A doença atinge principalmente pessoas com idade, entre 25 e 35 anos, sendo que a maioria dos portadores são mulheres. Fatores biológicos, como a constituição hormonal feminina, podem explicar porque as mulheres manifestam mais a doença que os homens. Por outro lado, as mulheres uma vez atingidas procuram mais o tratamento médico, ao contrário dos homens.
Com a doença, a vida profissional é fortemente afetada no dia-a-dia e, além disso, outras doenças estão associadas ao problema da síndrome do pânico, segundo pesquisas.
Geralmente 60% dos portadores da síndrome do pânico sofrem de depressão e 45% são alcoólatras e viciados em drogas.
Ao contrário do que se diz a doença não surgiu em função da vida agitada moderna, embora fatores como desemprego, falta de perspectivas profissionais, má qualidade de vida, falta de estrutura familiar,... possam agravar os sintomas da crise do pânico. Trata-se de uma doença física que precisa de medicação específica.
Os especialistas recomendam que os portadores da síndrome sejam submetidos a um tratamento que associe terapia comportamental e medicamentos.
Um bom tratamento, no período de três meses, pode trazer um alívio bem significativo e podem voltar a trabalhar e ter uma vida social normal, garante os especialistas.
Reconheça os sintomas: As crises de pânico chegam a durar até 30 minutos e os sintomas são bem desagradáveis:
- Palpitações (o coração dispara);
- Dores do peito;
- Tontura, atordoamento, náuseas;
- Dificuldade para respirar;
- Sensação de formigamento ou fraqueza nas mãos;
- Calafrios ou ondas de calor;
- Sensação de estar sonhando ou distorções de percepção da realidade;
- Terror – sensação de que algo inimaginavelmente horrível está prestes a acontecer e de que está impotente para evitar tal acontecimento;
- Medo de perder o controle e fazer algo ruim;
- Medo de morrer.
O tratamento deve ser preferencialmente, tratado por psiquiatra.
Para obter informações sobre o tratamento psiquiátrico, a pessoa deve dirigir-se a um dos seguintes lugares:
- Hospitais universitários;
- Centros de saúde mental da comunidade;
- Hospitais psiquiátricos públicos;
- Serviços psiquiátricos de hospitais gerais e
- Associações profissionais como sociedades médicas ou associações de psiquiatria.
Procure ajuda, lute, pois as chances de cura são enormes.
E guarde bem: O reencontro com a fé será de grande valia. Experimente!
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
O que a Igreja ensina sobre... Adoção de crianças
“O dom da fecundidade do casal, contudo, deve ser concebido de maneira muito mais ampla do que a única dimensão da fertilidade biológica. O amor esponsal, como manifestação concreta do amor de Deus pela humanidade, é sempre chamado à amar, servir, defender e promover a vida humana (João Paulo II) – em todas as suas dimensões, mesmo quando, de fato, não a pode gerar biologicamente. Por isso, sentimo-nos profundamente próximos dos casais esposos, que ainda não conseguem encontrar na medicina uma solução para a sua condição de esterilidade, encorajá-los fraternalmente a exprimir e realizar igualmente a sua fecundidade conjugal, pondo-se com generosidade ao serviço das numerosas situações humanas necessitadas de amor e de partilha. Entre elas, merecem uma particular menção os institutos sociais de adoção e de entrega periódica da criança a uma família, para os quais desejamos normativas jurídicas cada vez mais capazes de garantir as devidas garantias e, simultaneamente, tempos rápidos para as práticas burocráticas”.
(Comunicado final da X Assembléia Geral da Pontifícia Academia da Vida)
Adoção de embriões:
- A adoção de embriões pode ser a alternativa ao seu uso em pesquisas. Em países onde pesquisas com células-tronco estão legalizadas, como Brasil, Inglaterra, EUA e Coréia, grupos contrários apostam na “adoção” de embriões de clínicas de fecundação assistida, para evitar seu descarte ou uso em pesquisas. Nas clínicas implantam-se no útero embriões congelados e guardados em tanques de nitrogênio, “sobras” de outras fertilizações in vitro. A gestação completa e o parto natural garantem que o bebê seja registrado como filho legítimo, ainda que sem parentesco genético com os pais.
