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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A Trindade

A Bíblia Sagrada não usa a palavra “trindade” para indicar as três pessoas divinas. Contudo, no Novo Testamento as três divinas pessoas são nomeadas distintivamente, vejam em: “Mateus 3,16-17”. E mais: “1 Corintios 12,4-6”. E por fim, São Pedro em: “1 Pedro 1,2”.

- Deus, pai invisível, não gerado; revelado pelo Filho. Comprove: “João 1,18”. Para nos dar a vida eterna: “João 6,40”. Pai da consolação, guarde: “2 Corintios 1,3”;

- Deus, Filho Unigênito do Pai: “João 5,26”. Salvador dos homens, veja: “João 3,16”;

- Deus, Espírito Santo, que procede do Pai e do Filho: “João 14,16”. O Santificador: “Lucas 1,15.41.67”.

Assim, atribui-se:

- ao Pai: a escolha eterna para a salvação: “Atos dos Apóstolos 2,23-24”;

- ao Filho: a redenção no seu sangue: “Efésios 1,7”;

- ao Espírito Santo: a santificação e comunicação da vida: “Romanos 15,16”.

Por isso, a evangelização autêntica e objetiva deve ser principalmente anunciar “a boa nova do amor do Pai manifestado por seu Filho Jesus Cristo, chamando os homens á vida eterna pela continuação do Espírito Santo”. (João Paulo II, 11/07/80)

Como as três pessoas da “família” divina, assim também os membros de uma comunidade devem viver em boa harmonia.


Palavra de fé: “Com efeito, o Espírito Santo enche o universo. E Ele, que tem unidas todas as coisas, ouve toda voz”. (Sabedoria 1,7)

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ano Novo vida nova

Novo ano, expectativas para novas realizações, novos sonhos e transformações em nossas vidas. Novos encontros e reencontros.

As crianças e os adultos todos, ainda, sonhando com os Reis Magos; as crianças com os Reis e os adultos relembrando, com saudades, o tempo de meninice. Como é belo sonhar com sonhos de criança!

Chegam um rei de barba branca, outros de barba loura e um outro de barba preta, os três procurando um Menino.

Cavalgando em três camelos, que por montes e estradas, noite e dia seguem à procura do Menino.

Passam por cidades onde há crianças dormindo e cruzam campos: tudo isso procurando um Menino.

De palácios dourados saíram estes três Reis Magos, montados em seus camelos: os três à procura de um Menino.

Um de manto vermelho, outro de mato amarelo e o terceiro de manto azul e, finalmente: o Menino foi encontrado.

Baltazar ofereceu-lhe mirra e Melquior apresenta o ouro; Gaspar faz oferta de incenso: e aos três sorri o Menino Jesus.


Reflexão: Também nós adultos, neste novo ano devemos oferecer as nossas vidas ao Senhor Jesus, pois veio ao mundo para nos salvar; mas devemos acolhê-lo e com ele conviver com um coração de Menino; de criança. Com sonhos e novas esperanças. Não está longe, mas em algum lugar dentro de nós! Procure-o.


Palavra de fé: “Entrando na casa, acharam o menino com Maria. Prostrando-se diante dele o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra”. (Mateus 2,11)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O acontecimento central da vida de Maria

O Evangelho deste domingo passado (19/12): “Lucas 1,26-38”, traz-nos a narrativa da Anunciação. O encontro do anjo Gabriel com Maria. A mensagem do anjo, o “sim” de Maria é um consentimento ativo e responsável à vontade de Deus.

O diálogo do anjo Gabriel com a Virgem Maria nos mostra três momentos importantes para reflexão: a saudação e a mensagem; o anúncio da maternidade pelo Espírito Santo e a revelação da divina maternidade no anúncio.

A dúvida de Maria: “como isso acontecerá?”. E o anjo Gabriel lhe dá a esclarecedora resposta, o ato mais sublime e mais profundo do grande mistério de Salvação.

José e Maria são os grandes colaboradores do Plano de Deus. Como Maria, na Anunciação, aceitou a mensagem de Deus, também José em sonhos: “Mateus 1,20-21”, aceita com fé o sinal.

Maria nos introduz no mistério de Deus e nos alimenta com a Palavra que é o próprio Deus. Ela nos oferece seu Filho Jesus, a Palavra Eterna e pela Palavra se torna nossa Mãe.

Jesus não é apenas um filho da história humana. Ele é o Filho de Deus. Sua Mãe é humana. Seu pai é divino.

Ele vai nos ensinar o Plano de Deus para que sejamos livres, vivos e felizes como Deus deseja para nós. O nome “Jesus” significa “Deus salva”.

Que de nós, também, um “sim” a um convite de Deus possa ser início de uma grande obra em favor dos nossos irmãos mais necessitados e na proclamação da Palavra.


Palavra de fé: “Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva”. (Lucas 1,46-48a)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Advento – Preparação para o Natal

Estamos na segunda semana do Advento (que significa vinda, chegada). O Advento é o período de quatro semanas que precedem os festejos do Natal. A expectativa do nascimento de Jesus como esperava os antigos patriarcas e profetas. Jesus é o Messias, o Salvador aquele que seria enviado por Deus para libertar o povo de Israel.

Para a vinda do Filho de Deus entre os homens, Deus escolhe Maria de Nazaré para ser sua mãe. De fato Maria parece ser aquela que contribui de maneira decisiva para a libertação do povo de Deus. Ela interfere positivamente, na nova criação em Cristo mediante o Espírito Santo: “Lucas 1,35”.

