Uma mãe de família rica levou o filho para viajar ao interior com o firme propósito de mostrar quanto às pessoas podem ser pobres. Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de uma família muito pobre.
Quando retornaram da viagem a mãe perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
- Muito boa mãe!
- Você viu como as pessoas podem ser?
- Sim, respondeu o menino.
- E o que você aprendeu?
O filho respondeu:
- Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma linda varanda coberta e iluminada com luz, eles têm as estrelas e a lua.
Nosso quintal vai até o portão de entrada, eles têm uma floresta inteira.
Quando o pequeno garoto acabou de responder, sua mãe ficou estupefata. O filho acrescentou:
- Obrigado, mãe, por me mostrar o quão “pobres” nós somos!
Moral da História
Tudo o que você tem depende da maneira como você olha para as coisas. Se você tem amor, amigos, saúde, família, bom humor e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo! Se você é “pobre” de espírito, você não tem nada!
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Reflexão sobre os Evangelhos de domingo, 11/04 até 17/04
Domingo, 11 de abril, “João 20,19-31”: No primeiro encontro com os discípulos, Jesus diz por duas vezes: “A paz esteja convosco!”. A presença do Espírito Santo é sempre marcada pelo sentimento da paz, um dos seus principais dons. A Páscoa cristã é o início de uma nova humanidade que nasce do Espírito do Cristo ressuscitado. O sopro de Jesus simboliza o Espírito Santo, como é narrado no “Ato dos Apóstolos 1,8”. O dom do Espírito Santo é sinal de missão. Levar a todos a fé em Jesus, reconhecendo-o como o Messias, Filho de Deus, é missão de todo cristão batizado.
Segunda-feira, 12 de abril, “João 3,1-8”: Neste Evangelho três personagens vão ao encontro de Jesus: Nicodemos, a samaritana e o oficial do rei. Nicodemos é fariseu e representa o judaísmo oficial, membro do Sinédrio e tinha a missão de vigiar a doutrina nos seus contemporâneos no território de sua jurisdição. Nicodemos simboliza, também, cada um de nós cristãos que muitas vezes “envergonhados” silenciamos nossa fé, pois sua manifestação prejudica nossos interesses, nossa situação social e até o peregrinar da nossa vida no dia a dia.
Terça-feira, 13 de abril, “João 3,7-15”: Jesus fala com autoridade do Reino de Deus, porque Ele vivia em união com o Pai. Precisamos ter a fé daqueles que evangelizaram para que possamos evangelizar também. Todo cristão, todos os “Nicodemos” são colocados diante de uma opção: ir ao encontro de Deus (Jesus), fazer a experiência, romper com o passado, desta forma, obter a vida eterna ou rejeitá-la. Diante da revelação de Jesus não se pode permanecer neutro.
Quarta-feira, 14 de abril, “João 3,16-21”: No Evangelho de hoje vemos o amor de Deus traduzido em obras. A primeira prova, foi o envio de Jesus em condições humanas. Segunda evidência amorosa é a de salvar e perdoar, sem castigos. Deus nos ama. Amor que salva o mundo. A nós, cristãos, cabe a escolha: caminhar na luz ou viver nas trevas.
Quinta-feira, 15 de abril, “João 3,31-36”: A vida cristã consiste em caminhar com Jesus, seguí-lo neste mundo, vivendo segundo seus mandamentos e ideais, trabalhando com Ele de modo que outros possam também seguir seus passos. A vida cristã é comunhão com Deus e com nossos irmãos.
Sexta-feira, 16 de abril, “João 6,1-15”: Só em Deus há as respostas para tudo. O pão para saciar a fome é Jesus. Jesus alimenta com Sua Palavra e Sua vida. A multiplicação dos pães é a Eucaristia (para graças e distribuição). Aqui, Jesus aparece com o Senhor e toda a situação está sobre Seu controle.
Sábado, 17 de abril, “João 6,16-21”: Aqui a comparação da vida com um barco, por vezes atormentada por tempestades. Jesus é superior e ao mesmo tempo próximo ao mundo que nos cerca. Caminhar sobre as águas lembra a passagem da libertação dos Hebreus no Mar Vermelho, mas aqui com um novo sentido: é Jesus quem domina o mar e a tempestade.
Para refletir: Será que sem Deus temos forças para dominar as intempéries e as situações de perigo na nossa vida? O que representa a Páscoa da Ressurreição para nós?