Considerando que:
1. Os embriões são seres humanos vivos em constante desenvolvimento, sujeitos distintos da mãe e de seus progenitores, possuidores desde a sua concepção de identidade genética própria e permanente. E que, portanto, igualmente as pessoas nascidas, são dignas de um sincero respeito, independentemente de seu estágio de desenvolvimento, forma ou tamanho. Não merecem o destino de serem utilizados como matéria-prima de processos industriais ou serem objeto de investigação científica (como “cobaias”).
2. Setores da indústria biotecnológica internacional e alguns pesquisadores brasileiros estão promovendo uma campanha de opinião a favor da utilização “terapêutica” de células embrionárias humanas a partir da destruição de embriões humanos que “sobram” na fertilização in vitro.
Assim sendo, deve ser promovida:
A proteção dos embriões humanos que sobrem nos processos de fecundação assistida. O erro cometido por ocasião da produção e do armazenamento dos embriões, não justifica, agora, um outro erro que é a utilização desses embriões em pesquisas, reduzindo-os ao status de coisa ou objeto e, consequentemente, negando seu significado ontológico.
Com a possibilidade de adoção desses embriões congelados, evitar-se-ia a destruição desses seres humanos. Nesse caso, poderia abrir-se uma exceção, permitindo que mulheres solteiras procriassem (adotassem) esses embriões, além das casadas, ou em união estável. Seria menos mais que a destruição desses embriões.
(Comunicado final da X Assembléia Geral da Pontifícia Academia da Vida)
Adoção de embriões:
- A adoção de embriões pode ser a alternativa ao seu uso em pesquisas. Em países onde pesquisas com células-tronco estão legalizadas, como Brasil, Inglaterra, EUA e Coréia, grupos contrários apostam na “adoção” de embriões de clínicas de fecundação assistida, para evitar seu descarte ou uso em pesquisas. Nas clínicas implantam-se no útero embriões congelados e guardados em tanques de nitrogênio, “sobras” de outras fertilizações in vitro. A gestação completa e o parto natural garantem que o bebê seja registrado como filho legítimo, ainda que sem parentesco genético com os pais.
Considerando que:
1. Os embriões são seres humanos vivos em constante desenvolvimento, sujeitos distintos da mãe e de seus progenitores, possuidores desde a sua concepção de identidade genética própria e permanente. E que, portanto, igualmente as pessoas nascidas, são dignas de um sincero respeito, independentemente de seu estágio de desenvolvimento, forma ou tamanho. Não merecem o destino de serem utilizados como matéria-prima de processos industriais ou serem objeto de investigação científica (como “cobaias”).
2. Setores da indústria biotecnológica internacional e alguns pesquisadores brasileiros estão promovendo uma campanha de opinião a favor da utilização “terapêutica” de células embrionárias humanas a partir da destruição de embriões humanos que “sobram” na fertilização in vitro.
Assim sendo, deve ser promovida:
A proteção dos embriões humanos que sobrem nos processos de fecundação assistida. O erro cometido por ocasião da produção e do armazenamento dos embriões, não justifica, agora, um outro erro que é a utilização desses embriões em pesquisas, reduzindo-os ao status de coisa ou objeto e, consequentemente, negando seu significado ontológico.
Com a possibilidade de adoção desses embriões congelados, evitar-se-ia a destruição desses seres humanos. Nesse caso, poderia abrir-se uma exceção, permitindo que mulheres solteiras procriassem (adotassem) esses embriões, além das casadas, ou em união estável. Seria menos mais que a destruição desses embriões.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Reflexão sobre os Evangelhos de domingo, 21/03 até 27/03
Domingo, em “João 8,1-11”, Jesus nos fala sobre o pecado. Estando no Templo, os escribas e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério. Citando a Lei de Moisés que a condenava ao apedrejamento, perguntaram-lhe: “O que dizes disto?”. Perguntaram-lhe querendo pô-lo a prova e condená-lo. Após algum tempo em silêncio respondeu-lhes: “Quem de vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra”. Lançar pedra aos outros é cômodo: pode dar a sensação que nada temos a justificar, que não temos defeitos. Na mulher adultera o significado de nós mesmos: frágeis e pecadores.
Segunda-feira, ainda “João 8,12-20”, mais uma discussão entre Jesus e os fariseus. Jesus afirma: “Eu sou a luz do mundo”, e mais: “Eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é digno de fé, porque sei de onde vim e para onde vou”. Assim com autoridade, Jesus ensinava no Templo.