Assim, ao mesmo tempo, Maria é mãe, é discípula e modelo de discípulo que acolhe a Palavra e dela brota a Vida para o mundo; “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós”.

Jesus é a Palavra viva e decisiva de Deus manifestando o seu amor pelos homens. Para experimentar nossas dores e alegrias, nossas derrotas e vitórias, nossos festejos e nossas solidões. Para nos ensinar a carregar os pesos uns dos outros, a amar e a nos olhar, a nos reconhecer como irmãos uns dos outros.

Para morrer pela nossa salvação, para nos dar a certeza da vitória sobre o mal e a morte, para abrir o caminho para a ressurreição e ficar conosco para sempre pela Eucaristia.

Enfim, Cristo se fez nosso irmão para que nos tornássemos todos filhos de Deus.

Que ao longo do tempo do Advento preparemos, carinhosamente, em nossos corações um belo presépio repleto de amor e ternura para acolhermos o Menino Jesus.


Palavra de fé: “Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará a luz um filho e o chamará Deus conosco”. (Isaias 7,14)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Esclarecendo sobre: Espiritismo, Espírito Santo e Espiritismo

Espírito: é a alma, princípio de vida e no corpo, e que continua a viver depois da morte. Veja: “1 Corintios 5,3”. O elemento sobrenatural que atua no nosso corpo: “Efésios 4,23”.
Princípio animador ou vital que dá vida ao corpo humano, as faculdades mentais do homem, em contraposição à parte física, à carne, à inteligência ao ânimo.


Espírito Santo: a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Neste caso, a palavra Espírito costuma ser escrita com letra maiúscula, veja: “1 João 3,24”. Foi “enviado pelo Pai e o Filho para a missão de renovar os corações dos homens”. As três Pessoas entram na alma que ama Deus, mas só a Segunda e a Terceira, é que foram enviadas, o Filho pelo Pai e o Espírito Santo pelo Pai e Filho.


Espiritismo: doutrina (e prática) segundo a qual os espíritos dos mortos, se comunicam com os vivos pela ação dos médiuns, manifestando-se por toques, movimentos de objetos e outros rituais.


Há em nosso blog outras citações mais detalhadas sobre o Espírito (a alma), o Espírito Santo (e a Santíssima Trindade) e Espiritismo.



Palavra de fé: “Quem possui o Filho possui a vida; quem não tem o filho de Deus não tem a vida”. (1 João 5,12)

domingo, 23 de outubro de 2011

Exemplo de humildade em Cristo

Socorrer os pobres com as receitas da Comunidade


Ouve-se muito dentro das comunidades quando alguém pede socorro: “vou rezar pra você e Deus, por certo, resolverá todos os seus problemas”. Que tipo de religião é essa? Onde está a ação?

Rezar ou orar significa falar com Deus, tudo bem, mas onde estão os operários da “messe” para que se realize o plano de Deus na vida dos pobres e marginalizados?

Precisamos conhecer e aprender os ensinamentos que Cristo nos deixou: “Não há religião autêntica senão procurar corrigir as injustiças e remediar as necessidades do próximo”. (João Paulo II, 28/03/79).

Devemos nos unir como Comunidade fraterna com Jesus Cristo para ajudarmos nossos irmãos da Comunidade que passam necessidades e, dessa maneira, fazê-los sentir que Deus não os abandonou e que Cristo não morreu em vão.

Procuremos, sempre, em nome de Jesus, encontrar alternativas para melhorar as condições de vida dos nossos irmãos desvalidas e distantes da vida em Comunidade; essa é a verdadeira atitude para provar a Deus e a Jesus Cristo o nosso amor. Não apenas dar, mas ensiná-los a vencer as dificuldades e conquistar oportunidades que lhes devolvam a autoestima e incluí-los no seio da Comunidade, resgatando-os para a vida. “Pensai nos pobres e ajudai-os”. (João Paulo II, 02/07/80). Também São Paulo nos alerta: “Filipenses 2,4”. Leia e reflita.

Devemos praticar a caridade na Comunidade como exercício e gesto concreto ao sacrifício de Cristo por nós e também pôr em prática o que Dele aprendemos para socorrer os nossos irmãos pobres e desvalidos.

A religião Católica é a única que possui um Código do Direito Canônico, desde 1983, que nos fornece concretamente esclarecedoras orientações para pôr em prática e ação pastoral:

“Can.222, parágrafo 1º - Os fiéis tem obrigação de socorrer as necessidades da Igreja, a fim de que ela possa dispor do que é necessário para o culto divino, para as obras do apostolado e de caridade e para o honesto sustento dos ministros.

Parágrafo 2º - Tem também a obrigação de promover a justiça social lembrados do preceito do Senhor: “socorrer os pobres com as próprias rendas”.

As virtudes realçadas por Cristo são: “a justiça, a misericórdia e a felicidade”. (Mateus 23,23)

Em muitas Comunidades, o padre tem “carrão” e nos sanitários falta papel higiênico e toalhas de papel. Mais chocante, ao redor da Comunidade, muitos passam fome.

Cuidado! “Mateus 16,27”.

Observação: rendas da Comunidade: dízimos, coletas, doações, taxas, quermesses, eventos, etc.


