Não sabemos hoje quantos Círculos Bíblicos existem no Brasil. Só Deus sabe! Neste pequeno artigo, vamos procurar conhecer melhor o que são eles, além de dar algumas sugestões para seu funcionamento.
Nestes últimos tempos, aqui no Brasil, começou a surgir uma leitura nova da Bíblia. É a leitura feita pelo povo que se reúne nas comunidades. A esses grupos de pessoas que se reúnem para a leitura popular da Bíblia chamamos Círculos Bíblicos. Mesmo já popularizados, muita gente ainda pergunta: “Como começar um Círculo Bíblico?” ou “Quantas pessoas devem fazer parte de um Círculo?” e ainda: “Como funciona um Círculo Bíblico?”. Essas perguntas estão na cabeça de muita gente que gostaria de fazer parte de um grupo de estudo da Palavra de Deus, mas não tem bem claro por onde começar a caminhada. Dessa forma, vamos dar algumas dicas e aprofundar alguns assuntos sobre a maneira de se trabalhar com a Bíblia nas comunidades.
Em primeiro lugar, um Círculo Bíblico é uma reunião de pessoas que querem refletir sobre a vida e seus desafios à luz da Palavra de Deus. Tanto faz se este grupo é chamado de Círculo Bíblico, Núcleo Missionário ou Grupo de reflexão. O nome não é tão importante assim, já que varia um pouco de região para região. Também a coisa mais importante no estudo não é aumentar nosso saber bíblico. O mais importante mesmo é criar um espaço onde as pessoas possam conversar comunitariamente, partilhando livremente seus problemas, suas alegrias, suas conquistas, bem como os desafios que cada um, cada uma, enfrenta para tocar o dia-a-dia.
Assim, um Círculo Bíblico existe para:
- Dar aos participantes fundamentos e critérios evangélicos para julgar a realidade e viver melhor a nossa fé cristã. Um Círculo é, antes de tudo, um espaço de comunhão fraterna e de ativa participação na comunidade de fé e na sociedade;
- Incentivar nossa vocação batismal missionária. Todo Círculo Bíblico é também um núcleo missionário. Criar e divulgar os círculos de estudo é uma maneira de evangelizar nossas ruas e bairros a partir das casas;
- Reforçar a Catequese que cada um recebeu, dando aos participantes uma adequada formação para melhor assumir seus trabalhos pastorais nas comunidades, nas paróquias e na sua igreja. Mas, ao promover um debate sobre a realidade, os Círculos também devem preparar os participantes para o compromisso com a política e com a transformação da sociedade. O Círculo deve conduzir os participantes ao compromisso transformador.
Dessa forma, é importante que cada Círculo possa se organizar para melhor desempenhar sua missão formadora e catequética. Distribuir as tarefas e organizar as reuniões faz parte da caminhada de um Grupo de Reflexão ou Círculo Bíblico. Nosso primeiro espaço de comunhão e de participação é o grupo do qual participamos. Na leitura bíblica feita dentro dele, é importante respeitar os passos metodológicos: partir sempre da realidade em que se vive; partilhar a Palavra do Deus que nos fala a partir do texto bíblico; responder a essa Palavra com uma celebração bem participada, onde se assume um compromisso comunitário a partir daquilo que o grupo descobriu com as partilhas feitas ao longo do estudo.
Palavra de fé: “Senhor, mostrai-me os vossos caminhos e ensinai-me as vossas veredas (caminhos)”. (Salmo 24,5)
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Nossa Senhora Aparecida – Padroeira do Brasil
Com alegria e fé, nós católicos do Brasil celebramos o Dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.
Relembramos a segunda quinzena do mês de outubro, de 1977, quando a pequenina imagem foi encontrada nas águas do rio Paraíba pelos pescadores Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso.
Da primeira vez pescaram o corpo da imagem e, depois, a cabeça. Um verdadeiro milagre de Deus aconteceu naquele local. Antes de pescarem as partes da imagem, não conseguiram nenhum peixe. Mas, seguinte a pesca das partes da imagem, uma grande quantidade de peixe foi encontrada.