Terça-feira, “João 8,21-30”, Jesus fala da sua morte e deixa também para as autoridades religiosas judaicas uma afirmação: “Morrereis no vosso pecado”. Este pronunciamento de Jesus por causa da oposição a Ele. Aqui, Jesus revela ao mesmo tempo a sua divindade e a sua dependência do Pai. E muitos creram.
Quarta-feira, “João 8,31-42”, aqui de maneira clara, Jesus diz aos que nele creram: “A verdade vos libertará”. A palavra de Jesus é como uma luz que brilha sobre nosso egoísmo, escravizando-nos pelas nossas más obras e atitudes. No amor do Senhor, seremos verdadeiramente livres.
Quinta-feira, “Lucas 1,26-38” – Anunciação do Senhor! Hoje, nove meses antes do Natal, celebramos a visita do arcanjo Gabriel à Maria, para convidá-la a ser a Mãe do Senhor. Ao aceitar, Maria revela a sua fé e humildade. Por ser humilde, crê em coisas humanamente impossíveis e se coloca na condição de escrava do Senhor. Tudo isto mistério de misericórdia do Altíssimo e ato de fé e humildade de Maria.
Sexta-feira, “João 10,31-42”. Neste Evangelho dois grupos com duas atitudes opostas diante de Jesus: os que crêem e os que não crêem. Os que não crêem tentam apedrejá-lo por declarar-se Filho de Deus (blasfêmia). Diante dessa atitude, Jesus lembra-lhe a Escritura e as suas obras.
Sábado, “João 11,45-56”, os pontífices e os fariseus convocam o conselho para tomarem uma contra o incômodo, chamado Jesus. E resolveram tirar-lhe a vida. Jesus retirou-se para a região vizinha do decreto junto com os seus discípulos. Jesus deu sua vida para mudar os corações dos homens, transformando-os de alienados em irmãos, de uma sociedade injusta e dividida em outra mais fraterna e unificada.
Fraternidade e Comunhão, frutos da Páscoa.
Para refletir: Como devemos enfrentar as nossas adversidades?
Pergunta da semana: Qual o Evangelho desta semana que cita várias vezes o nome de Abraão?
Responda certo e ganhe uma Bíblia Ave Maria e o livro “Louvemos o Senhor 2009”, enviando a sua resposta até a próxima sexta-feira, dia 02/04/2010, para o e-mail: paula_vts@hotmail.com com o nome completo, endereço, telefone e e-mail (se tiver).
Reposta da semana passada: “João 5,45-46”.
Segunda-feira, ainda “João 8,12-20”, mais uma discussão entre Jesus e os fariseus. Jesus afirma: “Eu sou a luz do mundo”, e mais: “Eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é digno de fé, porque sei de onde vim e para onde vou”. Assim com autoridade, Jesus ensinava no Templo.
Terça-feira, “João 8,21-30”, Jesus fala da sua morte e deixa também para as autoridades religiosas judaicas uma afirmação: “Morrereis no vosso pecado”. Este pronunciamento de Jesus por causa da oposição a Ele. Aqui, Jesus revela ao mesmo tempo a sua divindade e a sua dependência do Pai. E muitos creram.
Quarta-feira, “João 8,31-42”, aqui de maneira clara, Jesus diz aos que nele creram: “A verdade vos libertará”. A palavra de Jesus é como uma luz que brilha sobre nosso egoísmo, escravizando-nos pelas nossas más obras e atitudes. No amor do Senhor, seremos verdadeiramente livres.
Quinta-feira, “Lucas 1,26-38” – Anunciação do Senhor! Hoje, nove meses antes do Natal, celebramos a visita do arcanjo Gabriel à Maria, para convidá-la a ser a Mãe do Senhor. Ao aceitar, Maria revela a sua fé e humildade. Por ser humilde, crê em coisas humanamente impossíveis e se coloca na condição de escrava do Senhor. Tudo isto mistério de misericórdia do Altíssimo e ato de fé e humildade de Maria.
Sexta-feira, “João 10,31-42”. Neste Evangelho dois grupos com duas atitudes opostas diante de Jesus: os que crêem e os que não crêem. Os que não crêem tentam apedrejá-lo por declarar-se Filho de Deus (blasfêmia). Diante dessa atitude, Jesus lembra-lhe a Escritura e as suas obras.