Palavra de fé: “Assim como o corpo sem a alma é morto, assim também a fé sem obras é morta”. (Tiago 2,26)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O desejo da liberdade

Todo ser humano tem no íntimo o desejo de ser livre.Convém observarmos que a verdadeira liberdade vem do nosso interior, da nossa alma. Para isso, precisamos nos libertar de tudo o que nos oprime: o pecado e o distanciamento dos ensinamentos de Cristo. O encontro com Cristo e a aceitação das suas palavras nos tornarão pessoas livres. O pecado escraviza. Eis o que diz: “João 8,3”.


A aceitação da fé em Jesus Cristo é necessária para aceitarmos como Messias, profeta, salvador e libertador, assumindo assim, uma autêntica fé revelada no serviço ao irmão e a evangelização.


Cristo ensina que o melhor uso da liberdade é a caridade, que se realiza no dom e no serviço. Confira: “João 8,31-32”. Com essas palavras, Jesus Cristo nos afirma a necessidade de permanecermos firmes e perseverantes na fé para chegarmos à verdade e ao caminho da liberdade. Mas como podemos chegar e conhecer esse caminho, Senhor? – “João 14,6”.


A adesão a Jesus não deve ser feita apenas com palavras. Ela exige prática, com prioridade no serviço ao próximo, a caridade. A palavra de Jesus é como uma luz que brilha sobre nossos sentimentos egoístas, apontando para nós a “escravidão” de nossas obras e atitudes: omissão. Já, a liberdade espiritual se manifesta nas obras e no serviço de ajuda aos irmãos necessitados. A fé se obras escraviza; com obras santifica e liberta.


Deus tratou indistintamente tanto os antigos pagãos como os judeus convertidos, associando-os à glorificação de Cristo.


Grave estas palavras de São Paulo: “Efésios 2,5”. E creiamos e conservemos a liberdade cristã: “Gálatas 5,1”.


Palavra de fé: “Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não abuseis, porém, da liberdade como pretexto para prazeres carnais. Pelo contrário, fazei-vos servos uns dos outros pela caridade”. (Gálatas 5,13)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O cerco de Jericó

Cidade Cananéia do Antigo Testamento, mencionada como a “cidade das palmeiras”: “Deuteronômio 34,3”, foi tomada e destruída pelos israelitas quando entraram na terra prometida, sob o comando de Josué. Comprove: “Josué 6,1-27”.

A maldição que Josué lançou sobre aquele que reconstruísse as muralhas da cidade: “Josué 6,26”, caiu sobre Hiel, que perdeu seu filho primogênito quando lançou os fundamentos e o filho mais moço quando completou o trabalho. Veja: “1 Reis 16,34” (ao preço, no texto, significa a morte dos filhos).

Os israelitas instalaram-se na cidade restaurada de Canaã e foram visitadas por Eliseu que purificou as águas da fonte. Leiam: “2 Reis 2,18-22”.

Eliseu possui um poder divino para salvar ou para perder: ele é benéfico para os que reconhecem sua missão, mas não se ganha impunemente do homem de Deus.

Com relação ao interdito, relembre: “Josué 6,18”. Os israelitas cometeram uma infidelidade e não respeitaram as ordens e o Senhor inflamou-se contra eles: “Josué 7,1-26”.

Acar (ou Akar) tem o significado: trazer desgraça, confusão, perturbação, inquietação.


Palavra de fé: “A sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado”. (Sabedoria 1,4)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Você sabia?

- O culto religioso do “Dia de Finados” teve início no ano de 998. O abade Odilon de Cluny, na Borgonha, estabeleceu que em todos os mosteiros da Ordem de São Bento fosse celebrado o ofício dos mortos.

- Shalom, em hebraico é a palavra usada por Jesus ao referir-se à paz que ele prometeu. Ela significa, ao mesmo tempo, paz interior, alegria e plenitude da vida.

- O Vaticano é o menor país do mundo, com 0,44 quilômetros quadrados.

- A cruz, instrumento de suplício de Jesus, passou a ser símbolo do cristianismo. Antes, era sinal de condenação; depois, sinal de salvação.

- O termo “católico” significa universal. A primeira vez em que foi usado para qualificar a Igreja foi no ano 105 d.C em uma carta de Santo Inácio, então bispo de Antioquia.

- Somente no século XVI, mais precisamente após o Concílio de Trento (1571), a expressão “Igreja Católica” passou a designar exclusivamente a Igreja que tem seu centro no Vaticano.

- O Concílio de Trento aconteceu como reação à Reforma Protestante incitada pelo sacerdote alemão Martim Lutero.

- No catolicismo, um fiel poderá receber sete sacramentos: Batismo, que o torna membro do corpo místico de Cristo; Crisma ou Confirmação; Eucaristia; Penitência ou Confissão; Unção dos Enfermos; Ordem e o Matrimônio.

- Pela Unção dos Enfermos e pela Oração dos presbíteros, toda a Igreja entrega os doentes aos cuidados do Senhor, sofredor e glorioso, para que os alivie e salve.

- O cristianismo firmou-se como uma religião de origem divina. Ser cristão, portanto, seria engajar-se na obra redentora de Cristo, tendo como base a fé em seus ensinamentos.

- Foi no século IV que a data de 25 de dezembro foi estabelecida como data oficial de comemoração do nascimento de Jesus.