Pergunta da semana: Num destes Evangelhos, quem proclamou estas palavras:
“És tu acaso o único forasteiro em Jerusalém, que não sabe o que nela aconteceu estes dias?”
Responda certo e ganhe uma Bíblia Ave Maria e o livro “Louvemos o Senhor 2009”, enviando a sua resposta até a próxima sexta-feira, dia 23/04/2010, para o e-mail: paula_vts@hotmail.com com o nome completo, endereço, telefone e e-mail (se tiver).
Reposta da semana passada: “João 21,2”.
Segunda-feira, 12 de abril, “João 3,1-8”: Neste Evangelho três personagens vão ao encontro de Jesus: Nicodemos, a samaritana e o oficial do rei. Nicodemos é fariseu e representa o judaísmo oficial, membro do Sinédrio e tinha a missão de vigiar a doutrina nos seus contemporâneos no território de sua jurisdição. Nicodemos simboliza, também, cada um de nós cristãos que muitas vezes “envergonhados” silenciamos nossa fé, pois sua manifestação prejudica nossos interesses, nossa situação social e até o peregrinar da nossa vida no dia a dia.
Terça-feira, 13 de abril, “João 3,7-15”: Jesus fala com autoridade do Reino de Deus, porque Ele vivia em união com o Pai. Precisamos ter a fé daqueles que evangelizaram para que possamos evangelizar também. Todo cristão, todos os “Nicodemos” são colocados diante de uma opção: ir ao encontro de Deus (Jesus), fazer a experiência, romper com o passado, desta forma, obter a vida eterna ou rejeitá-la. Diante da revelação de Jesus não se pode permanecer neutro.
Quarta-feira, 14 de abril, “João 3,16-21”: No Evangelho de hoje vemos o amor de Deus traduzido em obras. A primeira prova, foi o envio de Jesus em condições humanas. Segunda evidência amorosa é a de salvar e perdoar, sem castigos. Deus nos ama. Amor que salva o mundo. A nós, cristãos, cabe a escolha: caminhar na luz ou viver nas trevas.
Quinta-feira, 15 de abril, “João 3,31-36”: A vida cristã consiste em caminhar com Jesus, seguí-lo neste mundo, vivendo segundo seus mandamentos e ideais, trabalhando com Ele de modo que outros possam também seguir seus passos. A vida cristã é comunhão com Deus e com nossos irmãos.
Sexta-feira, 16 de abril, “João 6,1-15”: Só em Deus há as respostas para tudo. O pão para saciar a fome é Jesus. Jesus alimenta com Sua Palavra e Sua vida. A multiplicação dos pães é a Eucaristia (para graças e distribuição). Aqui, Jesus aparece com o Senhor e toda a situação está sobre Seu controle.
Sábado, 17 de abril, “João 6,16-21”: Aqui a comparação da vida com um barco, por vezes atormentada por tempestades. Jesus é superior e ao mesmo tempo próximo ao mundo que nos cerca. Caminhar sobre as águas lembra a passagem da libertação dos Hebreus no Mar Vermelho, mas aqui com um novo sentido: é Jesus quem domina o mar e a tempestade.
Para refletir: Será que sem Deus temos forças para dominar as intempéries e as situações de perigo na nossa vida? O que representa a Páscoa da Ressurreição para nós?
Pergunta da semana: Num destes Evangelhos, quem proclamou estas palavras:
“És tu acaso o único forasteiro em Jerusalém, que não sabe o que nela aconteceu estes dias?”
Responda certo e ganhe uma Bíblia Ave Maria e o livro “Louvemos o Senhor 2009”, enviando a sua resposta até a próxima sexta-feira, dia 23/04/2010, para o e-mail: paula_vts@hotmail.com com o nome completo, endereço, telefone e e-mail (se tiver).
Reposta da semana passada: “João 21,2”.
Para pensar
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece.
Morre lentamente quem não faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro ao invés do branco e os pingos nos iis a um redemoinho de emoções, exatamente a que resgata o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios e coração aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho.
Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem passa os dias se queixando-se da sua má sorte, ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, nunca pergunta sobre um assunto que desconhece e nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos. Somente com infinita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade.
Morre lentamente quem não faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro ao invés do branco e os pingos nos iis a um redemoinho de emoções, exatamente a que resgata o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios e coração aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho.
Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem passa os dias se queixando-se da sua má sorte, ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, nunca pergunta sobre um assunto que desconhece e nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos. Somente com infinita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade.
Otimismo
“Sou desafinado, não canto”, dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade. “Mas aplaudo quem sabe cantar”. E o Livro dos Provérbios avisa: “Um coração alegre, apesar dos percalços, está sempre em festa”.
Conviver com pessoas alegres e joviais é uma das coisas mais gratificantes da existência. Se o pessimismo envenena, tornando pesado o meio ambiente, o bom humor areja e tonifica, colorindo tudo com pincel verde-esperança.
Existem dois tipos de indivíduos: os que têm e os que não têm chama interior. Os primeiros são luminosos, irradiantes, projetando força e simpatia à sua volta. Os desprovidos de luz interna lembram quarto escuro, sala em trevas, porão insalubre. E a gente fica com medo de chegar perto, de entrar em contato com eles. Porque tenebrosos, são de áspero trato e difícil convivência.
Habitamos um planeta poluído, violento e intoxicado. Para sobreviver, precisamos abrir as janelas da alma e as portas do coração, deixando entrar ar puro de alegria, música, otimismo, poesia, natureza, gratidão.
Pessoas serenas pacificam à sua volta, irradiando paz, segurança e bem estar, deixando-nos confortáveis, agradecidos, de bem com a vida.
Mentes amargas, negativas, colocam mais rugas ainda no rosto da sociedade, já tão triste, melancólica e deprimida. Estatísticas mundiais recentes enfatizam e atestam: otimismo e amor à vida são a chave da longevidade, da saúde psíquica, espiritual.
Viver é recomeçar, cada dia, com o sorriso da perseverança brilhando nos olhos. E muita coragem, ternura e bondade no coração.
Mesmo áspera, a crise é benéfica e salutar, porque nos desinstala e amadurece. Nos obstáculos que surgem, provamos nossa têmpera interior, nossa vinculação profunda ou superficial com Deus.
Na arte de viver cabe-nos administrar desafios, conflitos e contrariedades constantemente. Vitória sem luta? Pobre triunfo sem glória!
Senhor, que saibamos encontrar-te em toda a parte: na dor e na alegria; na flor e no espinho; na bonança e na tempestade; nos bons e nos maus momentos. Teu nome é misericórdia, onipresença.
Dá-nos olhos e coração para descobrir tuas pegadas de bondade, teu rosto e tua mensagem de vida eterna nos fatos, nas coisas, na história, na virada do milênio, no ontem, no hoje, no amanhã, em nossos irmãos de caminhada acima de tudo.
Que todos aqueles que nos vêm visitar sintam-se melhores, mais felizes e reconciliados ao sair de nossa casa.
Conviver com pessoas alegres e joviais é uma das coisas mais gratificantes da existência. Se o pessimismo envenena, tornando pesado o meio ambiente, o bom humor areja e tonifica, colorindo tudo com pincel verde-esperança.
Existem dois tipos de indivíduos: os que têm e os que não têm chama interior. Os primeiros são luminosos, irradiantes, projetando força e simpatia à sua volta. Os desprovidos de luz interna lembram quarto escuro, sala em trevas, porão insalubre. E a gente fica com medo de chegar perto, de entrar em contato com eles. Porque tenebrosos, são de áspero trato e difícil convivência.
Habitamos um planeta poluído, violento e intoxicado. Para sobreviver, precisamos abrir as janelas da alma e as portas do coração, deixando entrar ar puro de alegria, música, otimismo, poesia, natureza, gratidão.
Pessoas serenas pacificam à sua volta, irradiando paz, segurança e bem estar, deixando-nos confortáveis, agradecidos, de bem com a vida.
Mentes amargas, negativas, colocam mais rugas ainda no rosto da sociedade, já tão triste, melancólica e deprimida. Estatísticas mundiais recentes enfatizam e atestam: otimismo e amor à vida são a chave da longevidade, da saúde psíquica, espiritual.
Viver é recomeçar, cada dia, com o sorriso da perseverança brilhando nos olhos. E muita coragem, ternura e bondade no coração.
Mesmo áspera, a crise é benéfica e salutar, porque nos desinstala e amadurece. Nos obstáculos que surgem, provamos nossa têmpera interior, nossa vinculação profunda ou superficial com Deus.