Sábado, “João 11,45-56”, os pontífices e os fariseus convocam o conselho para tomarem uma contra o incômodo, chamado Jesus. E resolveram tirar-lhe a vida. Jesus retirou-se para a região vizinha do decreto junto com os seus discípulos. Jesus deu sua vida para mudar os corações dos homens, transformando-os de alienados em irmãos, de uma sociedade injusta e dividida em outra mais fraterna e unificada.
Fraternidade e Comunhão, frutos da Páscoa.
Para refletir: Como devemos enfrentar as nossas adversidades?
Pergunta da semana: Qual o Evangelho desta semana que cita várias vezes o nome de Abraão?
Responda certo e ganhe uma Bíblia Ave Maria e o livro “Louvemos o Senhor 2009”, enviando a sua resposta até a próxima sexta-feira, dia 02/04/2010, para o e-mail: paula_vts@hotmail.com com o nome completo, endereço, telefone e e-mail (se tiver).
Reposta da semana passada: “João 5,45-46”.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Depressão
Se você conhece alguém que sofre, ajude-o!
Se você é alguém que sofre, peça ajuda!
Como é difícil falar sobre depressão... Parece que nos sentimos “deprimidos” só de falar ou ler sobre este assunto... Fiquei pensando o porquê deste sentimento, e chego à conclusão de que talvez seja porque poucos de nós saibamos que existe tratamento e cura para essa terrível doença. Mas se existe cura, porque existem tantas pessoas que continuam a sofrer? Talvez porque elas precisem que você leia este artigo para que possa ajudá-las... Sim, elas sozinhas dificilmente conseguirão, mas você pode fazer toda a diferença!
Parece incrível, mas apesar de tanto ouvirmos falar da tal doença do século, a depressão ainda é tão desconhecida para a maioria das pessoas... E foi por este motivo que eu resolvi escrever sobre ela, pois precisamos ajudar a reconhecê-la, e o mais importante: ajudar as pessoas a se curarem, pois acredite, o tratamento está bem mais perto do que você imagina!
Conviver com um depressivo é muito mais difícil do que qualquer pessoa possa imaginar, pois por mais que a família se esforce, nada, mas nada parece ser capaz de trazer novamente a alegria de viver àquela pessoa que tanto amamos...
Na minha opinião profissional, o fato mais triste sobre a depressão é que muito deste sofrimento é desnecessário.
A maioria das pessoas com depressão, infelizmente não procura tratamento, embora uma grande parte pudesse ser auxiliada, mesmo aquelas pessoas com distúrbios mais graves.
O depressivo geralmente está completamente indeciso com relação a tudo, por isto, é de suma importância que você o ajude a iniciar o tratamento.
Eu sei o quanto é complicado tirar um deprimido de dentro de casa, mas uma simples caminhada é capaz de produzir efeitos maravilhosos no paciente, principalmente se ela for praticada com constância, pois o exercício físico libera endorfinas que são antidepressivos naturais fabricados pelo nosso corpo. Elas são capazes de aumentar o bem-estar, fazer o intestino funcionar melhor, a pressão arterial ficar mais estável e a pessoa ter menos taquicardia.
Embora a depressão seja uma doença que incomode muito a vida do paciente e de sua família, ela costuma ser fácil de tratar. Assim como na depressão o doente não é capaz de se imaginar bem, quando ela passa, a pessoa não consegue imaginar como foi possível estar tão mal a tão pouco tempo atrás.
A depressão, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é uma tristeza muito grande, uma falta de vontade de lutar ou preguiça... Ela é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza. Nas crianças, a depressão muitas vezes é confundida com agressividade ou hiperatividade e no idoso com esclerose já que seu principal sintoma nem sempre é a tristeza.
Muitas podem ser as causas da depressão, como fatores genéticos, ambientais, sociais e psicológicos como o stress, o estilo de vida e os acontecimentos da vida como a morte, a separação, crise da meia idade, aposentadoria, menopausa...
A depressão, infelizmente, ainda é uma das principais causas do suicídio... principalmente na adolescência.
A família, muitas vezes, chega ao consultório com uma ansiedade enorme, quer ajudar e não sabe como... Eu vou te responder, então: o mais importante para ajudá-lo é entender que ele está doente e que por mais que se esforce não é capaz de sair desta sozinho. Ele precisa de muita compreensão... precisa que você dê o primeiro passo.
Se você é alguém que sofre, peça ajuda!
