quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A VERDADE SOBRE ROMEU E JULIETA

Sabem porque Romeu e Julieta são ícones do amor? São falados e lembrados, atravessaram os séculos incólumes no tempo, se instalando no mundo de hoje como casal modelo de amor eterno?

Porque morreram e não tiveram tempo de passar pelas adversidades que os relacionamentos estão sujeitos pela vida afora. Senão provavelmente Romeu estaria hoje com a Manoela e Julieta com o Ricardão.

Romeu nunca traiu a Julieta numa balada com uma loira linda e siliconada motivado pelo impulso do álcool.

Julieta nunca ficou 5 horas seguidas esperando Romeu ,fumando um cigarro atrás do outro, ligando incessantemente para o celular dele que estava desligado.

Romeu não disse para Julieta que a amava, que ela especial e depois sumiu por semanas. Julieta não teve a oportunidade de mostrar para ele o quanto ficava insuportável na TPM.

Romeu não saia sexta feira a noite para jogar futebol com os amigos e só voltava as 06h da manhã bêbado e com um sutiã perdido no meio da jaqueta (que não era da Julieta). Julieta não teve filhos, engordou, ficou cheia de estrias e celulite e histérica com muita coisa para fazer.

Romeu não disse para Julieta que precisava de um tempo, que estava confuso, querendo na verdade curtir a vida e que ainda era muito novo para se envolver definitivamente com alguém. Julieta não tinha um ex-namorado em quem ela sempre pensava ficando por horas distante, deixando Romeu com a pulga atrás da orelha.

Romeu nunca deixou de mandar flores para Julieta no dia dos namorados alegando estar sem dinheiro. Julieta nunca tomou um porre fenomenal e num momento de descontrole bateu na cara do Romeu no meio de um bar lotado.

Romeu nunca duvidou da virgindade da Julieta. Julieta nunca ficou com o melhor amigo de Romeu.

Romeu nunca foi numa despedida de solteiro com os amigos num prostíbulo.

Julieta nunca teve uma crise de ciúme achando que Romeu estava dando mole para uma amiga dela.

Romeu nunca disse para Julieta que na verdade só queria sexo e não um relacionamento sério, ela deve ter confundido as coisas. Julieta nunca cortou dois dedos de cabelo e depois teve uma crise porque Romeu não percebeu a mudança.

Romeu não tinha uma ex- mulher que infernizava a vida da Julieta.

Julieta nunca disse que estava com dor de cabeça e virou para o lado e dormiu.

Romeu nunca chegou para buscar a Julieta com uma camisa xadrez horrível de manga curta e um sapato para lá de ultrapassado, deixando- a sem saber onde enfiar a cara de vergonha...

Por essas e por outras que eles morreram se amando...



Palavra de fé: “E o perfume de tua boca como odor das maçãs; teus beijos são como um vinho delicioso que corre para o bem amado, umedecendo-lhe os lábios na hora do sono” (Cântico dos Cânticos 7,10)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Desafiou o câncer, por amor à vida do seu filho. E arriscou a própria vida!

Ao ver João tão saudável, ninguém diz que a gestação foi em meio a sessões de quimioterapia, radioterapia e remédios para combater um câncer de mama. Mesmo contra a vontade dos médicos e sabendo que eu poderia morrer, decidi levá-la adiante. Nunca tiraria um filho para continuar viva.

Eu me preparava para a cirurgia de retirada da mama, quando, durante o exame pré-operatório, descobri a gravidez. Já estava com três meses. Era loucura, porque passava por um processo de menopausa induzida! Meu médico foi taxativo: “Você tem a opção de tirar a mama e correr o risco de perder o bebê por falta de oxigenação ou prosseguir, mas o tumor pode crescer!”. Ou seja, era morte dos dois lados. Em casa, chorei muito. Meu namorado se desesperou e disse que não criaria uma criança doente se eu partisse. Nosso namoro terminou, mas não desisti – pedi a Deus que me desse forças para continuar. À medida que minha barriga crescia, pensava: “O que meu bebê fez para que eu prefira a minha vida à dele? E saía feliz dos exames de ultrassonografia, lembrando do médico dizendo: “Olhe os bracinhos dele, os dedos...”