Na arte de viver cabe-nos administrar desafios, conflitos e contrariedades constantemente. Vitória sem luta? Pobre triunfo sem glória!
Senhor, que saibamos encontrar-te em toda a parte: na dor e na alegria; na flor e no espinho; na bonança e na tempestade; nos bons e nos maus momentos. Teu nome é misericórdia, onipresença.
Dá-nos olhos e coração para descobrir tuas pegadas de bondade, teu rosto e tua mensagem de vida eterna nos fatos, nas coisas, na história, na virada do milênio, no ontem, no hoje, no amanhã, em nossos irmãos de caminhada acima de tudo.
Que todos aqueles que nos vêm visitar sintam-se melhores, mais felizes e reconciliados ao sair de nossa casa.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Amar se aprende amando
De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi: “Eu hoje vou ser feliz!”.
Vou lembrar de agradecer ao sol pelo seu calor e luminosidade, sentirei que estou vivendo, respirando.
Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar.
Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores. Vou sorrir mais, sempre que puder. Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros. Vou aprimorar os meus.
Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!
Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir. Não vou lamentar nem amargar as injustiças.
Vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos. Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais, vou viver todos os minutos proveitosamente.
Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos, nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.
Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, mas em como posso ser feliz com o que possuo. E o maior bem que possuo é a própria vida.
Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção, vou dedicá-las a alguém.
Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.
Vou lembrar que existe alguém que me quer bem, vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram para que saibam que serão sempre uma doce lembrança, até que venhamos a nos encontrar outra vez.
Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar. E quando a noite chegar, vou olhar o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer a Deus, porque hoje eu fui feliz!
Vou lembrar de agradecer ao sol pelo seu calor e luminosidade, sentirei que estou vivendo, respirando.
Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar.
Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores. Vou sorrir mais, sempre que puder. Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros. Vou aprimorar os meus.
Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!
Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir. Não vou lamentar nem amargar as injustiças.
Vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos. Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais, vou viver todos os minutos proveitosamente.
Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos, nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.
Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, mas em como posso ser feliz com o que possuo. E o maior bem que possuo é a própria vida.
Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção, vou dedicá-las a alguém.
Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.
Vou lembrar que existe alguém que me quer bem, vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram para que saibam que serão sempre uma doce lembrança, até que venhamos a nos encontrar outra vez.
Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar. E quando a noite chegar, vou olhar o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer a Deus, porque hoje eu fui feliz!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Reflexão sobre os Evangelhos de domingo, 04/04 até 10/04
Domingo, 04 de abril, “João 20,1-9”: Páscoa do Senhor, centro da vida cristã. É a celebração da vida de Cristo ressuscitado e de todos os cristãos. Mesmo diante da situação confusa para Maria Madalena, Pedro e o outro discípulo, o sepulcro vazio é a confirmação da ressurreição de Jesus Cristo. Neste Evangelho ainda persiste a dúvida de Pedro enquanto o outro (acredita-se ser João), começa a acreditar na mensagem do Mestre. Precisamos nos dedicar aos irmãos, seguindo o exemplo de Jesus para a plenitude de vida em Deus.
Segunda-feira, 05 de abril, “Mateus 28,8-15”: Cristo ressuscitado é o fundamento da nossa fé. A ressurreição torna-se, também, sinal de fé e contradição. Comunicação da boa notícia aos discípulos: “Mateus 28,10”.
Terça-feira, 06 de abril, “João 20,11-18”: Cristo ressuscitou e cada um de nós, somente pelos olhos da fé. Início decisivo, para que os seguidores de Cristo, no mundo de hoje embarquem para sempre no caminho da fé. É no nosso encontro pessoal com Cristo que experimentamos a ressurreição. A ordem de Jesus À Maria Madalena: “Vá aos irmãos e anuncie”, e para nós, também, no mundo atual.
Quarta-feira, 07 de abril, “Lucas 24,13-35”: Aqui os três elementos essenciais: o resumo da vida pública de Jesus, da Paixão e Morte na Cruz e a Sua Ressurreição. Quem é Jesus nesse relato? É o companheiro da nossa caminhada. É aquele que revela o sentido da sai morte e vitória da ressurreição. Assim, pode-se afirmar que a Palavra de Deus (a Bíblia) e a partilha do pão (Eucaristia), mudaram por completo a vida daqueles dois discípulos.