- Moisés é considerado pelos judeus um profeta superior a todos os demais, tratando-se ainda de um símbolo de libertação e independência.

- Batiza-se com água porque ela representa a graça de Deus, sem a qual não somos nada. E por ela nos tornamos filhos e filhas de Deus, participantes de sua vida e salvação.

- A palavra “Eucaristia” tem origem no termo grego “Eucaristós”, que significa: “reconhecimento”, “ação de graças”.

- O jejum é uma prática muito comum no meio religioso. Todas as religiões existentes, cristãos ou não usam desta forma de sacrifício para louvar suas divindades.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Conheça: Arca da Aliança

Era uma caixa de 2,5 côvados (1 côvado vai do cotovelo ao dedo médio da mão – ½ côvado vai da ponta do polegar ao dedo mínimo da mão), ou seja 5 palmos da mão ou 1,25m de comprimento por 1,5 côvados ou 3 palmos da mão, igual a 75 centímetros de largura e altura, feita de acácia, madeira comum na Península do Sinai, coberta por dentro e por fora com ouro puro. Nos quatro cantos, argolas de ouro pelas quais se enfiavam paus que serviam para carregar a arca.


A arca guardava as duas pedras com os 10 mandamentos. Confira: “Êxodo 25,10-16”. Por ordem de Moisés foram guardados junto da arca um vaso contendo Maná. Leia: “Êxodo 16,33-34”, e a vara de Abraão que florescera. Segundo a tradição judaica, São Paulo fala como se o vaso e a vara estivessem dentro da arca, citado em: “Hebreus 9,4”. Mas pode se entender também como: ao lado, perto. A arca estava coberta comum propiciatório (uma tampa de ouro puro) sobre a qual se erguiam face a face dois querubins de ouro batido. Eis: “Êxodo 25,17-22”.


A construção da arca foi ordenada por Deus a Moisés no Monte Sinai. Nos acampamentos, os israelitas guardavam a arca no Santo dos Santos (que era o segundo recinto no interior do Tabernáculo). A primeira sala era o Santo e a segunda, separada por um véu do templo, era o Santo dos Santos. Depois que os israelitas entraram na terra prometida, a arca ficou em Galgata. Está em: “Josué 4,18-19”.


Provavelmente foi levada a Silo com o Tabernáculo: “Josué 18,1”. Foi capturada durante a Guerra com os Filisteus, mas retornou aos judeus depois de nove meses. Comprove: “1 Samuel 4,21-7,2”. Depois de ficar em Cariatiarim, próximo de 80 anos, foi levada para a casa de Obededom, de Get, onde permaneceu até que Davi a colocasse em uma tenda ou Tabernáculo, no Monte Sinai. Ali permaneceu até a construção do Templo de Salomão onde foi colocada definitivamente: “2 Samuel 6,12-17”.


Por ocasião da destruição do Templo de Jerusalém, foi escondida ou destruída.


Palavra de fé: “Deixai-vos, pois, instruir por minhas palavras, e nelas encontrareis grande proveito”. (Sabedoria 6,25)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Com a Bíblia nas mãos... conte essa história aos seus filhos

Jesus aprendeu a ser obediente

É fácil obedecer? O normal é responder não! Todos nós sabemos o quanto é difícil educar e obedecer, pois envolve uma série de detalhes emocionais na relação pais e filhos ao longo da criação e formação da criança, e o desgaste do dia-a-dia.

Saibam que até mesmo Jesus teve que aprender a ser obediente. Da mesma maneira todas as crianças devem ser obedientes ao papai e a mamãe. Leia, reflita e comente com o seu filho: “Hebreus 6,1”.

Precisamos ensinar aos nossos filhos que Deus é o pai de Jesus e nosso também, o próprio Cristo ensinou na oração: “Mateus 6, 9-10”.

José, exemplo e modelo de pai, foi escolhido por Deus para ser o pai adotivo de Jesus e esposo de Maria, a mãe biológica. Eis como Maria se tornou mãe de Jesus: “Lucas 1, 30-35”. Com o “sim” de Maria, Deus transferiu a vida do seu filho, do céu para o ventre de Maria. Essa vida cresceu dentro dele assim como todos os bebês crescem na barriga da mãe. Cerca de nove meses mais tarde, Jesus nasceu. Nesse meio tempo, José casou com Maria e por isso, a maioria das pessoas daquele tempo, achava que José era o pai verdadeiro de Jesus. Assim, de certa maneira, Jesus tinha dois pais. Aos doze anos de idade, Jesus fez uma coisa por amor ao Pai celestial, Deus.

Naquela época, a família de Jesus, como de costume, fez uma longa viagem a Jerusalém para comemorar a Páscoa. Depois, ao voltarem para casa em Nazaré, junto com o grupo de famílias que os acompanhava, José e Maria não perceberam que Jesus não estava entre eles. Leia e explique: “Lucas 2, 44-47”.

Ao encontrá-lo, exclamaram aliviados: “Por que nos tratar deste modo? Eu e teu pai estávamos preocupados!”.

Após o desabafo de sua mãe: “Lucas 2,49”, o que você acha desta resposta de Jesus? Bem, José e Maria sabiam da sua missão e de que Ele, o Menino Jesus, gostava de adorar a Deus no templo. Assim, concluímos que seria no templo, em primeiro lugar, que os pais deveriam procurar Jesus.