Minha doença evoluiu, mas eu já não estava mais preocupada. Não sei de onde vinha tanta certeza. Sabia que ficaria bem e tudo daria certo. Com sete meses de gravidez, os médicos optaram pela cesárea. A sala de parto estava preparada para caso algo desse errado, porque eu podia morrer na mesa. Foi uma tensão indescritível. Felizmente o João nasceu perfeito, com 46 centímetros e 2,245 quilos. Ao ver o rosto do meu filho, chorei. Depois que ele saiu da UTI, onde passou dez dias internado, voltei a fazer quimioterapia. Agora que o tumor regrediu para 2 centímetros, aguardo o momento de fazer a mastectomia.

Antes, eu vivia deprimida – hoje, sou outra. Tenho um objetivo, vejo que recebi uma benção. Estava quase estéril, gravemente doente e, de repente, me descobri gerando um ser. Como poderia pensar em morte? Estou terminando o curso técnico de enfermagem e já faço estágios para ajudar outras pessoas com câncer. Quero mostrar que nenhuma dor resiste à grandeza da vida.



Palavra de fé: “Sofre as demoras de Deus; dedica-te a Deus, espera com paciência a fim de que no derradeiro momento tua vida se enriqueça”. (Eclesiástico 2,3)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

As palavras e o Ser Humano

"No início, era o Verbo": todos nós conhecemos esta frase da Bíblia. O mais interessante é que Deus não é comparado com uma figura, um efeito da natureza, e sim com uma expressão gramatical. No meu ofício de escritor, sou obrigado a concentrar-me na importância das palavras, mas creio que todo ser humano deva sempre prestar atenção ao que diz e ao que ouve.

Precisamos dividir. Mesmo que sejam informações que todos já saibam, é importante não se deixar levar pelo pensamento egoísta de chegar sozinho ao fim da jornada. Quem faz isto, descobre um paraíso vazio, sem qualquer interesse especial – e em breve estará morrendo de tédio.

Não podemos pegar as luzes que iluminam o caminho e carregar conosco. Se agirmos assim, vamos encher nossas mochilas com lanternas, e teremos que nos livrar do alimento que nos dá força para seguir adiante: amor.

Precisamos receber estímulos, conselhos, informações. Mas às vezes, por insegurança, interrompemos uma conversa no meio, com medo de mostrar ao nosso interlocutor que desconhecemos aquele assunto. Qual o problema de aprender? Por que nos sentimos humilhados quando alguém toca em temas que desconhecemos? Ninguém tem obrigação de conhecer tudo.

Disse Albert Einstein: "Cem vezes por dia eu me lembro que minha vida interior e minha vida exterior dependem do trabalho que outros homens estão fazendo agora. Por causa disso, preciso me esforçar para retribuir pelo menos uma parte desta generosidade – e não posso deixar nenhum minuto vazio."

E, enquanto não inventarem um novo processo de comunicação mais direto que a palavra, teremos que nos contentar com ela, mesmo que às vezes seja pobre demais para descrever o que sentimos. O poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade diz, em uma carta ao seu neto:

"Admiro que ame nos vegetais a carga de silêncio, Luis Maurício / Mas há que tentar o diálogo, quando a solidão é um vício."

Conheço pessoas que não dão importância à palavra. Mas conheço também pessoas que têm medo das palavras.

Sim, é verdade que às vezes dizemos: "Puxa, faz tempo que não discuto com fulano"; ou "nunca mais tive uma gripe". De repente, no dia seguinte, pegamos uma gripe ou discutimos com fulano.

Então concluímos: se comentarmos as coisas boas que acontecem conosco, isto trará má sorte.

Nada disso. Na verdade, antes de qualquer problema, a Alma do Mundo nos mostra quanto tempo ficamos sem nos aborrecer com determinada coisa. Ela quer nos dizer como a vida tem sido generosa até aquele momento – e continuará sendo, se superarmos com bravura o obstáculo.

