Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava.
Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível porque o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Experimentou uma série deles, e com um suspiro, disse: "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho. Fui até o meu novo futuro endereço, subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando há vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Como ser um Herói da Fé
Você começa e não termina, fala que vai fazer isso ou aquilo e acaba não fazendo. Não é que as pessoas não acreditem, você é o primeiro a desacreditar na sua própria força. Para que ter expectativas falsas consigo mesmo?
A revelação tem duplo efeito: sustentar a esperança da Fé e devastar as dúvidas. Uma pessoa de fé é, por natureza, perseverante. Se você tem fé, persevera, se não tem, desiste. O que adianta ficar se enganando, dizendo que tem fé para isso e aquilo quando na hora do “vamos ver” você desiste facilmente?
Os heróis da fé no passado foram heróis justamente por causa do tipo de fé que viviam. Eles passaram por grandes desafios e dificuldades, a exemplo de vários outros homens e mulheres daquela época. Só que foram diferentes: nada os fez desviar de seus objetivos. Sabiam que a “gravidez” de seus sonhos tinha origem no Trono de Deus.
Pessoas comuns, como você e eu, receberam as promessas por meio de revelações do Espírito de Deus. Foram inspiradas e creram. Quantas vezes você tem sido inspirado em fazer algo, mas por causa do tempo, das pessoas, das condições, ou da sua opinião própria, você desistiu?
Cada revelação é uma nova inspiração, nova descoberta, novo mapa de uma nova mina
Para comparar com a Palavra de Deus: “Tiago 2, 14-17”.
A revelação tem duplo efeito: sustentar a esperança da Fé e devastar as dúvidas. Uma pessoa de fé é, por natureza, perseverante. Se você tem fé, persevera, se não tem, desiste. O que adianta ficar se enganando, dizendo que tem fé para isso e aquilo quando na hora do “vamos ver” você desiste facilmente?
Os heróis da fé no passado foram heróis justamente por causa do tipo de fé que viviam. Eles passaram por grandes desafios e dificuldades, a exemplo de vários outros homens e mulheres daquela época. Só que foram diferentes: nada os fez desviar de seus objetivos. Sabiam que a “gravidez” de seus sonhos tinha origem no Trono de Deus.
Pessoas comuns, como você e eu, receberam as promessas por meio de revelações do Espírito de Deus. Foram inspiradas e creram. Quantas vezes você tem sido inspirado em fazer algo, mas por causa do tempo, das pessoas, das condições, ou da sua opinião própria, você desistiu?
Cada revelação é uma nova inspiração, nova descoberta, novo mapa de uma nova mina
Para comparar com a Palavra de Deus: “Tiago 2, 14-17”.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Delicadezas – Descubra-se!
Eu estava correndo e de repente um estranho trombou em mim:
- Oh, me desculpe, por favor, foi a minha reação.
E ele disse:
- Ah, desculpe-me também, eu simplesmente não a vi!
Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu.
Então, mais tarde, naquele dia, eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do meu lado, tão em silêncio, que eu nem percebi.
Quando eu me virei, tomei o maior susto e lhe dei uma bronca.
- Saia do meu caminho, filho!
E eu disse aquilo com certa braveza. E ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido. Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.
Quando fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo:
- Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou! Mas, com seu filho, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou com isso! Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta. São flores que ele trouxe para você. Ele mesmo as pegou: a cor de rosa, a amarela e a azul. Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa e você nem viu as lágrimas nos olhos dele. Nesse momento, eu me senti muito pequena. E agora, o meu coração era quem derramava lágrimas. Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.
- Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou para mim? Ele sorriu.
- Eu encontrei embaixo da árvore. Eu peguei porque as achei tão bonitas como você! Eu sabia que você iria gostar, especialmente da azul.
Eu disse:
- Filho, eu sinto muito pela maneira como agi hoje. Eu não devia ter gritado com você, daquela maneira.
- Ah, mamãe, não tem problema. Eu te amo assim mesmo!
- Eu também te amo. E eu adorei as flores, especialmente a azul.
Você já parou para pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias.
Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás, os nossos filhos, sentirão essa perda para o resto de suas vidas. E nós, raramente paramos para pensar nisso.
Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que nossa família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que realmente estamos perdendo.
Perdemos o tempo de sermos carinhosos, de dizer um “Eu te amo”, de dizer um “Obrigado”, de dar um sorriso, ou de dizer o quanto isso machuca os nossos entes queridos.