Ao longo de todo o ano, temos peregrinação de milhares e milhares de romeiros que comparecem à Basílica de Nossa Senhora Aparecida para pedir graças ou agradecer as graças já alcançadas.
Neste dia 12 de outubro, ao comemorarmos o Dia Internacional da Padroeira, que o nosso coração possa relembrar e refletir nas suas palavras nas Bodas em Cana: “Fazei tudo o que Ele vos disser”. (João 2, 5). Ouvindo e seguindo os ensinamentos do seu Filho Jesus Cristo, alcançaremos a paz e a felicidade em nossas vidas.
Que em nossos lares e na comunidade, exercitemos com devoção e carinho o nosso afeto à Mãe de Deus e a nossa também.
Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!
Nossa Senhora Aparecida, intercedei por nós!
Nossa Senhora Aparecida, aproximai-nos do nosso Filho Jesus Cristo!
Amém!
Palavra de fé: “Bem aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!”. (Lucas 1, 45)
Relembramos a segunda quinzena do mês de outubro, de 1977, quando a pequenina imagem foi encontrada nas águas do rio Paraíba pelos pescadores Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso.
Da primeira vez pescaram o corpo da imagem e, depois, a cabeça. Um verdadeiro milagre de Deus aconteceu naquele local. Antes de pescarem as partes da imagem, não conseguiram nenhum peixe. Mas, seguinte a pesca das partes da imagem, uma grande quantidade de peixe foi encontrada.
Ao longo de todo o ano, temos peregrinação de milhares e milhares de romeiros que comparecem à Basílica de Nossa Senhora Aparecida para pedir graças ou agradecer as graças já alcançadas.
Neste dia 12 de outubro, ao comemorarmos o Dia Internacional da Padroeira, que o nosso coração possa relembrar e refletir nas suas palavras nas Bodas em Cana: “Fazei tudo o que Ele vos disser”. (João 2, 5). Ouvindo e seguindo os ensinamentos do seu Filho Jesus Cristo, alcançaremos a paz e a felicidade em nossas vidas.
Que em nossos lares e na comunidade, exercitemos com devoção e carinho o nosso afeto à Mãe de Deus e a nossa também.
Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!
Nossa Senhora Aparecida, intercedei por nós!
Nossa Senhora Aparecida, aproximai-nos do nosso Filho Jesus Cristo!
Amém!
Palavra de fé: “Bem aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!”. (Lucas 1, 45)
Atitudes para uma boa convivência
Mudar atitudes e comportamentos de uma vida inteira não é fácil, pois requer tempo, paciência, humildade e uma reflexão minuciosa e prolongada dos motivos e causas que existem por trás de cada problema.
Aqui apresentamos algumas sugestões para uma melhor compreensão das pessoas e, assim também, sermos compreendidos pelos outros:
- aceitar os outros como realmente são;
- renunciar a aprovação alheia, mas procurar e exigir a sua;
- não se envolver nos problemas dos outros e só ajudar quando solicitado;
- evitar entrar em conflito íntimo e minorar a culpa;
- dar liberdade ao outro, pois cada um é responsável por si mesmo;
- perguntar-se sempre: De que preciso? O que eu quero? Tenho fé em Deus?
- ser justo consigo mesmo para fazer justiça com o outro, sempre.
A partir da solução de alguns itens, a vida começa a ficar mais leve e suave, mas os problemas não acabam, enquanto vivemos. Muitas pessoas gostem de pensar apenas no que fez e no que deixou de fazer. Fica com a sensação de castigo, chora, desespera-se e acaba deixando tudo bem pior do que era antes.
Precisamos ouvir a voz da nossa consciência, pois é dentro dela, que saem más intenções, imoralidades, roubos, adultérios, invejas, calúnias, orgulhos, injustiças, etc.
Procurando manter limpa a consciência, desenvolver no dia-a-dia as coisas boas que ela nos mostra, vive-se melhor na justiça e na graça, na fé a na esperança.