Fale. Dialogue. Participe. Nada mais desprezível que o "observador" acomodado e covarde. Sua coragem em expressar opiniões vai lhe ajudar a crescer em qualquer dificuldade. Fale das coisas boas da sua vida para todos que quiserem ouvir: a Alma do Mundo precisa muito de sua alegria; Deus ficará contente ao ver seu sorriso. Fale dos momentos difíceis que pode estar vivendo: dê uma chance aos outros de dar aquilo que você precisa, nem que seja apenas uma frase de conforto.

A palavra é poder. As palavras transformam o mundo e o homem. Os vencedores falam com orgulho dos milagres de suas vidas. Quanto mais energia positiva ao seu redor, mais energia positiva será atraída, e mais alegres vão ficar aqueles que lhe querem bem. Quanto aos invejosos, aos derrotados – estes só poderão lhe causar algum dano se você lhes der este poder.

"Minha dança, minha bebida, e meu canto, são o colchão onde minha alma repousará, quando voltar ao mundo dos espíritos", diz um sábio indonésio.

Portanto, use verbos, sujeitos, predicados, e cante suas alegrias e tristezas, mas cante todos os dias de sua vida.





Palavra de fé: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus”. (João 1,1)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Dislexia: quando as palavras não fazem sentido

Quanto mais cedo o problema for tratado, melhor será o rendimento escolar, profissional e até social da pessoa.

O texto com parágrafos longos ou vocabulário recheado de termos novos pode ser um desafio e tanto para um disléxico. O problema anda em moda nas escolas e boa parte das crianças com algum tipo de dificuldade de leitura ganha esse rótulo. Na prática, estudos recentes, capitaneados pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, mostraram que, de cada 100 alunos encaminhados ao médico com suspeita de dislexia, apenas três apresentaram o distúrbio. De qualquer forma, o diagnóstico precoce é essencial para barrar um ciclo bem conhecido entre os que sofrem de dislexia: a criança tem dificuldade de aprender, não se arrisca, para de estudar e perde o interesse pela escola por medo, puro medo. Na sala de aula, o disléxico, diante de um texto, pode ter dor de barriga, suar e sentir um mal-estar.

A dislexia é um distúrbio de linguagem sem causa definida, que traz dificuldades para ler, escrever e também soletrar. Os especialistas não sabem ao certo o que leva algumas pessoas a desenvolver isso. Existem pesquisas apontando que o problema pode ser herdado de pai para filho. Não tem cura, mas tem tratamento, ou seja, aprende-se a superar as dificuldades e a traçar novas rotas cerebrais para entender com perfeição um texto. O disléxico apresenta uma falha na decodificação da linguagem escrita. Isso significa que nem sempre identifica as letras de uma palavra e também pode não relacionar o som à letra. Vale saber que não tem nada a ver com déficit intelectual. Mesmo assim, é comum a criança passar a se inferiorizar, o que, em um futuro próximo, pode se traduzir em baixa estima. Existem, inclusive, adultos que são disléxicos e não sabem. E amargam frustrações – sociais e profissionais – ao longo da vida.

Para cada 100 alunos encaminhados para avaliação, três apresentam o distúrbio.
Descobrir o problema precocemente é o ideal para evitar que os danos emocionais se instalem. O diagnóstico, porém, nem sempre é tão simples. Por volta dos 7 anos de idade acontece a alfabetização. E esse é um processo bem individual: algumas crianças pegam o jeito das palavras rapidamente e outras tropeçam até conseguir formá-las e interpretá-las corretamente. Além disso, problemas de visão, audição, déficits intelectuais, alterações de comportamento e métodos de ensino pouco estimulantes podem prejudicar o aprendizado do abecedário nessa fase.

O que os especialistas recomendam, em caso de suspeita de dislexia, é uma avaliação cautelosa, realizada por médicos e psicólogos. O tratamento também envolve esses profissionais e tem como objetivo ajudar a pessoa a traçar um novo caminho e, assim, ativar outras áreas cerebrais que deem apoio para a leitura. No caso, esse objetivo seria formar a palavra e desenvolver a fluência no texto. A escola também tem papel importante em toda essa etapa, ajudando a identificar as falhas da criança durante a aprendizagem, ou ao longo do tratamento. Uma coisa é certa: com a ajuda adequada qualquer disléxico pode driblar suas dificuldades e, finalmente, conseguir reunir as palavras de uma maneira que faça todo o sentido.