A família é o nosso maior bem!
- Oh, me desculpe, por favor, foi a minha reação.
E ele disse:
- Ah, desculpe-me também, eu simplesmente não a vi!
Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu.
Então, mais tarde, naquele dia, eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do meu lado, tão em silêncio, que eu nem percebi.
Quando eu me virei, tomei o maior susto e lhe dei uma bronca.
- Saia do meu caminho, filho!
E eu disse aquilo com certa braveza. E ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido. Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.
Quando fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo:
- Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou! Mas, com seu filho, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou com isso! Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta. São flores que ele trouxe para você. Ele mesmo as pegou: a cor de rosa, a amarela e a azul. Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa e você nem viu as lágrimas nos olhos dele. Nesse momento, eu me senti muito pequena. E agora, o meu coração era quem derramava lágrimas. Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.
- Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou para mim? Ele sorriu.
- Eu encontrei embaixo da árvore. Eu peguei porque as achei tão bonitas como você! Eu sabia que você iria gostar, especialmente da azul.
Eu disse:
- Filho, eu sinto muito pela maneira como agi hoje. Eu não devia ter gritado com você, daquela maneira.
- Ah, mamãe, não tem problema. Eu te amo assim mesmo!
- Eu também te amo. E eu adorei as flores, especialmente a azul.
Você já parou para pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias.
Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás, os nossos filhos, sentirão essa perda para o resto de suas vidas. E nós, raramente paramos para pensar nisso.
Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que nossa família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que realmente estamos perdendo.
Perdemos o tempo de sermos carinhosos, de dizer um “Eu te amo”, de dizer um “Obrigado”, de dar um sorriso, ou de dizer o quanto isso machuca os nossos entes queridos.
A família é o nosso maior bem!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
O Homem que sabia rezar
Certo dia, o diabo deu um giro pelo mundo, queria ver como os homens rezavam.
Foi rápido o seu passeio de investigação, porque a maioria já se desacostumara de rezar, e relacionar-se com Deus.
E os poucos que ainda rezavam, faziam-no tão mal que arrancavam bocejos do Pai eterno.
Já regressando para a casa, viu um camponês que gesticulava furiosamente, em seu pequeno roçado.
Curioso e intrigado, o demônio escondeu-se atrás de um arbusto, e ficou observando.
O camponês birgava com Deus, aos gritos, fazendo censuras, dizendo injúrias, soltando afrontas.
O demônio esfregava as mãos, de contente.
Súbito, um padre surgiu na estrada. Apavorado com a cena do camponês gritando com Deus, lá veio o sermão:
- Bom dia, meu filho. Que modos são estes? Você não saber, por acaso, que é pecado insultar a bondade do Criador? Curioso e estranho, esse seu modo de comunicar-se com nosso Pai.
A resposta brotou de imediato, muito diáfana e despojada:
- Claro, padre. Se brigo com Deus é porque creio Nele. Se o censuro, é porque Lhe quero bem. Se grito,é porque sei que Ele me escuta.
- Devo estar delirando – repetiu consigo mesmo o padre, enquanto se afastava.
O demônio, por sua vez, ficou muito alarmado e se arrancou, feito um foguete de fpgp. Descobrira um homem que sabia rezar.
Reflexão:
Mesmo brigando é possível amar.
Mesmo gritando é possível relacionar-se.
O bem-querer de nosso vale-de-lágrimas jamais está isento de espinhos.
Um pouco estranho, tudo isso, esse jeito de amar, de proceder, de se relacionar. Mas é nossa marca registrada na terra dos egoísmos, no planeta das limitações.
Não raro brigamos.
Exatamente porque é grande nosso bem querer aos outros do nosso lado: aquele jovem, aquela criança, aquele homem, aquela mulher.
Pessoas que a gente considera como algo sagrado e não como objeto qualquer.
O timbre da voz, alterado, no fundo não é desamor. Não chega a ser crime ou castigo, é apenas bem querer amarrotado mas sem veneno maior.
Gritamos, num gesto amigo, naquele jeito meio criança de quem, medroso, assustado, porejando insegurança, treme e receia perder. Apenas isso.
Nada mais: amor mal embalado um pouco ruidoso demais, mas existem coração que orem em suaves preces.
Existem pais e filhos que se comunicam maravilhosamente. Existem almas vitoriosas já nos últimos degraus da intimidade com Deus.