Como é difícil falar sobre depressão... Parece que nos sentimos “deprimidos” só de falar ou ler sobre este assunto... Fiquei pensando o porquê deste sentimento, e chego à conclusão de que talvez seja porque poucos de nós saibamos que existe tratamento e cura para essa terrível doença. Mas se existe cura, porque existem tantas pessoas que continuam a sofrer? Talvez porque elas precisem que você leia este artigo para que possa ajudá-las... Sim, elas sozinhas dificilmente conseguirão, mas você pode fazer toda a diferença!
Parece incrível, mas apesar de tanto ouvirmos falar da tal doença do século, a depressão ainda é tão desconhecida para a maioria das pessoas... E foi por este motivo que eu resolvi escrever sobre ela, pois precisamos ajudar a reconhecê-la, e o mais importante: ajudar as pessoas a se curarem, pois acredite, o tratamento está bem mais perto do que você imagina!
Conviver com um depressivo é muito mais difícil do que qualquer pessoa possa imaginar, pois por mais que a família se esforce, nada, mas nada parece ser capaz de trazer novamente a alegria de viver àquela pessoa que tanto amamos...
Na minha opinião profissional, o fato mais triste sobre a depressão é que muito deste sofrimento é desnecessário.
A maioria das pessoas com depressão, infelizmente não procura tratamento, embora uma grande parte pudesse ser auxiliada, mesmo aquelas pessoas com distúrbios mais graves.
O depressivo geralmente está completamente indeciso com relação a tudo, por isto, é de suma importância que você o ajude a iniciar o tratamento.
Eu sei o quanto é complicado tirar um deprimido de dentro de casa, mas uma simples caminhada é capaz de produzir efeitos maravilhosos no paciente, principalmente se ela for praticada com constância, pois o exercício físico libera endorfinas que são antidepressivos naturais fabricados pelo nosso corpo. Elas são capazes de aumentar o bem-estar, fazer o intestino funcionar melhor, a pressão arterial ficar mais estável e a pessoa ter menos taquicardia.
Embora a depressão seja uma doença que incomode muito a vida do paciente e de sua família, ela costuma ser fácil de tratar. Assim como na depressão o doente não é capaz de se imaginar bem, quando ela passa, a pessoa não consegue imaginar como foi possível estar tão mal a tão pouco tempo atrás.
A depressão, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é uma tristeza muito grande, uma falta de vontade de lutar ou preguiça... Ela é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza. Nas crianças, a depressão muitas vezes é confundida com agressividade ou hiperatividade e no idoso com esclerose já que seu principal sintoma nem sempre é a tristeza.
Muitas podem ser as causas da depressão, como fatores genéticos, ambientais, sociais e psicológicos como o stress, o estilo de vida e os acontecimentos da vida como a morte, a separação, crise da meia idade, aposentadoria, menopausa...
A depressão, infelizmente, ainda é uma das principais causas do suicídio... principalmente na adolescência.
A família, muitas vezes, chega ao consultório com uma ansiedade enorme, quer ajudar e não sabe como... Eu vou te responder, então: o mais importante para ajudá-lo é entender que ele está doente e que por mais que se esforce não é capaz de sair desta sozinho. Ele precisa de muita compreensão... precisa que você dê o primeiro passo.
Anunciação do Senhor
Hoje, precisamente nove meses antes do nata, celebramos a solenidade da “Anunciação” à virgem Maria pelo anjo Gabriel, convidando-a a ser Mãe do Senhor. Maria estava prometida em casamento a José.
Maria perturbou-se com as palavras do anjo e pôs-se a pensar no convite recebido. Após esse momento de surpresa, Maria se submete num ato de fé e de humildade. E assim, humildemente, crê em coisas humanamente impossíveis. E ouve o anjo Gabriel: “Lucas 1,30-33”.
Maria, noiva de José e ainda virgem pergunta: “Lucas 1,34”.
Resposta: “Lucas 1,35-37”.
Convencida pela fé: “Lucas 1,38”.
Assim, Deus faz de Maria a Mãe intacta do seu Filho Unigênito. Maria, grávida, a partir desse momento. Verdadeiro mistério de misericórdia do Altíssimo e ato de humildade e fé de Maria. “Lucas 1,46-49”.
Assim, se confirmou a profecia de Isaías: “Isaías 7,14”.
E o canto de ação de graças: “Salmo 39,9”.
Oremos: “Ave Maria ...”