Palavra de fé: “Que teus olhos vejam de frente e que tua vista perceba o que há diante de ti!” (Provérbios 4,25)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Urias e o adultério do Rei Davi

Urias, um dos mais valorosos generais do exército de Davi, era casado com Betsabé, mulher de rara beleza e formosura. Residia em Jerusalém nas proximidades do palácio real.

Em certa tarde, estando Urias na guerra, Davi, do seu terraço, viu Betsabé banhando-se. Ficou encantado por ela! Mandou seus mensageiros chamá-la e com ela dormiu nessa noite. Ficou totalmente apaixonado por Betsabé, em seguida escreveu mensagem a Joab, comandante e chefe de suas forças para que lhe mandasse Urias a sua presença. Depois escreveu a Joab uma carta, que remetei pelo próprio Urias, ordenando que fosse ele colocado na linha de frente, com a maldosa recomendação de expô-lo ao maior perigo e em seguida desprotegê-lo, para ser ferido e morto.

Joab assim fez e não tardou o infeliz Urias ser ferido e vindo a morrer em combate contra os Amonitas. Ao saber da morte do marido, Betsabé chorou. Ao passar o período do luto, Davi, fê-la recolher ao harém real, onde se tornou uma de suas concubinas. E já grávida de Davi.

O profeta Natan por ordem de Deus apresentou-se a Davi e narrou-lhe a célebre parábola do rico que possuía numerosos rebanhos e não satisfeito arrebatou ao pobre a única ovelha que tinha. Indignado, o Rei Davi, contra esse proceder de Natan exclamou: “Pela vida de Deus! O homem que fez isso merece a morte. Ele restituirá sete vezes o valor da ovelha por ter feito isso e não ter tido compaixão”. Pois este homem é tu!, exclamou Natan, o emissário do Senhor, que passou então a recriminar o revoltante procedimento.

Davi reconheceu o seu pecado e, penitenciando-se dele compôs o Salmo 50 (Misere): “Salmo 50/51,3”.

Apesar dessa ação pecaminosa, continuou Betsabé como sua concubina. O primeiro filho, fruto da primeira noite com Davi, nasceu morto como profetizou Natan. Betsabé sofreu, mas recebeu o consolo de Davi. Depois, Betsabé concebeu e deu a luz outro filho, Salomão, que sucedeu Davi no trono.


Palavra de fé: “Só contra vós pequei: o que é mau fiz diante de vós. Vossa sentença assim se manifesta justa, e reto o vosso julgamento”. (Salmo 50/51,6)

Quando os corações se encontram

Visitar asilos, orfanatos e instituições que cuidam e animais abandonados pode se tornar um passeio inesquecível e repleto de emoção.

A palavra doar, segundo o dicionário, significa “transmitir gratuitamente a outrem bem, quantia ou objeto que constituir propriedade”, mas para quem receber, significa ato de amor. Muito mais que levar produtos de primeira necessidade a uma instituição beneficente, o que mais as pessoas que estão ali internadas precisam é de alguém que tenha um tempinho para conversar.

A especialista em Psicopedagogia e Educação Especial e coordenadora em São Paulo do curso de Especialização em Neuroaprendizagem no Instituto Saber/FACEPED, Dra. Maria Irene Maluf, diz que “quantas vezes ficamos verdadeira e profundamente entristecidos ao vermos na mídia notícias sobre animais abandonados à própria sorte, crianças e idosos desamparados por suas famílias e nos julgamos impotentes diante dessa realidade? Inúmeras, com certeza. Notícias como essas estão presentes no dia a dia e acessíveis para todos nós, até mesmo diante de nossos filhos, seja nas ruas, nas telinhas do computador e da TV. e nem sempre recebemos, ao longo da vida, orientações claras de como agirmos para mudar um pouquinho que seja essa realidade tão dura em que vivem, infelizmente, muitas pessoas e animaizinhos”.