A oração é a respiração da alma. Todo desejo de que Deus venha até nós já é oração.
Há uma oração interior que nunca se cala: teu desejo.
Se tu queres orar sem cessar, não cesses nunca de DESEJAR.
Foi rápido o seu passeio de investigação, porque a maioria já se desacostumara de rezar, e relacionar-se com Deus.
E os poucos que ainda rezavam, faziam-no tão mal que arrancavam bocejos do Pai eterno.
Já regressando para a casa, viu um camponês que gesticulava furiosamente, em seu pequeno roçado.
Curioso e intrigado, o demônio escondeu-se atrás de um arbusto, e ficou observando.
O camponês birgava com Deus, aos gritos, fazendo censuras, dizendo injúrias, soltando afrontas.
O demônio esfregava as mãos, de contente.
Súbito, um padre surgiu na estrada. Apavorado com a cena do camponês gritando com Deus, lá veio o sermão:
- Bom dia, meu filho. Que modos são estes? Você não saber, por acaso, que é pecado insultar a bondade do Criador? Curioso e estranho, esse seu modo de comunicar-se com nosso Pai.
A resposta brotou de imediato, muito diáfana e despojada:
- Claro, padre. Se brigo com Deus é porque creio Nele. Se o censuro, é porque Lhe quero bem. Se grito,é porque sei que Ele me escuta.
- Devo estar delirando – repetiu consigo mesmo o padre, enquanto se afastava.
O demônio, por sua vez, ficou muito alarmado e se arrancou, feito um foguete de fpgp. Descobrira um homem que sabia rezar.
Reflexão:
Mesmo brigando é possível amar.
Mesmo gritando é possível relacionar-se.
O bem-querer de nosso vale-de-lágrimas jamais está isento de espinhos.
Um pouco estranho, tudo isso, esse jeito de amar, de proceder, de se relacionar. Mas é nossa marca registrada na terra dos egoísmos, no planeta das limitações.
Não raro brigamos.
Exatamente porque é grande nosso bem querer aos outros do nosso lado: aquele jovem, aquela criança, aquele homem, aquela mulher.
Pessoas que a gente considera como algo sagrado e não como objeto qualquer.
O timbre da voz, alterado, no fundo não é desamor. Não chega a ser crime ou castigo, é apenas bem querer amarrotado mas sem veneno maior.
Gritamos, num gesto amigo, naquele jeito meio criança de quem, medroso, assustado, porejando insegurança, treme e receia perder. Apenas isso.
Nada mais: amor mal embalado um pouco ruidoso demais, mas existem coração que orem em suaves preces.
Existem pais e filhos que se comunicam maravilhosamente. Existem almas vitoriosas já nos últimos degraus da intimidade com Deus.
A oração é a respiração da alma. Todo desejo de que Deus venha até nós já é oração.
Há uma oração interior que nunca se cala: teu desejo.
Se tu queres orar sem cessar, não cesses nunca de DESEJAR.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Se eu soubesse...
Se algum dia eu soubesse que nunca mais veria você, eu lhe daria um abraço mais forte.
Se eu soubesse que seria a última vez a ver você, eu lhe daria um beijo e a chamaria para dar mais um.
Se eu soubesse que seria a última vez a ouvir a sua voz, eu gravaria cada movimento e cada palavra, para revê-los depois todos os dias.
Se eu soubesse que seria a última vez que eu poderia parar mais um ou dois minutos para dizer-lhe “gosto de você”, eu diria, ao invés de deixar que você presumisse.
Se eu soubesse que hoje seria o último dia a compartilhar com você, eu o sentiria muito mais intensamente em vez de deixá-lo simplesmente passar.
Sempre acreditamos que haverá o amanhã para corrigir um descuido, para ter uma segunda chance de acertar.
Será que haverá uma chance para dizer “posso fazer alguma coisa por você”?
O amanhã não é garantido para ninguém, seja para os jovens, ou os mais velhos, e hoje pode ser a última chance de abraçarmos aqueles que amamos.
Então, se estamos esperando pelo amanhã, por que não agirmos hoje? Assim, se o amanhã nunca chegar, não teremos aproveitado um momento para o sorriso, para um abraço, para um beijo, para uma gentileza, porque estávamos muito ocupados para dar a alguém o que poderia ser o seu último desejo.
Abracemos hoje aqueles que amamos. Sussurremos em seus ouvidos, dizendo-lhes os quantos nos são caros e que sempre o amamos.