Depois do reencontro diz a Bíblia: “Lucas 2, 51-52”. O que aprendemos do exemplo de Jesus é que, nós também, devemos ser obedientes aos nossos pais.

Mesmo assim, nem sempre foi fácil para Jesus ser obediente até mesmo a seu Pai celestial.

Na noite, antes de morrer, Jesus perguntou a Deus: “Lucas 22,42”.

Mas, contudo, Jesus obedeceu ao Pai apesar de não ter sido fácil.

A Bíblia confirma, leia e partilhe: “Hebreus 5,8”.

Será que podemos aprender essa lição?


Palavra de fé: “Aquele que dá ensinamentos a seu filho será louvado por causa dele, e nele mesmo se gloriará entre seus amigos”. (Eclesiástico 30,2)

Sacramento da aliança: o matrimônio

A revelação progressiva do mistério da aliança faz-se, quanto ao essencial ao termos de “família”: “Oseias 11,4”. E ainda: “Isaias 49,15”. E completando: “Oseias 2, 21-22”.

O matrimônio é uma manifestação privilegiada da fidelidade de Deus e da aliança que ele nos propõe.

Para fazer compreender o amor que tem por seu povo, Deus o comparou ao amor dos noivos, dos esposos. Para abrir os olhos sobre o mal que é o pecado, falou de adultério e de prostituição.

É muito significativo que para nós cristãos, o matrimônio tenha passado a ser sacramento, sinal autêntico desse amor e especialmente do amor de Cristo por sua esposa, a Igreja.

Por isso mesmo. Havendo tal relação entre o matrimônio humano e o vínculo que Deus quis firmar com seu povo, compreende-se como a união conjugal assume uma dimensão nova.

O matrimônio vivido no Espírito de Deus, que é o amor, é uma maneira de viver um “estado de vida” que nos introduz no conhecimento desse amor.

Não só é revelação da Boa Nova, da aliança de Deus conosco, mas deixa-nos adivinhar alguma coisa do mistério do próprio Deus: amor, relações, plenitude realizada no dom das pessoas entre si. Se você conhece o dom de Deus!

Podem dizê-lo os esposos que cada dia irradiam na fidelidade a graça do sacramento do matrimônio.

Podem dizê-lo os pais que fazem com os filhos a experiência da paciência e fidelidade: “Romanos 5,5”.

O matrimônio, a família... manifestação privilegiada do mistério de Deus. É que Deus é família e nos convida a compartilhar sua vida fazendo de nós seus filhos e suas filhas em Jesus Cristo: “Romanos 8, 14-17”.

Deus quer, sobretudo, um mundo cheio de amor. A família é o principal lugar de amor.


“A vida humana se torne cada vez mais humana”. (Concílio Vaticano II, GS 38/316)

“O maior mal de hoje é sentir-se indesejado, descuidado e abandonado”. (Madre Tereza de Calcutá)



Palavra de fé: “Não sejas como um leão em tua casa, prejudicando os teus domésticos e tiranizando os que te são submissos. Que tua mão não seja aberta para receber, e fechada para dar”. (Eclesiástico 4, 35-36)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Verônica – Santa Verônica

Comemoração: 12 de julho


Diz a história de Verônica que ela morava em Jerusalém e que, cheia de compaixão à vista do sofrimento de Jesus a caminho do Calvário, enxugou-lhe o rosto com uma toalha, em que as santas feições ficaram gravadas.

Não há real evidência para tal fato, mas a história teve vasta repercussão entre os cristãos por muitos séculos. Há variantes e amplificações dela, e Verônica tem sido identificada com várias personagens, históricas ou não, principalmente com a mulher que sofria de um fluxo de sangue: “Mateus 9, 20-22”.

Um pano, considerado como “o véu original de Verônica”, é preservado na Igreja de São Pedro em Roma, talvez desde o início do século VIII. O nome de Santa Verônica não consta do Martirológico Romano, que quer dizer: lista de mártires.

A inclusão do seu ato na chamada via-sacra tem sido desaprovada algumas vezes. O nome Verônica, comumente explicado como significando “imagem verdadeira”, foi dado ao véu e deve ter sido transferido para denominar a compassiva santa.

Observação: Os santos são aqueles que aceitam e cooperam com a graça de modo mais entusiástico e menos egoísta do que os outros em graus muito elevados, tornando-se semelhante a Cristo através do auxílio que Cristo deu a eles. São Paulo resume a santidade em uma frase: “Eu vivo; no entanto, não sou eu mas Cristo que vive em mim”.




Palavra de fé: “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza”. (1 Tessalonicensses 4,3)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Crer ou não crer?

Ao longo de nossa vida, no dia-a-dia, muitas decisões importantes precisam ser tomadas: pela sobrevivência, no trabalho, no estudo, no amor, em família, etc.

A mais importante, porém, que é suporte e base para todas estas, citadas, é a fé: crer ou não crer.

Não crer em Jesus Cristo significa o sentido da vida e perder-se, também, na busca de Deus. Sem a expectativa e estímulo para encontrar razões para ser feliz. O próprio Cristo nos diz: “João 14,6”.

Crer em Cristo e em suas palavras é crer em Deus. Recusá-lo, é recusar a Deus. É um constante desafio aos que se dizem Cristãos: Cremos ou não cremos em Cristo? Fazermos ou não fazermos o que Ele ensinou?

As palavras e os ensinamentos são claros e reveladores.