Palavra de fé: “Com efeito, é coisa agradável a Deus sofrer contrariedades e padecer injustamente, por motivo de consciência para com Deus”. (1 Pedro 2, 19)
Aqui apresentamos algumas sugestões para uma melhor compreensão das pessoas e, assim também, sermos compreendidos pelos outros:
- aceitar os outros como realmente são;
- renunciar a aprovação alheia, mas procurar e exigir a sua;
- não se envolver nos problemas dos outros e só ajudar quando solicitado;
- evitar entrar em conflito íntimo e minorar a culpa;
- dar liberdade ao outro, pois cada um é responsável por si mesmo;
- perguntar-se sempre: De que preciso? O que eu quero? Tenho fé em Deus?
- ser justo consigo mesmo para fazer justiça com o outro, sempre.
A partir da solução de alguns itens, a vida começa a ficar mais leve e suave, mas os problemas não acabam, enquanto vivemos. Muitas pessoas gostem de pensar apenas no que fez e no que deixou de fazer. Fica com a sensação de castigo, chora, desespera-se e acaba deixando tudo bem pior do que era antes.
Precisamos ouvir a voz da nossa consciência, pois é dentro dela, que saem más intenções, imoralidades, roubos, adultérios, invejas, calúnias, orgulhos, injustiças, etc.
Procurando manter limpa a consciência, desenvolver no dia-a-dia as coisas boas que ela nos mostra, vive-se melhor na justiça e na graça, na fé a na esperança.
Palavra de fé: “Com efeito, é coisa agradável a Deus sofrer contrariedades e padecer injustamente, por motivo de consciência para com Deus”. (1 Pedro 2, 19)
Estive enfermo e me visitastes
Já passamos da metade do ano! Já dizia o poeta: “o tempo não pára”. Para nós cristãos, o tempo é um dom de Deus para crescer na fé, no amor, no compromisso e na santidade. Aproveite este segundo semestre para intensificar o seu amor por Jesus e pelos irmãos.
Nesta edição, vou partilhar uma história que ouvi nos bastidores da TV Século 21, mais precisamente no Setor de Produção dos programas. Entre uma reunião e outra de pauta, entre o programa Caminho da Fé e Vida e Saúde, o diretor do programa, Silvio Luiz, contou-me uma história emocionante que achei por bem partilhar com vocês. Ele e mais alguns amigos da TV foram a um “barzinho” para assistir um jogo de futebol e lá perceberam que o dono do bar tinha uma imagem de Nossa Senhora na geladeira do estabelecimento. Conversa vai, conversa vem, esse senhor disse que era muito devoto de Nossa Senhora. Vendo isso, Silvio preparou um kit de orações e levou a residência-bar desse amigo. Chegando lá, o kit lhe foi entregue e ele ficou muito emocionado. Convidou-o para entrar na casa e pediu-lhe que este presente fosse entregue diretamente para sua esposa. Ela estava na cama por causa de um acidente havia muitos anos. Percebia-se todo um carinho especial do marido no cuidado com ela. Ao entrar no quarto, a televisão estava ligada justamente na TV Século 21. O marido disse que sua esposa não troca de canal e que fica o dia todo vendo a nossa programação. Ela ficou muito contente, muito emocionada e disse que a TV Século 21 é sua companhia diária enquanto o esposo tem que trabalhar para o sustento da família.
Esta parece uma história simples, mas não é. O gesto de visitar um doente, levar algumas orações, rezar junto com a família, pode mudar completamente a vida de uma pessoa. É uma realidade que está ao alcance de todos.
Nos textos bíblicos vemos uma infinidade de momentos onde o próprio Jesus tem um carinho muito especial pelos enfermos. Ele ia ao encontro dos doentes e deixava que se aproximassem d´Ele. E ninguém voltava para a casa sem uma palavra, um consolo, uma benção e uma cura.