Encontremos tempo para dizer “desculpe-me”, “perdoe-me”, “obrigado”, “eu perdôo você”.
Sempre há tempo para amarmos e, se não houver amanhã, também não haverá remorsos de hoje para carregarmos. Pense nisso AGORA...
Se eu soubesse que seria a última vez a ver você, eu lhe daria um beijo e a chamaria para dar mais um.
Se eu soubesse que seria a última vez a ouvir a sua voz, eu gravaria cada movimento e cada palavra, para revê-los depois todos os dias.
Se eu soubesse que seria a última vez que eu poderia parar mais um ou dois minutos para dizer-lhe “gosto de você”, eu diria, ao invés de deixar que você presumisse.
Se eu soubesse que hoje seria o último dia a compartilhar com você, eu o sentiria muito mais intensamente em vez de deixá-lo simplesmente passar.
Sempre acreditamos que haverá o amanhã para corrigir um descuido, para ter uma segunda chance de acertar.
Será que haverá uma chance para dizer “posso fazer alguma coisa por você”?
O amanhã não é garantido para ninguém, seja para os jovens, ou os mais velhos, e hoje pode ser a última chance de abraçarmos aqueles que amamos.
Então, se estamos esperando pelo amanhã, por que não agirmos hoje? Assim, se o amanhã nunca chegar, não teremos aproveitado um momento para o sorriso, para um abraço, para um beijo, para uma gentileza, porque estávamos muito ocupados para dar a alguém o que poderia ser o seu último desejo.
Abracemos hoje aqueles que amamos. Sussurremos em seus ouvidos, dizendo-lhes os quantos nos são caros e que sempre o amamos.
Encontremos tempo para dizer “desculpe-me”, “perdoe-me”, “obrigado”, “eu perdôo você”.
Sempre há tempo para amarmos e, se não houver amanhã, também não haverá remorsos de hoje para carregarmos. Pense nisso AGORA...
terça-feira, 27 de abril de 2010
Para meditar a oração: PAI NOSSO
Não posso dizer PAI NOSSO se não vejo em todos os homens irmãos meus.
Não posso dizer QUE ESTAIS NO CÉU se o que preocupa são os bens da terra.
Não posso dizer SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME se a minha vida é uma imagem de cristão falso.
Não posso dizer VENHA A NÓS O VOSSO REINO se não deixo o amor de Cristo crescer em mim.
Não posso dizer SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU se divinizo as minhas vontades, se o que me importa é o que eu quero.
Não posso dizer O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE se não sou capaz de repartir o meu pão com os necessitados.
Não posso dizer PERDOAIS AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO se minha vida é permanente ofensa à justiça à caridade.
Não posso dizer E NÃO DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL se fecho os olhos à mão estendida, os ouvidos ao pedido, se fujo de minhas responsabilidades como homem na construção de um mundo melhor.
Não posso dizer AMÉM porque minto se não aceito tudo.
Não posso dizer QUE ESTAIS NO CÉU se o que preocupa são os bens da terra.
Não posso dizer SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME se a minha vida é uma imagem de cristão falso.
Não posso dizer VENHA A NÓS O VOSSO REINO se não deixo o amor de Cristo crescer em mim.
Não posso dizer SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU se divinizo as minhas vontades, se o que me importa é o que eu quero.
Não posso dizer O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE se não sou capaz de repartir o meu pão com os necessitados.
Não posso dizer PERDOAIS AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO se minha vida é permanente ofensa à justiça à caridade.
Não posso dizer E NÃO DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL se fecho os olhos à mão estendida, os ouvidos ao pedido, se fujo de minhas responsabilidades como homem na construção de um mundo melhor.
Não posso dizer AMÉM porque minto se não aceito tudo.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Oi, meu nome é Felicidade!
Faço parte da vida daqueles que tem amigos, pois ter amigos é ser feliz.
Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você, pois viver assim é ser feliz!
Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do amor, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final.
Eu sou casada sabiam?
Sou casada com o Tempo.
Ah! O meu marido é maravilhoso!
Ele é responsável pela resolução de todos os problemas.
Ele reconstrói corações, ele cura machucados, ele vence tristezas.
Juntos, eu e o tempo tivemos três filhos: a Amizade, é a filha mais velha. Uma linda menina, sincera, alegre. A amizade brilha como o sol. A Amizade une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar.