Ele é o Espírito Santo de Deus, aguarda-nos e espera de nós ações objetivas para continuar levando aos irmãos, o anúncio do Reino de Deus e a libertação. Preciso dos nossos lábios para falar, das nossas mãos para socorrer e ajudar, das nossas pernas para caminhar.

O grande mistério da fé é o Cristo ressuscitado em nós para dar continuidade à sua missão e as obras que Deus lhe confiou. É a vida vivida na unidade: Cristo em nós, e nós em Cristo!

O importante para o ser humano é aceitá-lo com fé é conhecê-lo como nos mostra a Bíblia, e não como ouvimos falar. Fazendo isso entraremos em relação com Deus. Jesus sempre caminha conosco, e sempre estará ao nosso lado para nos fazer entender cada situação e decisão na vida, até aquelas mais difíceis.

Para meditar: Como praticar as obras de Deus?

A resposta: “João 6,29”.

Palavra de fé: “Justificados, pois, pela fé temos a paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. (Romanos 5,1)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O homem que é o centro e sentido da história Universal de todos e de cada um dos homens

A grande certeza em nossa vida é que nascemos e morremos.

A maioria das pessoas parte para a eternidade, sem deixar nenhuma obra que fique gravada na história da humanidade. Mas alguns poucos influenciaram com sua inteligência o desenvolvimento e o curso da história.

Quando nos levantamos de manhã e nos preparamos para ir trabalhar, acendemos a luz para nos prepararmos. Ao pegarmos um livro para ler no ônibus ou metrô, ao tomarmos um antibiótico para curarmos uma infecção, o estudo da física em prol da paz. Enfim, o nosso dia mal começa e já recebemos os benefícios de alguns homens extraordinários. Por exemplo:

Ford, Henri – industrial americano nascido em 1863. Contribuiu em larga escala para o desenvolvimento da indústria automobilística. Um pioneiro, graças aos seus métodos de produção.

Gutenberg, Johannes – alemão nascido em 1397. Não inventou a imprensa, como dizem, mas associado com Fust e Schoefer, aperfeiçoou o prelo e o material do impressor, e melhorou a tipografia, isto é, o sistema de letras móveis, o que eu à imprensa desenvolvimento considerável.

Fleming, Sir Alexander – médico inglês nasceu em 1881. Descobriu com Chain e Flarey a penicilina e os seus efeitos no tratamento das doenças contagiosas. Prêmio Nobel em 1945.

Einstein, Albert – físico alemão nascido em 1879, naturalizado americano em 1940. Foi autor de numerosos trabalhos de física teórica. Interveio, muitas vezes, em favor de uma paz duradoura. Prêmio Nobel em 1921.

A estes grandes homens, suas descobertas e inovações, tornaram-se possível, que bilhões de pessoas tivessem e tenham melhoras condições de vida e de saúde também.

Mas, acima destes, um homem se destaca. Não é conhecido por descobertas científicas ou da medicina. Ao contrário, esse homem de origem humilde que morreu há mais de dois mil e onze anos deixou-nos uma poderosa e amorosa mensagem de esperança e misericórdia. Sua influência, através da sua palavra e de fé tem exercido na vida das pessoas em todo o mundo o sentimento de que ele é o “homem que transformou o mundo”.

Confira: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. (João 14, 6a)

Seu nome é Jesus Cristo!


Palavra de fé: “Temos, portanto, um grande Sumo-Sacerdote que penetrou nos céus, Jesus, Filho de Deus. Conservemos firme a nossa fé”. (Hebreus 4,14)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O orgulho... O orgulhoso

Orgulho é a opinião muito elevada que alguém faz de si mesmo, amor próprio exagerado, prepotência, soberba e aquilo em que se julga superior aos outros.

São atitudes completamente anticristãs. O orgulho revela um desejo de poder e superioridade que acaba por incitar a violência e ambição. Manifesta o gosto pela riqueza, pela autoprojeção pela competição, pelo autoritarismo, pela fama e vanglória (quer dizer, vaidade). Atitudes diabólicas!

Eis o que diz o Senhor: “Eclesiástico 10,7”.

São Paulo falando aos Romanos sobre a caridade fraterna proclama e aconselha: “Romanos 12,16”.

A qualidade fundamental de um verdadeiro cristão é a humildade. E ser humilde e reconhecer-se imperfeito, frágil e pecador e que anseia (ou espera) pela ajuda de Deus e dos irmãos. Confira: “1 Pedro 5,5”.

“Sente-se sempre como uma ponte, nunca como um todo”. (Theodor Fontane)

Precisamos nos tornar conscientes da nossa pobreza e fragilidade e abrirmo-nos para a Palavra de Deus e seus ensinamentos. A fé precisa da Palavra de Deus como uma planta precisa de água.

Deus vê tudo! E alerta: “Isaías 42,8”.



Profissão de fé: “Deixai-vos, pois, instruir por minhas palavras, e nelas encontrareis grandes proveitos”. (Sabedoria 6,25)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Missa X Missão

Missa

Cerimônia eucarística com que a Igreja Católica comemora o sacrifício de Jesus Cristo. Como nos diz São João (1 João 3,11): “Pois esta é a mensagem que tendes ouvido desde o princípio: que vos amemos uns aos outros”. Ou seja, o sacrifício de Jesus foi por amor à humanidade. A missa é estímulo para o exercício do amor e depois dar provas desse amor como cristãos que atuam por Cristo e com Cristo servindo a Comunidade... aprendendo e ensinando.