Hoje somos convidados a continuar esta obra de Jesus. Ele precisa de seus braços, de suas pernas, suas mãos, seus olhos, de sua boca, de seus ouvidos, de seu coração, de seu amor, de sua fé para levar esperança, consolo e afeto aos mais fracos e frágeis desta caminhada.
Obrigado, Silvio, por partilhar esta história conosco! Parabéns porque você e sua equipe aproveitaram o tempo e a oportunidade para evangelizar e levar conforto àquela família.
E você, já visitou um enfermo hoje?
Palavra de fé: “Oxalá a bondade e a fidelidade não se afastem de ti! Ata-as ao teu pescoço, grava-as em teu coração! Assim obterás a reputação aos olhos de Deus e dos homens”. (Provérbios 3, 3-4)
Nesta edição, vou partilhar uma história que ouvi nos bastidores da TV Século 21, mais precisamente no Setor de Produção dos programas. Entre uma reunião e outra de pauta, entre o programa Caminho da Fé e Vida e Saúde, o diretor do programa, Silvio Luiz, contou-me uma história emocionante que achei por bem partilhar com vocês. Ele e mais alguns amigos da TV foram a um “barzinho” para assistir um jogo de futebol e lá perceberam que o dono do bar tinha uma imagem de Nossa Senhora na geladeira do estabelecimento. Conversa vai, conversa vem, esse senhor disse que era muito devoto de Nossa Senhora. Vendo isso, Silvio preparou um kit de orações e levou a residência-bar desse amigo. Chegando lá, o kit lhe foi entregue e ele ficou muito emocionado. Convidou-o para entrar na casa e pediu-lhe que este presente fosse entregue diretamente para sua esposa. Ela estava na cama por causa de um acidente havia muitos anos. Percebia-se todo um carinho especial do marido no cuidado com ela. Ao entrar no quarto, a televisão estava ligada justamente na TV Século 21. O marido disse que sua esposa não troca de canal e que fica o dia todo vendo a nossa programação. Ela ficou muito contente, muito emocionada e disse que a TV Século 21 é sua companhia diária enquanto o esposo tem que trabalhar para o sustento da família.
Esta parece uma história simples, mas não é. O gesto de visitar um doente, levar algumas orações, rezar junto com a família, pode mudar completamente a vida de uma pessoa. É uma realidade que está ao alcance de todos.
Nos textos bíblicos vemos uma infinidade de momentos onde o próprio Jesus tem um carinho muito especial pelos enfermos. Ele ia ao encontro dos doentes e deixava que se aproximassem d´Ele. E ninguém voltava para a casa sem uma palavra, um consolo, uma benção e uma cura.
Hoje somos convidados a continuar esta obra de Jesus. Ele precisa de seus braços, de suas pernas, suas mãos, seus olhos, de sua boca, de seus ouvidos, de seu coração, de seu amor, de sua fé para levar esperança, consolo e afeto aos mais fracos e frágeis desta caminhada.
Obrigado, Silvio, por partilhar esta história conosco! Parabéns porque você e sua equipe aproveitaram o tempo e a oportunidade para evangelizar e levar conforto àquela família.
E você, já visitou um enfermo hoje?
Palavra de fé: “Oxalá a bondade e a fidelidade não se afastem de ti! Ata-as ao teu pescoço, grava-as em teu coração! Assim obterás a reputação aos olhos de Deus e dos homens”. (Provérbios 3, 3-4)
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Curar o coração machucado
O perdão é uma decisão pessoal que beneficia, em primeiro lugar, quem toma a iniciativa. O perdão é muito mais para mim do que para a pessoa que me ofendeu. Por isso, depende mais de mim do que dos outros.
Perdoar é recuperar o poder sobre si mesmo. A mágoa me coloca na mão do outro. O perdão me devolve a autonomia sobre minha própria história.
Perdoar é assumir o presente. Viver nele. Mergulhar nele. Perdoar é não sofrer aquilo que não posso mudar ou resolver. Não podemos mudar o passado. Nunca!
