mensageiros ao mundo. O primeiro a quem falou foi a Abraão, que deu início a um grande povo. Depois, foi enviando muitos profetas ao longo dos séculos.
O grande profeta foi Moisés, a quem Deus escolheu para conduzir o seu povo do Egito para a libertação. Por meio de Moisés que realizou com o povo de Israel uma aliança de amor: “Exodo 19, 5”.
E foi alimentando no povo escolhido a esperança na vinda do Messias. Depois, após várias profecias nasceu Jesus, o enviado do Deus Pai.
E por que é que enviou precisamente o seu Filho? Podemos imaginar que, a certo momento, Deus teria dito a si próprio: “Os homens ainda não entenderam como Eu os amo. Enviei-lhes profetas e não os escutaram e até mataram alguns. Irei agora enviar-lhes o meu próprio Filho, o meu filho amado. Talvez O escutarão. Eu estarei com Ele e não O abandonarei”.
E foi assim que Jesus, Filho único de Deus, nasceu da Virgem Maria. Felizes os que não andam no mundo sem rumo, mas caminham com Jesus vivo e ressuscitado, em quem encontram razões para viver na fé, na esperança e na alegria.
Foi para a nossa salvação que Deus nos enviou Jesus.
Louvado seja Deus!
Para responder a esta pergunta, seria preciso conhecer os planos de Deus. Mas somos tão limitados que não conseguimos expressar opiniões objetivas sobre Deus e as realidades divinas.
Não devemos ter a pretensão de conhecer os segredos e os planos de Deus. Ele não irá satisfazer as nossas curiosidades humanas.
O que Deus deseja é que saibamos como é grande e belo o seu amor por nós. Que tenhamos a certeza que é verdade, porque as Sagradas Escrituras, a Bíblia, são um verdadeiro poema de amor de Deus para com a humanidade.
Antes de enviar o Seu Filho, Deus enviou muitos outros mensageiros ao mundo. O primeiro a quem falou foi a Abraão, que deu início a um grande povo. Depois, foi enviando muitos profetas ao longo dos séculos.
O grande profeta foi Moisés, a quem Deus escolheu para conduzir o seu povo do Egito para a libertação. Por meio de Moisés que realizou com o povo de Israel uma aliança de amor: “Exodo 19, 5”.
E foi alimentando no povo escolhido a esperança na vinda do Messias. Depois, após várias profecias nasceu Jesus, o enviado do Deus Pai.
E por que é que enviou precisamente o seu Filho? Podemos imaginar que, a certo momento, Deus teria dito a si próprio: “Os homens ainda não entenderam como Eu os amo. Enviei-lhes profetas e não os escutaram e até mataram alguns. Irei agora enviar-lhes o meu próprio Filho, o meu filho amado. Talvez O escutarão. Eu estarei com Ele e não O abandonarei”.
E foi assim que Jesus, Filho único de Deus, nasceu da Virgem Maria. Felizes os que não andam no mundo sem rumo, mas caminham com Jesus vivo e ressuscitado, em quem encontram razões para viver na fé, na esperança e na alegria.
Foi para a nossa salvação que Deus nos enviou Jesus.
Louvado seja Deus!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
24 de junho – Natividade de São João Batista
João Batista, precursor do Senhor. O servo, luz das nações: “Isaías 49, 1-6”.
O próprio Jesus Cristo assim se refere a João Batista: “Lucas 7, 28”.
Era filho de Zacarias, sacerdote em Jerusalém, e Isabel, parenta da Virgem Maria. Seu nascimento, quando seus pais já eram velhos, foi profetizado por um anjo, em circunstâncias extraordinárias: “Lucas 1, 13-20”.
Cerca do ano 27, João apareceu como profeta itinerante anunciando: “Mateus 3, 2”. Aqueles que confessavam seus pecados eram levados por ele no rio Jordão, na cerimônia do batismo.
João Batista teve muitos seguidores, incluindo alguns que seriam escolhidos como apóstolos de Cristo. O próprio Jesus foi batizado por ele, e daí em diante, assim se referia a Jesus Cristo: “João 1, 29-34”.
Foi preso e atirado à prisão por haver censurado Herodes Antipa, quando tornou Herodíades, mulher do seu meio-irmão, como sua mulher. Mesmo na prisão, João seguia o trabalho de Jesus e fazia-lhe perguntas por intermédio de mensageiros: “Lucas 7, 19-29”. Num momento de insensatez, prometeu Herodes a Salomé, filha de Herodíades, dar-lhe o presente que ela quisesse. Instigada pela mãe, Salomé pediu a cabeça de João Batista. E a cabeça lhe foi dada: “Mateus 14, 1-12”.
Contrariamente ao usual, a principal festa de São João Batista comemora o seu nascimento, mas o seu martírio e a morte por degolamento são também lembrados no dia 29 de agosto.