O nosso amor para com Deus (linha vertical) deve ser vivido concretamente, sobretudo na amizade e no amor fraterno (linha horizontal). Deve passar da “missa” para a “missão” como prova de fraternidade, que não acontece por acaso, mas deve ser criada em nós com fé e razão. O amor necessita ser exercitado para tornar-se visível.

Missão

Encargo, incumbência, delegação divina conferida num intuito religioso, dar testemunho, pregação da Palavra de Deus e a missão de Jesus Cristo.

É, portanto, uma ordem divina levar o Evangelho a todos os homens: “Marcos 16,15”, leia, medite e grave em seu coração. São palavras de Jesus Cristo.

A missão evangelizadora é de todo povo de Deus. Toda a Igreja é missionária e os presbíteros (os padres) como cooperadores dos bispos, tem como primeira tarefa anunciar o Evangelho de Deus a todos na Comunidade e solidarizar-se com as Igrejas domésticas (as famílias) com visitas pastorais. Como os padres faziam antigamente.

Enfim, precisamos mais “missionar” e não simplesmente “missar”.

O dicionário explica a diferença:

Missionar: fazer, participar de missões, pregar a fé, catequizar.

Missar: ouvir a missa (sem uma ação de resposta efetiva).

Na missa devemos extrair ensinamentos para crescimento da fé e caminhar com Jesus em missão.

Concluindo: o sentido imediato da súplica de Jesus é que todos os cristãos sejam unidos entre si, em espírito de verdadeiro amor fraterno e na unidade da fé na missão de Jesus. Eis a súplica de Jesus: “João 17,21”.

Amém!


Palavra de fé: “Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e o mundo reconheça que me enviaste e os amaste antes da criação do mundo”.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Atendendo a pedidos explicações sobre...


O livro do Apocalipse 1,8


“Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que vem, o Dominador”.
Explica-se: em grego “Alfa” é a primeira letra do alfabeto, e corresponde ao nosso A. “Ômega”, que corresponde ao nosso Z, é a última letra do alfabeto. O sentido, assim, fica bem claro: Nosso Senhor é o início e o fim, é tudo. Diz-se também Alfa à primeira estrela de uma constelação.

Arca da Aliança

Grande caixa de madeira de acácia com o comprimento de 1,25m (dois côvados e meio – medida de comprimento antiga). Um côvado era igual a 3 palmos de mão ou 66cm. Sua largura, 0,75cm (um côvado e meio), a altura também 0,75cm (um côvado e meio). Por dentro e por fora é toda revestida de ouro puro, além de toda a volta. Nos quatro pés eram colocadas argolas de ouro para passarem dois varais de madeira acácia, revestidas em ouro para poder transportá-la. Uma vez passados os varais pelas argolas não serão mais removidas. A tampa era de ouro puro, com dois querubins de ouro batido nas duas extremidades da tampa. Dentro dessa caixa (a arca) seriam guardadas as tábuas da Lei de Deus, os 10 Mandamentos recebidos por Moisés. A “Arca da Aliança” era para os israelitas o sinal da presença de Deus (Javé) que ajuda o seu povo e caminha com Ele.

Confira com detalhes: “Êxodo 25, 10-22”.


Palavra de fé: “O culto que estes celebram é, aliás, apenas a imagem, sombra das realidades celestiais, como foi revelado a Moisés quando estava para construir o Tabernáculo: Olha, foi lhe dito, faze todas as coisas conforme o modelo que te foi mostrado no Monte (Êxodo 24,40)”. (Hebreus 8,5)

Primeira Eucaristia para crianças

Mensagem para as catequistas

A missão principal dos catequistas na preparação das crianças, para a Primeira Eucaristia, deve ser a de criar um sentimento amoroso e de admiração com Jesus Cristo ressuscitado.

Devem os catequistas falar de Jesus com ternura e admiração para criar nas crianças uma afeição por Jesus, um amigo especial, seu Salvador, seu Mestre. Conseguindo o catequista criar esta relação de amizade viva e profunda, terá por certo colocado um forte alicerce de toda a vida cristã e de toda a visa eucarística. Esse íntimo encontro das crianças com Jesus vivo e ressuscitado, é a “evangelização fundamental”.

Será possível uma criança “apaixonar-se” por Jesus Cristo, se ela se apaixona pela Xuxa, Turma da Mônica e outros personagens de revista e programas de TV? Por que não se apaixona por Jesus e sua história contada por um catequista inspirado pela fé e objetivando tocar o coração de uma criança?

É necessário oferecer aos catequistas uma formação e atualização nas formas e na motivação de catequese para envolver as crianças ao redor de Jesus.

Vejamos, por exemplo, a catequese das crianças na Igreja Batista. É uma catequese firme e bem ordenada onde as crianças se encontram com Jesus. Uma das causas dessa firmeza é que as famílias caminham juntas. E nós, católicos, por que não conseguimos?

Em primeiro lugar, talvez, pelo fato dos pais das nossas crianças não as acompanharem. A maioria chega na Igreja só, ou quem sabe, temos que admitir deficiências na formação das catequistas, na objetividade motivacional das crianças e na linguagem de nossa evangelização, tendo em vista as carências familiares das crianças.