A do meio é a Sabedoria culta, íntegra, sempre foi a mais apegada ao pai: o Tempo. A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!
O caçula é o Amor. Ah! Como esse me dá trabalho! É teimoso, às vezes só quer morar em um só lugar. Eu vivo dizendo: “Amor, você foi feito para morar em dois corações, não em apenas um”. O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo! Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo. E aí, o Tempo sai fechando todas as feridas que o amor abriu!
Uma pessoa muito importante me ensinou uma coisa: Tudo no final dá certo. Se ainda não deu, é porque não chegou ao final.
Por isso, acredite sempre na minha família. Acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e principalmente no Amor.
Aí, com certeza eu, a Felicidade, baterei à sua porta e entrarei na sua casa!
Tenha Tempo para os Sonhos.
Eles conduzem sua carruagem para as Estrelas.
Tenham um ótimo dia!
Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você, pois viver assim é ser feliz!
Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do amor, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final.
Eu sou casada sabiam?
Sou casada com o Tempo.
Ah! O meu marido é maravilhoso!
Ele é responsável pela resolução de todos os problemas.
Ele reconstrói corações, ele cura machucados, ele vence tristezas.
Juntos, eu e o tempo tivemos três filhos: a Amizade, é a filha mais velha. Uma linda menina, sincera, alegre. A amizade brilha como o sol. A Amizade une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar.
A do meio é a Sabedoria culta, íntegra, sempre foi a mais apegada ao pai: o Tempo. A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!
O caçula é o Amor. Ah! Como esse me dá trabalho! É teimoso, às vezes só quer morar em um só lugar. Eu vivo dizendo: “Amor, você foi feito para morar em dois corações, não em apenas um”. O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo! Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo. E aí, o Tempo sai fechando todas as feridas que o amor abriu!
Uma pessoa muito importante me ensinou uma coisa: Tudo no final dá certo. Se ainda não deu, é porque não chegou ao final.
Por isso, acredite sempre na minha família. Acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e principalmente no Amor.
Aí, com certeza eu, a Felicidade, baterei à sua porta e entrarei na sua casa!
Tenha Tempo para os Sonhos.
Eles conduzem sua carruagem para as Estrelas.
Tenham um ótimo dia!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Pobreza e Riqueza
Uma mãe de família rica levou o filho para viajar ao interior com o firme propósito de mostrar quanto às pessoas podem ser pobres. Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de uma família muito pobre.
Quando retornaram da viagem a mãe perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
- Muito boa mãe!
- Você viu como as pessoas podem ser?
- Sim, respondeu o menino.
- E o que você aprendeu?
O filho respondeu:
- Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma linda varanda coberta e iluminada com luz, eles têm as estrelas e a lua.
Nosso quintal vai até o portão de entrada, eles têm uma floresta inteira.
Quando o pequeno garoto acabou de responder, sua mãe ficou estupefata. O filho acrescentou:
- Obrigado, mãe, por me mostrar o quão “pobres” nós somos!
Moral da História
Tudo o que você tem depende da maneira como você olha para as coisas. Se você tem amor, amigos, saúde, família, bom humor e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo! Se você é “pobre” de espírito, você não tem nada!
Quando retornaram da viagem a mãe perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
- Muito boa mãe!
- Você viu como as pessoas podem ser?
- Sim, respondeu o menino.
- E o que você aprendeu?
O filho respondeu:
- Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma linda varanda coberta e iluminada com luz, eles têm as estrelas e a lua.
Nosso quintal vai até o portão de entrada, eles têm uma floresta inteira.
Quando o pequeno garoto acabou de responder, sua mãe ficou estupefata. O filho acrescentou:
- Obrigado, mãe, por me mostrar o quão “pobres” nós somos!
Moral da História
Tudo o que você tem depende da maneira como você olha para as coisas. Se você tem amor, amigos, saúde, família, bom humor e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo! Se você é “pobre” de espírito, você não tem nada!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
EU TE CHAMO
Finalmente vieste a mim.
Finalmente escutaste meu chamado e livremente escolheste respondê-lo.
Eu venho chamando-te desde aquele dia distante no qual foste batizado.
Eu te chamo porque quero que tenhas uma vida muito especial para mim.
Quero que sejas um cristão, mas acho que não percebes, que especial é este chamado.
Talvez não compreendas que é um privilégio, ou provavelmente não lhe dás nenhuma importância.