Perdoar é concentrar suas atenções sobre coisas boas da vida. Se algo ou alguém estragou o meu passado, não permitirei que estrague também o meu futuro. Perdoar é começar a valorizar as bênçãos de Deus, as coisas boas. E sair do vício de ver sempre as mesmas coisas, do mesmo jeito.
Perdoar é tomar a decisão de começar uma vida nova. O que fazer para sofrer menos? Isso exige buscar em primeiro lugar o reino de Deus. É decidir-se pela primazia do reino, e não do encardido (o demônio). É optar pelo bem. Divulgá-lo. É aprender a sintonizar-se no bem. Leia e guarde: “Lc 6, 28”. E ainda: “Mt 5, 44-45”.
Você não pode mudar um acontecimento do passado, mas pode mudar a maneira de falar sobre ele. Com Jesus, é possível achar um ponto de vista mais positivo e esperançoso.
Recorde seus objetivos de vida. A mágoa distorce os objetivos. Esquecemos as grandes e permanentes verdades e nos guiamos por momentos. Qual é mesma a minha grande meta? Vocação!
A vida sempre segue adiante. Não pára. Devemos aprender a concentrar nossas atenções sobre as coisas boas da vida. Se já se estragou o passado, não permita que se estraguem o presente e o futuro. Não devemos sofrer por aquilo que não podemos mudar. Não podemos mudar o passado.
Ao machucar uma pessoa você se torna inferior a ela. Ao se vingar, você se iguala. Só é superior quem aprende a perdoar. A mágoa foi o jeito que o encardido (maligno) encontrou para permanecer conosco todos os dias, até os confins dos tempos.
Perdoar é recuperar o poder sobre si mesmo. A mágoa me coloca na mão do outro. O perdão me devolve a autonomia sobre minha própria história.
Perdoar é assumir o presente. Viver nele. Mergulhar nele. Perdoar é não sofrer aquilo que não posso mudar ou resolver. Não podemos mudar o passado. Nunca!
Perdoar é concentrar suas atenções sobre coisas boas da vida. Se algo ou alguém estragou o meu passado, não permitirei que estrague também o meu futuro. Perdoar é começar a valorizar as bênçãos de Deus, as coisas boas. E sair do vício de ver sempre as mesmas coisas, do mesmo jeito.
Perdoar é tomar a decisão de começar uma vida nova. O que fazer para sofrer menos? Isso exige buscar em primeiro lugar o reino de Deus. É decidir-se pela primazia do reino, e não do encardido (o demônio). É optar pelo bem. Divulgá-lo. É aprender a sintonizar-se no bem. Leia e guarde: “Lc 6, 28”. E ainda: “Mt 5, 44-45”.
Você não pode mudar um acontecimento do passado, mas pode mudar a maneira de falar sobre ele. Com Jesus, é possível achar um ponto de vista mais positivo e esperançoso.
Recorde seus objetivos de vida. A mágoa distorce os objetivos. Esquecemos as grandes e permanentes verdades e nos guiamos por momentos. Qual é mesma a minha grande meta? Vocação!
A vida sempre segue adiante. Não pára. Devemos aprender a concentrar nossas atenções sobre as coisas boas da vida. Se já se estragou o passado, não permita que se estraguem o presente e o futuro. Não devemos sofrer por aquilo que não podemos mudar. Não podemos mudar o passado.
Ao machucar uma pessoa você se torna inferior a ela. Ao se vingar, você se iguala. Só é superior quem aprende a perdoar. A mágoa foi o jeito que o encardido (maligno) encontrou para permanecer conosco todos os dias, até os confins dos tempos.
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Do livro: Gotas de cura interior,
Pe. Léo,
scj.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Consciência, o que é?
O dicionário nos ensina que a consciência é conhecimento, noção. É a voz secreta da nossa alma que aprova ou reprova os nossos atos. Consciência é sinceridade; é o cuidado extremo com que executamos as nossas tarefas; opinião consciente, honradez: é própria do homem de consciência.