Maria perturbou-se com as palavras do anjo e pôs-se a pensar no convite recebido. Após esse momento de surpresa, Maria se submete num ato de fé e de humildade. E assim, humildemente, crê em coisas humanamente impossíveis. E ouve o anjo Gabriel: “Lucas 1,30-33”.
Maria, noiva de José e ainda virgem pergunta: “Lucas 1,34”.
Resposta: “Lucas 1,35-37”.
Convencida pela fé: “Lucas 1,38”.
Assim, Deus faz de Maria a Mãe intacta do seu Filho Unigênito. Maria, grávida, a partir desse momento. Verdadeiro mistério de misericórdia do Altíssimo e ato de humildade e fé de Maria. “Lucas 1,46-49”.
Assim, se confirmou a profecia de Isaías: “Isaías 7,14”.
E o canto de ação de graças: “Salmo 39,9”.
Oremos: “Ave Maria ...”
quarta-feira, 24 de março de 2010
Colóquio afetivo
Todos nós sabemos, e somos mais do que conscientes, que a oração não pode ser uma ladainha de pedidos e súplicas, mas que é necessário instaurar com Deus nosso Pai amigo, um diálogo de amor.
Deus é amor e Ele nos ama com o mesmo amor com que Ele ama a si mesmo. Essa certeza é a base da nossa oração e um passo fundamental entre todos os outros que fazemos no caminho que tem como finalidade nos levar ao diálogo com Deus. Todo diálogo não pode ser demasiadamente formal, necessita de espontaneidade, de abertura, de comunhão. O diálogo é a forma mais bela com que se revela a amizade entre as pessoas. Para nós, é possível o diálogo somente através das palavras, mas nosso colóquio com Deus, mais do que palavras, é presença silenciosa e amorosa diante dele.
Depois de termos escutado e meditado a palavra de Deus, surge espontânea em nós a necessidade de traduzir com palavras, com gestos ou silenciosamente todo o nosso amor para com Ele. Jesus nos recorda: “Quando rezardes, não multipliqueis as palavras como fazem os pagãos. O Pai sabe do que necessitais” (Mateus 6,7-8). Deus, conhecendo em profundidade o nosso ser e a nossa pobreza, estende a mão para nos ajudar antes que nós lhe peçamos. É o próprio do amor prevenir os que nós amamos. O diálogo com Deus deve ter duas características fundamentais:
1. Deve ser um diálogo humilde, sem prepotência. Nunca diante de Deus e diante dos outros, podemos levantar a voz e fazer valer os nossos direitos. O direito do amor é amar. O dever é deixar-se amar. Nesse relacionamento de humildade, é que nos sentimos atraídos por Deus e amados numa forma toda especial. Ser humilde é reconhecer de um lado as nossas fragilidades e pecados e, de outro, saber também reconhecer as nossas capacidades, dons, riqueza e amor. Deus gosta que nós lhe digamos que o amamos sobre todas as coisas.
2. O diálogo deve ser sincero. Não podemos cair no diálogo dos fariseus que se apresentavam diante de Deus como cumpridores fiéis de todos os deveres e, por isso, achavam-se em grau de julgar o publicano. A sinceridade da oração deve nos levar a apresentar diante de Deus o que somos na realidade, sem máscaras, sem maquiagem. Na mudez do nosso espírito, o Senhor realiza suas maravilhas. Na sinceridade do diálogo, devemos conversar com ele de tudo o que nos faz felizes ou infelizes, tristes ou alegres, e esperar que ele venha em nossa ajuda e socorro.
Assim, concretizamos o diálogo afetivo, amoroso, cheio de ternura filial com o nosso Deus. Podemos, então, sentir sua presença em nossa vida e confirmar em nós a certeza de que Ele nos ama. Deus “não quer sacrifícios e holocaustos”, mas sim um coração humilde e arrependido, um coração sincero que se revela em tudo na sua beleza e na sua fragilidade. Santa Teresinha nos ensina como deve ser o nosso diálogo, quando diz: “Para mim, a oração é um impulso do coração, um simples olhar para o Céu, um grito de gratidão e de amor no meio da provocação como no meio da alegria. Enfim, é alguma coisa de grande, de sobrenatural que dilata a minha alma e me une a Jesus”.