Quinta-feira, 08 de abril, “Lucas 24,35-48”: Jesus se apresenta aos discípulos e deseja-lhes a paz. Os discípulos ficam em dúvida e assustados. Jesus continua falando. Os discípulos custam a acreditar. Jesus ensina-os a interpretar os acontecimentos conforme as Escrituras. Os discípulos conquistaram a fé depois de um longo e trabalhoso caminho. A dúvida faz parte da nossa vida. Não podemos parar na dúvida, mas sim caminhar na fé!
Sexta-feira, 09 de abril, “João 21,1-14”: Como ressuscitado, Jesus continua servindo. Isso mostra que Ele está presente. Assim, também nós, quando servimos, manifestamos a presença de Cristo em nós e manifestamos o milagre da unidade, da abundância e do amor. O discípulo que Jesus amava, João, proclama a Pedro cheio de entusiasmo: “É o Senhor!”.
Sábado, 10 de abril, “Marcos 16,9-15”: Este Evangelho é uma síntese das aparições de Jesus relatados pelos outros evangelistas. Ele está vivo no meio de nós. A condição para se descobrir a presença de Jesus, e o impulso para testemunhá-lo, é a disposição de cada Cristão de colocar em prática a sua palavra que, vivida, ilumina e nos faz acreditar nas verdades da fé.
A verdadeira fé se expressa em atos e gestos concretos a cada dia, e não no vazio e no comodismo.
Caminhar com Jesus e ser mensageiro da paz, da fé e da esperança é a conversão!
Para refletir: Quem são os discípulos de Jesus no mundo de hoje? Onde encontrá-los?
Pergunta da semana: Quem era o discípulo chamado “Didimo”? Em que capítulo e versículo destes Evangelhos ele é citado?
Responda certo e ganhe uma Bíblia Ave Maria e o livro “Louvemos o Senhor 2009”, enviando a sua resposta até a próxima sexta-feira, dia 16/04/2010, para o e-mail: paula_vts@hotmail.com com o nome completo, endereço, telefone e e-mail (se tiver).
Reposta da semana passada: “Mateus 26,17”.
Segunda-feira, 05 de abril, “Mateus 28,8-15”: Cristo ressuscitado é o fundamento da nossa fé. A ressurreição torna-se, também, sinal de fé e contradição. Comunicação da boa notícia aos discípulos: “Mateus 28,10”.
Terça-feira, 06 de abril, “João 20,11-18”: Cristo ressuscitou e cada um de nós, somente pelos olhos da fé. Início decisivo, para que os seguidores de Cristo, no mundo de hoje embarquem para sempre no caminho da fé. É no nosso encontro pessoal com Cristo que experimentamos a ressurreição. A ordem de Jesus À Maria Madalena: “Vá aos irmãos e anuncie”, e para nós, também, no mundo atual.
Quarta-feira, 07 de abril, “Lucas 24,13-35”: Aqui os três elementos essenciais: o resumo da vida pública de Jesus, da Paixão e Morte na Cruz e a Sua Ressurreição. Quem é Jesus nesse relato? É o companheiro da nossa caminhada. É aquele que revela o sentido da sai morte e vitória da ressurreição. Assim, pode-se afirmar que a Palavra de Deus (a Bíblia) e a partilha do pão (Eucaristia), mudaram por completo a vida daqueles dois discípulos.
Quinta-feira, 08 de abril, “Lucas 24,35-48”: Jesus se apresenta aos discípulos e deseja-lhes a paz. Os discípulos ficam em dúvida e assustados. Jesus continua falando. Os discípulos custam a acreditar. Jesus ensina-os a interpretar os acontecimentos conforme as Escrituras. Os discípulos conquistaram a fé depois de um longo e trabalhoso caminho. A dúvida faz parte da nossa vida. Não podemos parar na dúvida, mas sim caminhar na fé!
Sexta-feira, 09 de abril, “João 21,1-14”: Como ressuscitado, Jesus continua servindo. Isso mostra que Ele está presente. Assim, também nós, quando servimos, manifestamos a presença de Cristo em nós e manifestamos o milagre da unidade, da abundância e do amor. O discípulo que Jesus amava, João, proclama a Pedro cheio de entusiasmo: “É o Senhor!”.
Sábado, 10 de abril, “Marcos 16,9-15”: Este Evangelho é uma síntese das aparições de Jesus relatados pelos outros evangelistas. Ele está vivo no meio de nós. A condição para se descobrir a presença de Jesus, e o impulso para testemunhá-lo, é a disposição de cada Cristão de colocar em prática a sua palavra que, vivida, ilumina e nos faz acreditar nas verdades da fé.