Um fato que produz remorso é um questionamento da consciência. O termo “liberdade de consciência” é direito de gozar completa liberdade em religião. Outros termos: “pesar na consciência” é o sentimento de remorso. “Meter a mão na consciência” significa examinar e julgar os próprios atos. “Exame da consciência” é relembrar os pecados cometidos.
Numa visão da espiritualidade e da fé, a consciência é o sacrário da dignidade humana. É ela que nos permite ou não acolher e crescer na fé, esperança e caridade.
Como diz São Paulo: “Digo a verdade em Jesus Cristo, não minto; a minha consciência me dá testemunho pelo Espírito Santo”. (Romanos 9,1).
É o cuidado que devemos ter, a coerência dos nossos atos e atitudes diante de Deus. Leiam: “Ato dos Apóstolos 24,16”.
Necessário se faz acolhermos a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada com consciência de que é para nós que fala, para que aprendemos e sejamos porta vozes do Plano de Salvação. Comprove: “Romanos 2, 15-16”.
Aqui vai uma recomendação de São Paulo a Timoteo, sobre exortação da fé. Leia e grave na consciência: “1 Timoteo 1,19”.
O cristão verdadeiro precisa desenvolver atitudes conscientes, perseverantes na fé, que se desviem de assuntos que faltem com a verdade. E em comunidade, agir com humildade e generosidade, é agir para o bem acolhimento ao irmão e às boas obras. Confiram: “Tito 1, 15”.
Em fim, a consciência indica o bem que se deve fazer e o mal a evitar. Isto nos diz São Pedro, o sucessor de Cristo. Vejam: “1 Pedro 3, 16-17”.
Palavra de fé: “Porque a maldade, condenada por seu próprio testemunho, é medrosa, e, sob o peso da consciência, supõe sempre o pior”. (Sabedoria 17, 10)
Um fato que produz remorso é um questionamento da consciência. O termo “liberdade de consciência” é direito de gozar completa liberdade em religião. Outros termos: “pesar na consciência” é o sentimento de remorso. “Meter a mão na consciência” significa examinar e julgar os próprios atos. “Exame da consciência” é relembrar os pecados cometidos.
Numa visão da espiritualidade e da fé, a consciência é o sacrário da dignidade humana. É ela que nos permite ou não acolher e crescer na fé, esperança e caridade.
Como diz São Paulo: “Digo a verdade em Jesus Cristo, não minto; a minha consciência me dá testemunho pelo Espírito Santo”. (Romanos 9,1).
É o cuidado que devemos ter, a coerência dos nossos atos e atitudes diante de Deus. Leiam: “Ato dos Apóstolos 24,16”.
Necessário se faz acolhermos a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada com consciência de que é para nós que fala, para que aprendemos e sejamos porta vozes do Plano de Salvação. Comprove: “Romanos 2, 15-16”.
Aqui vai uma recomendação de São Paulo a Timoteo, sobre exortação da fé. Leia e grave na consciência: “1 Timoteo 1,19”.
O cristão verdadeiro precisa desenvolver atitudes conscientes, perseverantes na fé, que se desviem de assuntos que faltem com a verdade. E em comunidade, agir com humildade e generosidade, é agir para o bem acolhimento ao irmão e às boas obras. Confiram: “Tito 1, 15”.
Em fim, a consciência indica o bem que se deve fazer e o mal a evitar. Isto nos diz São Pedro, o sucessor de Cristo. Vejam: “1 Pedro 3, 16-17”.
Palavra de fé: “Porque a maldade, condenada por seu próprio testemunho, é medrosa, e, sob o peso da consciência, supõe sempre o pior”. (Sabedoria 17, 10)
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Céu demais
Pode-se crer demais ou de menos. Pode haver céu demais numa cabeça. É isso o que o musical Jesus Christ Superstar lembra, quando o personagem Judas chama a atenção de Jesus para o fato de os outros discípulos estarem com céu demais na cabeça. Os autores do filme, Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, não eram teólogos, mas acertaram quando mostraram esse conflito. Só erraram ao atribuir isso a Judas. Poderiam ter atribuído a frase a algum santo, como Inácio de Loyola, Vicente de Paulo, ou a Jesus, o qual mandava a pessoa deixar a oferta no altar e ir em busca do irmão, pois considerava a reconciliação com os outros mais importante.