Deus é amor e Ele nos ama com o mesmo amor com que Ele ama a si mesmo. Essa certeza é a base da nossa oração e um passo fundamental entre todos os outros que fazemos no caminho que tem como finalidade nos levar ao diálogo com Deus. Todo diálogo não pode ser demasiadamente formal, necessita de espontaneidade, de abertura, de comunhão. O diálogo é a forma mais bela com que se revela a amizade entre as pessoas. Para nós, é possível o diálogo somente através das palavras, mas nosso colóquio com Deus, mais do que palavras, é presença silenciosa e amorosa diante dele.
Depois de termos escutado e meditado a palavra de Deus, surge espontânea em nós a necessidade de traduzir com palavras, com gestos ou silenciosamente todo o nosso amor para com Ele. Jesus nos recorda: “Quando rezardes, não multipliqueis as palavras como fazem os pagãos. O Pai sabe do que necessitais” (Mateus 6,7-8). Deus, conhecendo em profundidade o nosso ser e a nossa pobreza, estende a mão para nos ajudar antes que nós lhe peçamos. É o próprio do amor prevenir os que nós amamos. O diálogo com Deus deve ter duas características fundamentais:
1. Deve ser um diálogo humilde, sem prepotência. Nunca diante de Deus e diante dos outros, podemos levantar a voz e fazer valer os nossos direitos. O direito do amor é amar. O dever é deixar-se amar. Nesse relacionamento de humildade, é que nos sentimos atraídos por Deus e amados numa forma toda especial. Ser humilde é reconhecer de um lado as nossas fragilidades e pecados e, de outro, saber também reconhecer as nossas capacidades, dons, riqueza e amor. Deus gosta que nós lhe digamos que o amamos sobre todas as coisas.
2. O diálogo deve ser sincero. Não podemos cair no diálogo dos fariseus que se apresentavam diante de Deus como cumpridores fiéis de todos os deveres e, por isso, achavam-se em grau de julgar o publicano. A sinceridade da oração deve nos levar a apresentar diante de Deus o que somos na realidade, sem máscaras, sem maquiagem. Na mudez do nosso espírito, o Senhor realiza suas maravilhas. Na sinceridade do diálogo, devemos conversar com ele de tudo o que nos faz felizes ou infelizes, tristes ou alegres, e esperar que ele venha em nossa ajuda e socorro.
Assim, concretizamos o diálogo afetivo, amoroso, cheio de ternura filial com o nosso Deus. Podemos, então, sentir sua presença em nossa vida e confirmar em nós a certeza de que Ele nos ama. Deus “não quer sacrifícios e holocaustos”, mas sim um coração humilde e arrependido, um coração sincero que se revela em tudo na sua beleza e na sua fragilidade. Santa Teresinha nos ensina como deve ser o nosso diálogo, quando diz: “Para mim, a oração é um impulso do coração, um simples olhar para o Céu, um grito de gratidão e de amor no meio da provocação como no meio da alegria. Enfim, é alguma coisa de grande, de sobrenatural que dilata a minha alma e me une a Jesus”.
terça-feira, 23 de março de 2010
Jesus não é um ídolo
Recebo cartas de todo o país. Entre elas, as de alguns que se dizem meus fãs e que sou seu ídolo. Que pena! Por mais branda que seja a palavra ídolo, é sempre errado colocar alguém no lugar de Deus. Ídolo é exatamente isso: um falso Deus. Uma imagem é só uma imagem, um símbolo, uma lembrança ou um sinal, até o momento em que é adorada. Então vira ídolo.
Estátuas e imagens não atrapalham em nada quando são tratadas como objetos de culto e não sujeitos do culto. Faca é coisa boa enquanto bem usada. Mal usada vira objeto perigoso, nas mãos de quem não sabe a diferença é arma. Nas mãos da cozinheira tranqüila é instrumento de trabalho. Estátuas e imagens nas mãos de cristãos inteligentes são apenas instrumentos de culto. Nas mãos de cristão mal evangelizado, se for católico, pode levar à idolatria ou ao culto errado das imagens que a Igreja condena; nas mãos de crente fanático vira objeto de calúnia porque ele passa a acusar quem não é de sua igreja de idólatras, só porque tais pessoas usam imagens. Ele se ofenderia se eu o chamasse de assassino só porque tem uma faca em casa. Se ter uma faca e usá-la direito não é pecado, ter uma imagem e usá-la direito também não é. Está lá na Bíblia deles e na nossa. Deus permite e manda fazer, desde que não sejam adoradas.