Já tiveste este chamado por tanto tempo, já ouviste em tantas pessoas, já o estudaste, falaste sobre ele, leste tanto sobre ele, que já perdeu sua importância e sobretudo, a transcendência no seu dia-a-dia.
Mas eu não desisto, e continuo a chamar-te, procurando fazer com que percebas o grande privilégio e a grande responsabilidade que significa ser cristão.
Por esse privilégio, o de seres chamado, deverias alegrar-te, e sabendo que podes e deves aplicá-lo no seu dia-a-dia.
É cristão e nisso deves destacar-te, as pessoas devem te reconhecer.
Deverão ver em todas as tuas ações o amor que tu tens por mim, e que se derrama sobre eles.
Há muitos anos pedi aos meus amigos que observassem os meus cristãos e vissem a maneira como eles se amavam.
Eu poderia pedir o mesmo hoje? “Observem os meus cristãos, como se amam uns aos outros”. Que aconteceu no decorrer dos anos? Que mudou? Eu não mudei. Sou o mesmo Cristo com as mesmas leis, o mesmo amor e a mesma igreja. Sou o mesmo Cristo que os cristãos há dois mil anos amaram e seguiram.
Sou o mesmo Cristo, o único Cristo que as pessoas se esforçaram em imitar. Sou o mesmo Deus-Homem que os inspirou para que amassem aos outros como a si mesmo.
Mas de alguma maneira, através dos anos perdeste a essência do teu chamado.
Por algum motivo, não percebes que os cristãos de hoje não devem ser diferentes dos cristãos de antigamente. Devem ser tão ativos, tão enérgicos e tão entusiastas por Mim e minha Igreja, como era originalmente a comunidade cristã.
Mas finalmente vieste a Mim. Enfim, estás pronto para aceitar a plenitude do chamado cristão.
E isso é importante. Tens a vontade de melhorar. Queres converter-te em cristão, levando-me assim para onde quer que vá. Por que tentas compreender o que significa ser um cristão verdadeiro: que é um chamado, uma vocação, um “jeito” de vida, que é privilégio, e que é uma responsabilidade.
Quero que percebas que por teu batismo, Eu, pessoalmente, te chamei a este estilo de vida.
Aceitaste, e agora estás no caminho a esse estilo de vida cristã, a seres valente, corajoso, forte e ardente portador do amor de Cristo, pois para isto te criei.
Com minha ajuda, podes responder ao chamado nesta vida, para que algum dia possas partilhar a alegria da minha vida.
Eterna... EU TE CHAMO!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
A Filosofia do dinheiro
Com o dinheiro se compra uma cama, mas não o sono.
Com o dinheiro se compra a comida, mas não o apetite.
Com o dinheiro se compra livros, mas não a inteligência.
Com o dinheiro se compra o luxo, mas não o homem.
Com o dinheiro se compra uma casa, mas não o lar.
Com o dinheiro se compra remédios, mas não a saúde.
Com o dinheiro se compra convivência, mas não a cultura.
Com o dinheiro se compra o divertimento, mas não a felicidade.
Com o dinheiro se compra um crucifixo, mas não a salvação.
Com o dinheiro se compra um julgamento, mas não a consciência.
Com o dinheiro se compra um assento na igreja, mas não um lugar no céu.
Com o dinheiro se compra utensílios, mas não o homem.
Com o dinheiro se compra uma consciência, mas não o inocente.
Com o dinheiro se compra um ouvido, mas não o escutar da voz de Deus.
Com o dinheiro se compra o trabalhador, mas não o trabalho.
Com o dinheiro se compra o justo, mas não a justiça.
Com o dinheiro se compra o educador, mas não a educação.
Com o dinheiro se compra a liberdade, mas não a vontade interior.
Com dinheiro finalmente podemos comprar tudo quanto quisermos, mas nunca compraremos a pessoa, a personalidade, a inteligência, a integridade física e moral, a fé, a vocação, a realização da pessoa humana, gente que cresce em direção ao Pai Celestial.
Por vezes, há pessoas que duvidam da sinceridade da vocação do outro, de sua integridade, de sua personalidade, o mais profundo do seu ser, e esquecem que o outro necessita de seu auxílio, de sua ajuda, por causa de sua própria mediocridade, auto-confiança, sua própria honestidade, porque no fundo é fingido, hipócrita, sepulcro caiado.
Contudo isso, medite esta comparação: “Mateus 16,26”.
Concluindo: “Filipenses 2, 4-5”.
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