São João Batista... rogai por nós!
O próprio Jesus Cristo assim se refere a João Batista: “Lucas 7, 28”.
Era filho de Zacarias, sacerdote em Jerusalém, e Isabel, parenta da Virgem Maria. Seu nascimento, quando seus pais já eram velhos, foi profetizado por um anjo, em circunstâncias extraordinárias: “Lucas 1, 13-20”.
Cerca do ano 27, João apareceu como profeta itinerante anunciando: “Mateus 3, 2”. Aqueles que confessavam seus pecados eram levados por ele no rio Jordão, na cerimônia do batismo.
João Batista teve muitos seguidores, incluindo alguns que seriam escolhidos como apóstolos de Cristo. O próprio Jesus foi batizado por ele, e daí em diante, assim se referia a Jesus Cristo: “João 1, 29-34”.
Foi preso e atirado à prisão por haver censurado Herodes Antipa, quando tornou Herodíades, mulher do seu meio-irmão, como sua mulher. Mesmo na prisão, João seguia o trabalho de Jesus e fazia-lhe perguntas por intermédio de mensageiros: “Lucas 7, 19-29”. Num momento de insensatez, prometeu Herodes a Salomé, filha de Herodíades, dar-lhe o presente que ela quisesse. Instigada pela mãe, Salomé pediu a cabeça de João Batista. E a cabeça lhe foi dada: “Mateus 14, 1-12”.
Contrariamente ao usual, a principal festa de São João Batista comemora o seu nascimento, mas o seu martírio e a morte por degolamento são também lembrados no dia 29 de agosto.
São João Batista... rogai por nós!
Todos nós bons e maus... somos de fato filhos de Deus
É muito comum classificarmos as pessoas por sua posição, aparência ou atitude, dando muitas vezes a impressão de que o mundo é feito de gente boa e gente má. De uma ou de outra maneira, todos nós somos pecadores. E a consciência dessa nossa condição pode fazer-nos entender que precisamos ser salvos, que precisamos de Cristo para nos libertar.
O Evangelho sugere-nos que não devemos condenar ninguém, pois também temos as nossas faltas. E Jesus comeu com os pecadores. Podemos aprender, com essa atitude do Mestre, a romper preconceitos, que nos separam das pessoas. É bem provável que, ao classificarmos as pessoas “por seus pecados”, estejamos nos colocando numa situação de superioridade, enquanto ignoramos a nossa própria realidade. Num mundo como o nosso, é preciso acreditar que, mesmo sendo pecadores, todos são nossos irmãos, se quisermos ser coerentes com a verdade. Afinal, se nos conhecêssemos melhor, saberíamos quanto nos falta para sermos, de fato, filhos de Deus.
Reflita: Dever da tolerância: “Romanos 14, 1-12”.
Creia: Precisamos conhecermo-nos melhor!
O Evangelho sugere-nos que não devemos condenar ninguém, pois também temos as nossas faltas. E Jesus comeu com os pecadores. Podemos aprender, com essa atitude do Mestre, a romper preconceitos, que nos separam das pessoas. É bem provável que, ao classificarmos as pessoas “por seus pecados”, estejamos nos colocando numa situação de superioridade, enquanto ignoramos a nossa própria realidade. Num mundo como o nosso, é preciso acreditar que, mesmo sendo pecadores, todos são nossos irmãos, se quisermos ser coerentes com a verdade. Afinal, se nos conhecêssemos melhor, saberíamos quanto nos falta para sermos, de fato, filhos de Deus.
Reflita: Dever da tolerância: “Romanos 14, 1-12”.
Creia: Precisamos conhecermo-nos melhor!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
O perigo dos holofotes
Até bem pouco tempo atrás, pouca gente ficava famosa com a música religiosa. Hoje muitos se tornaram grandes nomes por causa de suas canções ou de suas interpretações. Com a fama vem os holofotes e os agentes de publicidade a oferecer seus préstimos. Aí, o cantor católico precisará tomar cuidado. Não faltará quem o convide a aceitar tal e tal tipo de conduta para tal e tal resultado.
A consciência e a formação moral de cada um determinará se vai aceitar ou não o jogo do marketing do mundo ou vai achar o marketing da Igreja. Os holofotes são ótimos porque chamam a atenção para o cantor e o iluminam de modo especial. São perigosos porque com toda aquela luz na cara, ele acabará não vendo mais o povo que o escuta. Holofotes iluminam e destacam. Mas também cegam.
Eu costumo pedir que mostrem mais o povo e menos a mim. Quem já trabalhou comigo sabe que peço poucas luzes no palco. Quero as luzes jogadas sobre o povo.
A consciência e a formação moral de cada um determinará se vai aceitar ou não o jogo do marketing do mundo ou vai achar o marketing da Igreja. Os holofotes são ótimos porque chamam a atenção para o cantor e o iluminam de modo especial. São perigosos porque com toda aquela luz na cara, ele acabará não vendo mais o povo que o escuta. Holofotes iluminam e destacam. Mas também cegam.