A palavra ídolo é mal usada por uns e outros. Espanta-me ver pessoas que chamam Jesus de seu ídolo. Atriz famosa, numa entrevista, interrogada sobre qual era seu ídolo respondeu que era Jesus. Enganou-se, Jesus não ocupa o lugar de Deus. Ele é Deus de verdade. Se Jesus for um simples homem, então católicos e evangélicos são idólatras, porque tanto uns como outros adoram Jesus. Seriam um idólatra acusando o outro. Se Jesus é Deus, então qualquer tributo prestado a ele é louvor verdadeiro. Para o cristão Jesus é Deus e não ídolo.
Da próxima vez que lhe perguntarem sobre seu ídolo, diga que é cristão e por isso não tem ídolos. Nem diga a uma pessoa que você a adora. Adoração, só Deus merece. Queira bem, curta, admire, encante-se, mas não adore nem pessoas e nem coisas. Guarde essa palavra para Deus: Pai, Filho e Espírito Santo.
Cá entre nós católicos: católico evangelizado não adora nem santo, nem imagem. Ele venera e respeita. Só adora a Deus. Cá entre nós católicos: evangélico evangelizado não acusa levianamente os outros de idólatras... nem se acha verdadeiro adorador desprezando os outros como falsos adoradores. Ele respeita e acaba entendendo que tanto na igreja dele quanto na nossa há idólatras. Todo aquele que põe alguma coisa acima de Deus é idólatra. Quem julga os outros também é... Diga isso aos irmãos que o acusam de estar nas trevas e na idolatria. Há muitas maneiras de ser idólatra: uma delas é brincar de Deus e sairmos por aí julgando os outros e achando-o menos cristãos do que nós.
Revista: O mensageiro de Santo Antônio
Estátuas e imagens não atrapalham em nada quando são tratadas como objetos de culto e não sujeitos do culto. Faca é coisa boa enquanto bem usada. Mal usada vira objeto perigoso, nas mãos de quem não sabe a diferença é arma. Nas mãos da cozinheira tranqüila é instrumento de trabalho. Estátuas e imagens nas mãos de cristãos inteligentes são apenas instrumentos de culto. Nas mãos de cristão mal evangelizado, se for católico, pode levar à idolatria ou ao culto errado das imagens que a Igreja condena; nas mãos de crente fanático vira objeto de calúnia porque ele passa a acusar quem não é de sua igreja de idólatras, só porque tais pessoas usam imagens. Ele se ofenderia se eu o chamasse de assassino só porque tem uma faca em casa. Se ter uma faca e usá-la direito não é pecado, ter uma imagem e usá-la direito também não é. Está lá na Bíblia deles e na nossa. Deus permite e manda fazer, desde que não sejam adoradas.
A palavra ídolo é mal usada por uns e outros. Espanta-me ver pessoas que chamam Jesus de seu ídolo. Atriz famosa, numa entrevista, interrogada sobre qual era seu ídolo respondeu que era Jesus. Enganou-se, Jesus não ocupa o lugar de Deus. Ele é Deus de verdade. Se Jesus for um simples homem, então católicos e evangélicos são idólatras, porque tanto uns como outros adoram Jesus. Seriam um idólatra acusando o outro. Se Jesus é Deus, então qualquer tributo prestado a ele é louvor verdadeiro. Para o cristão Jesus é Deus e não ídolo.
Da próxima vez que lhe perguntarem sobre seu ídolo, diga que é cristão e por isso não tem ídolos. Nem diga a uma pessoa que você a adora. Adoração, só Deus merece. Queira bem, curta, admire, encante-se, mas não adore nem pessoas e nem coisas. Guarde essa palavra para Deus: Pai, Filho e Espírito Santo.
Cá entre nós católicos: católico evangelizado não adora nem santo, nem imagem. Ele venera e respeita. Só adora a Deus. Cá entre nós católicos: evangélico evangelizado não acusa levianamente os outros de idólatras... nem se acha verdadeiro adorador desprezando os outros como falsos adoradores. Ele respeita e acaba entendendo que tanto na igreja dele quanto na nossa há idólatras. Todo aquele que põe alguma coisa acima de Deus é idólatra. Quem julga os outros também é... Diga isso aos irmãos que o acusam de estar nas trevas e na idolatria. Há muitas maneiras de ser idólatra: uma delas é brincar de Deus e sairmos por aí julgando os outros e achando-o menos cristãos do que nós.
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