A verdadeira fé se expressa em atos e gestos concretos a cada dia, e não no vazio e no comodismo.
Caminhar com Jesus e ser mensageiro da paz, da fé e da esperança é a conversão!
Para refletir: Quem são os discípulos de Jesus no mundo de hoje? Onde encontrá-los?
Pergunta da semana: Quem era o discípulo chamado “Didimo”? Em que capítulo e versículo destes Evangelhos ele é citado?
Responda certo e ganhe uma Bíblia Ave Maria e o livro “Louvemos o Senhor 2009”, enviando a sua resposta até a próxima sexta-feira, dia 16/04/2010, para o e-mail: paula_vts@hotmail.com com o nome completo, endereço, telefone e e-mail (se tiver).
Reposta da semana passada: “Mateus 26,17”.
O que a Igreja pensa sobre... Risco de Vida
Por a própria vida em risco: não se trata do risco mínimo ou normal, trata-se de risco grave, objetivo, isto é, probabilidade consistente e fundada de morte, de lesão corporal, de invalidez.
Critério fundamental: expor a perigo a própria vida é lícito, e ás vezes necessário quando existe uma razão, proporcionalmente grave. A justificação deduz-se do princípio do duplo efeito, isto é, a ação em si não pode ser ilícita e o perigo não pode ser intencionado ou querido. Sempre é lícito dispor da vida em risco para evitar um risco maior e certo da própria vida. Exemplo: fugir do seqüestrador, salvar a vida de alguém quando está se afogando, etc.
É também expor a vida para salvar ou desenvolver valores morais ou valores morais ou valores fundamentais de convivência humana, tais como o valor da liberdade pessoal ou nacional, a solidariedade para quem é vítima de graves injustiças ou opressões, organizar formas de resistência (pertencer a grupos clandestinos de oposição num regime ditatorial), denúncia de crime, do tráfico, de violência policial, etc.
Importante: Para um cristão vale a lei da caridade, isto é, quando o próximo está em grave risco de vida e não pode salvar-se sozinho, se pudermos prestar ajuda eficaz, somos obrigados a presta-la mesmo pondo em risco a própria vida.
Iliceidade: é sempre ilícito expor a vida em risco sem grave motivo, mesmo que não aconteça nada. Exemplo: imprudência nas estradas, excursões quando perigosas, tais como: trilhas, alpinismo, passeios no mar, etc.
Catecismo da Igreja Católica:
Veja 2269 – “.....”
Também 2290 – “.....”
Por fim – “.....”
Padre Mário Marcelo Coelho, scj
Do livro: “O que a Igreja sobre...”
Editora Canção Nova
Critério fundamental: expor a perigo a própria vida é lícito, e ás vezes necessário quando existe uma razão, proporcionalmente grave. A justificação deduz-se do princípio do duplo efeito, isto é, a ação em si não pode ser ilícita e o perigo não pode ser intencionado ou querido. Sempre é lícito dispor da vida em risco para evitar um risco maior e certo da própria vida. Exemplo: fugir do seqüestrador, salvar a vida de alguém quando está se afogando, etc.
É também expor a vida para salvar ou desenvolver valores morais ou valores morais ou valores fundamentais de convivência humana, tais como o valor da liberdade pessoal ou nacional, a solidariedade para quem é vítima de graves injustiças ou opressões, organizar formas de resistência (pertencer a grupos clandestinos de oposição num regime ditatorial), denúncia de crime, do tráfico, de violência policial, etc.
Importante: Para um cristão vale a lei da caridade, isto é, quando o próximo está em grave risco de vida e não pode salvar-se sozinho, se pudermos prestar ajuda eficaz, somos obrigados a presta-la mesmo pondo em risco a própria vida.
Iliceidade: é sempre ilícito expor a vida em risco sem grave motivo, mesmo que não aconteça nada. Exemplo: imprudência nas estradas, excursões quando perigosas, tais como: trilhas, alpinismo, passeios no mar, etc.
Catecismo da Igreja Católica:
Veja 2269 – “.....”
Também 2290 – “.....”
Por fim – “.....”
Padre Mário Marcelo Coelho, scj
Do livro: “O que a Igreja sobre...”
Editora Canção Nova
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