Eu costumo pedir que mostrem mais o povo e menos a mim. Quem já trabalhou comigo sabe que peço poucas luzes no palco. Quero as luzes jogadas sobre o povo.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Vencer o instinto de vingança – “Mateus 5,38-42”.
No versículo 38: “olho por olho e dente por dente”, representa a lei da vingança, uma negação à justiça quando falta a caridade.
No versículo 39: Jesus nos diz: “Não resistais ao mau...” ou seja, deixa-nos claro que devemos vencer os limites do instituto do mal. Violência geram mais violência; o perdão gera amor.
Os simbolismos usados por Jesus, nos versículos de 40 a 42, com a face, a túnica e a longa caminhada significavam a necessidade evangélica de ultrapassar e vencer o instinto de vingança.
A Palavra de Deus sempre nos conduz a um amor maior, a sair de si, a não ceder frente ao próprio fracasso, mas acreditar que a unidade é possível, que o amor é a única resposta de um discípulo. E o amor não tem limites. Só o amor constrói!
No versículo 39: Jesus nos diz: “Não resistais ao mau...” ou seja, deixa-nos claro que devemos vencer os limites do instituto do mal. Violência geram mais violência; o perdão gera amor.
Os simbolismos usados por Jesus, nos versículos de 40 a 42, com a face, a túnica e a longa caminhada significavam a necessidade evangélica de ultrapassar e vencer o instinto de vingança.
A Palavra de Deus sempre nos conduz a um amor maior, a sair de si, a não ceder frente ao próprio fracasso, mas acreditar que a unidade é possível, que o amor é a única resposta de um discípulo. E o amor não tem limites. Só o amor constrói!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Legalização da família
Cresce o número de casamentos legais em São Paulo
Pesquisa divulgada no dia 9 de junho, pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), revela o crescimento dos casamentos legais dos casais paulistas.
Comparando o número de casamentos entre 2000 e 2008, contabilizados nos registros matrimoniais em cartório, houve um crescimento de 35%. Em média, são realizados atualmente 700 uniões legais por dia. Em 2000 era apenas 181. A renovação do Código Civil Brasileiro, em 2002, incentivou os casamentos coletivos, o que reduz os gastos com a cerimônia.
Os índices apostam, também, que houve um crescimento de próximo de 83% entre os homens que se casaram pela segunda vez. Entre as mulheres, esse número é de 88%.
O mais número de casamentos acontecem com homens e mulheres acima de 55 anos de idade, entre homens 113,5% e entre as mulheres 129,5%.
As facilidades judiciais do divórcio também incentivaram a “segunda chance”. Na pesquisa, 66,1% dos homens divorciados se casaram com mulheres solteiras. Com relação às mulheres, apenas 9,3% casaram com homens solteiros.
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que é comum os homens casaram-se com mulheres mais novas.
Observação:
Em nossa Paróquia de Santo Antônio de Pádua, Jardim Consórcio, Diocese de Santo Amaro, ministramos todos o 1º domingo de cada mês o curso para noivos, e, nos últimos doze meses, a média é de treze casais. Desses, na média, três casais já vivem casados, com filhos e buscam legitimar a relação familiar com o Sacramento do Matrimônio.
Pesquisa divulgada no dia 9 de junho, pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), revela o crescimento dos casamentos legais dos casais paulistas.
Comparando o número de casamentos entre 2000 e 2008, contabilizados nos registros matrimoniais em cartório, houve um crescimento de 35%. Em média, são realizados atualmente 700 uniões legais por dia. Em 2000 era apenas 181. A renovação do Código Civil Brasileiro, em 2002, incentivou os casamentos coletivos, o que reduz os gastos com a cerimônia.
Os índices apostam, também, que houve um crescimento de próximo de 83% entre os homens que se casaram pela segunda vez. Entre as mulheres, esse número é de 88%.
O mais número de casamentos acontecem com homens e mulheres acima de 55 anos de idade, entre homens 113,5% e entre as mulheres 129,5%.
As facilidades judiciais do divórcio também incentivaram a “segunda chance”. Na pesquisa, 66,1% dos homens divorciados se casaram com mulheres solteiras. Com relação às mulheres, apenas 9,3% casaram com homens solteiros.
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que é comum os homens casaram-se com mulheres mais novas.
Observação:
Em nossa Paróquia de Santo Antônio de Pádua, Jardim Consórcio, Diocese de Santo Amaro, ministramos todos o 1º domingo de cada mês o curso para noivos, e, nos últimos doze meses, a média é de treze casais. Desses, na média, três casais já vivem casados, com filhos e buscam legitimar a relação familiar com o Sacramento do Matrimônio.
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