Fé e razão devem ser a motivação e o sentimento de união das catequistas e o Padre, principalmente, para encurtar os caminhos entre Jesus e as crianças.

Leia e medite: “Lamentações 4,4b”. E ainda: “Mateus 19,13-15”. Este deve ser o verdadeiro sentimento de um catequista.

Aprofundar no coração da criança, com simplicidade, a importância, o valor da caminhada e o significado da Palavra.

Comunhão significa “comunicação profunda” entre duas pessoas ou ainda “união comum profunda” de dois corações que se acolhem mutuamente o de Jesus e o das crianças para viver uma vida de felicidade, amor e esperança.

Na Comunhão Eucarística a criança “comunga Jesus” e Ele também comunga a criança. A perfeita comunhão é quando os dois corações se completam, sendo que Jesus, nesta relação, se entrega completamente.

O catequista que se entrega amorosamente a catequese também se aprofunda mais e mais na aceitação de Jesus, do Seu Evangelho, dos Seus sacramentos, de Sua Igreja e de todos os irmãos na fé.


A principal causa da falta de perseverança das crianças, após a Primeira Eucaristia, bem como dos jovens após o crisma, está na fragilidade do primeiro contato com Jesus e a Sua história, que é um Jesus vivo que deveria inspirar uma relação profunda de alegria, felicidade, benção e proteção entre Jesus e o catequizando.

Várias são as formas de comunhão com Jesus e todas elas devem ser reveladas às crianças, para melhor conhecerem o sentido da Comunhão Eucarística.

- Comunhão no coração: realmente Jesus está presente no coração da criança batizada, como num sacrário vivo e consagrado pela unção do óleo santo, no dia do batismo: “1 Corintios 3,16”? Confira! Cabe aos pais e aos catequistas revelar essa maravilha às crianças e educá-las a abrir cada vez mais esse templo pra Jesus habitar e agir em suas vidas (como nas nossas). Ensinar a oração espontânea com Jesus como exercício da fé. Isso é Comunhão!

- No Sacrário: falar-lhes que em verdade Jesus está ali presente. É importante esse exercício da catequista levar as crianças bem pertinho do sacrário de Jesus e ensina-las a falar com Ele – oração espontânea e direta da criança para Jesus. Esse contato é uma comunhão não sacramental, mas mística, espiritual, que toca as crianças e também os catequistas.

- Comunhão fraterna: proclame sempre no início de cada aula: “Mateus 18, 19-20”. Verifique que aqui Jesus se apresenta e passa a fazer parte do grupo, necessitando apenas da voz de ternura e generosidade do catequista para interagir nas crianças. Estimular a resposta, após a leitura desse trecho no Evangelho: “Amém”. “Ele está no meio de nós”, resposta que se repete três vezes na Santa Missa. Aqui, mesmo sem Sacrário, Ele se faz presente na Comunidade reunida em seu nome. Apresentar-lhes o Jesus vivo, motivando-os a darem as mãos um ao outro e também ao catequista, formando um círculo. E então, o catequista proclama: “Eis Cristo Jesus aqui”. Todos nós unidos pelo Espírito Santo: “mãos dadas – sinal de união”. Em seguida, o catequista solta a mão direita da mão esquerda da criança próxima (os outros continuam de mãos dadas) e proclama apresentando sua mão solta: “eis a mão direita de Jesus!”. E apontando para a criança à sua direita com sua mão solta, também proclama: “Eis a mão esquerda de Jesus!”.

Quando unidos, de mãos dadas com os irmãos, vivificamos o próprio Jesus. Lembrem-se do que Ele disso no Evangelho!

O catequista deve exortar e manifestar este exercício com convicção e fé para tocar o coração da criança e ser tocado também no sei apostolado catequético.

Lembrem-se sempre: “Levemos Jesus para dentro do coração das crianças, antes que entre o mal”. (São Pio X – O Papa que decidiu sobre a Santa Eucaristia)




Palavra de fé: “Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanece na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar frutos, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós os ramos”. (João 15, 4-5a)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Uma reflexão sobre o Domingo de Ramos

Mais uma semana e já estaremos na Semana Santa. A partir daí, em alguns lugares do mundo se cultiva a fé em Jesus Cristo. Fiéis se reunirão para relembrar “a entrada gloriosa em Jerusalém e aclamado como um Rei pelo povo nas ruas”. Ler em “João 12,13”!

A realidade humana é de fato imprevisível, principalmente quando ela manifesta seu instinto de maldade. O mesmo povo que hoje aclama e glorifica como Rei, alguns dias depois irá pedir que ele morra: “João 19,6”.

O mesmo povo que ele curou e dele recebeu tanta prova de amor, dentro de poucos dias participarão do processo de sua condenação.

O que aconteceu naqueles tempos, e ainda acontece hoje, é que nem sempre um povo é mau, mas sim os seus dirigentes ou as lideranças no poder. É o povo como massa de manobra sem imaginar as conseqüências.

E bom, ao longo deste “Tempo Pascoal”, que reflitamos e meditemos sobre nossas atitudes, se somos manipulados e usados, como aquele povo de Jerusalém. O tempo passa, a humanidade evolui... mas o processo de manipular, explorar, massificar continua no mundo, imperando a falsidade e a traição!

E agora, queridos irmãos em Cristo?

Resta-nos guardar com fé estas palavras de Jesus Cristo: “João 10, 17-18”!



Palavra de fé: “Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou”. (João 13,1)