Preocupar-se com a fome dos irmãos aqui na terra também é santidade. Quem vive só de céu lá de cima pode ser bem menos santo do que quem vive de céu já neste mundo. Aliás, o cristianismo ensina que alguém do céu desceu a Terra para que começássemos o reino dos Céus neste mundo. Certos cristãos, ao contrário de Jesus, que fez o céu descer a Terra, agem como se a Terra não valesse nada.
A conversa de que só Deus nos basta e o resto não presta, é anticristã. Jesus mesmo respondeu que havia um segundo mandamento, semelhante ao primeiro, o qual compreendia a exigência do amor ao próximo. O conceito “Deus e eu” não faz nenhum sentido se não lhe for acrescido “e os outros”. Os que têm céu demais na cabeça tendem a ser pessimistas diante das dores da Terra. Apontam para o alto, mostrando para onde irão, enquanto se esquecem de olhar os caminhos que os levam para lá. Estão apontando em direção errada.
O Sol não existe para ser olhado cara a cara, mas para iluminar as coisas ao nosso redor. O certo é aproveitar a luz do Sol lá de cima para ver bem o chão onde pisamos. Faça-se o mesmo com a luz de Deus. Sol demais dá problema nos olhos: o sujeito fica cego. Céu demais dá problemas na alma.
Jesus nos ensina outra coisa. Manda dar de comer, de beber, vestir e cuidar dos necessitados (cf. Mt 25, 31-46). Ele quer o céu já na Terra para que ela respire clima de céu. Ele nunca disse que basta orar e dizer “Senhor, Senhor, eu te louvo!”. Quer que arregacemos as mangas. Quem nunca leu isso andou comprando alguma versão errada dos evangelhos...
Palavra de fé: “Feliz o homem que persevera na sabedoria, que se exercita na prática da justiça, e que, em seu coração, pensa no olhar de Deus que tudo vê”. (Eclesiástico 14,22)
Preocupar-se com a fome dos irmãos aqui na terra também é santidade. Quem vive só de céu lá de cima pode ser bem menos santo do que quem vive de céu já neste mundo. Aliás, o cristianismo ensina que alguém do céu desceu a Terra para que começássemos o reino dos Céus neste mundo. Certos cristãos, ao contrário de Jesus, que fez o céu descer a Terra, agem como se a Terra não valesse nada.
A conversa de que só Deus nos basta e o resto não presta, é anticristã. Jesus mesmo respondeu que havia um segundo mandamento, semelhante ao primeiro, o qual compreendia a exigência do amor ao próximo. O conceito “Deus e eu” não faz nenhum sentido se não lhe for acrescido “e os outros”. Os que têm céu demais na cabeça tendem a ser pessimistas diante das dores da Terra. Apontam para o alto, mostrando para onde irão, enquanto se esquecem de olhar os caminhos que os levam para lá. Estão apontando em direção errada.
O Sol não existe para ser olhado cara a cara, mas para iluminar as coisas ao nosso redor. O certo é aproveitar a luz do Sol lá de cima para ver bem o chão onde pisamos. Faça-se o mesmo com a luz de Deus. Sol demais dá problema nos olhos: o sujeito fica cego. Céu demais dá problemas na alma.
Jesus nos ensina outra coisa. Manda dar de comer, de beber, vestir e cuidar dos necessitados (cf. Mt 25, 31-46). Ele quer o céu já na Terra para que ela respire clima de céu. Ele nunca disse que basta orar e dizer “Senhor, Senhor, eu te louvo!”. Quer que arregacemos as mangas. Quem nunca leu isso andou comprando alguma versão errada dos evangelhos...
Palavra de fé: “Feliz o homem que persevera na sabedoria, que se exercita na prática da justiça, e que, em seu coração, pensa no olhar de Deus que tudo vê”. (Eclesiástico 14,22)
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