O exercício da solidariedade, da cidadania é um aprendizado. A psicopedagoga conta que uma direção que pode e deve ser dada a partir da infância, na educação rotineira, seja familiar ou escolar, acontece nos sentido de ensinar o valor da sensibilidade, da empatia, da ajuda posta em prática em situações diversas, como, por exemplo, nas visitas a entidades assistenciais e locais que abrigam os animais deixados à própria sorte nas ruas.

Nesses encontros, Dra. Maria Irene ressalta, aumenta a oportunidade de autoconhecimento, reflexão, valorização da vida, responsabilidade pessoal e social, fortalecimento dos laços de amizade, de valores morais e éticos, entre outros. Levar as crianças e os adolescentes a ajudar os menos favorecidos desde cedo, vai ajudar a fortalecê-los frente às tragédias e às perdas da vida, às quais, de uma forma ou de outra, ninguém está livre de passar em alguma época de sua existência. “Vivenciar de perto, compartilhar o sofrimento das outras criaturas, faz com que se desenvolvam os sentimentos mais genuínos de amor ao próximo, de sensibilidade frente à dor do outro e se diminuam o orgulho, a vaidade, o egoísmo e a futilidade, que cada vez, me parece, mais difundida e voltada ao consumismo e à competição desregrada e sem limites entre iguais”, ensina.
Para a psicopedagoga, até mesmo os adultos com pouca experiência nessa iniciativa de colaboração social podem vislumbrar ali uma ótima oportunidade de se aproximar mais dos filhos, sobrinhos, netos, alunos, aprendendo junto com eles essa lição de ser humano.

PROMOVA O BEM
A solidariedade não precisa ficar restrita apenas às doações de produtos e dinheiro, que são igualmente importantes, sem dúvida, porém visitar as alas pediátricas de hospitais e também orfanatos para contar uma história às crianças, cantar músicas, abraçar, beijar, ir aos asilos e escutar o que aquele pessoal da melhor idade tem tanto a ensinar, doar carinho e tempo aos animais são momentos mágicos, pois é quando acontece o encontro do seu coração com o outro, e ambos se enchem de amor. Pense nisso quando fizer o roteiro de atividades da semana, sozinho ou em família! Aposto que bem perto da sua casa ou trabalho existe uma entidade precisando do seu apoio


Palavra de fé: “Um coração bondoso e nobre banqueteia-se continuamente, pois seus banquetes são preparados com solicitude”. (Eclesiástico 30,27)

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ano Novo vida nova

Novo ano, expectativas para novas realizações, novos sonhos e transformações em nossas vidas. Novos encontros e reencontros.

As crianças e os adultos todos, ainda, sonhando com os Reis Magos; as crianças com os Reis e os adultos relembrando, com saudades, o tempo de meninice. Como é belo sonhar com sonhos de criança!

Chegam um rei de barba branca, outros de barba loura e um outro de barba preta, os três procurando um Menino.

Cavalgando em três camelos, que por montes e estradas, noite e dia seguem à procura do Menino.

Passam por cidades onde há crianças dormindo e cruzam campos: tudo isso procurando um Menino.

De palácios dourados saíram estes três Reis Magos, montados em seus camelos: os três à procura de um Menino.

Um de manto vermelho, outro de mato amarelo e o terceiro de manto azul e, finalmente: o Menino foi encontrado.

Baltazar ofereceu-lhe mirra e Melquior apresenta o ouro; Gaspar faz oferta de incenso: e aos três sorri o Menino Jesus.


Reflexão: Também nós adultos, neste novo ano devemos oferecer as nossas vidas ao Senhor Jesus, pois veio ao mundo para nos salvar; mas devemos acolhê-lo e com ele conviver com um coração de Menino; de criança. Com sonhos e novas esperanças. Não está longe, mas em algum lugar dentro de nós! Procure-o.


Palavra de fé: “Entrando na casa, acharam o menino com Maria. Prostrando-se diante dele o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra”. (Mateus 2,11)