Pecado é um ato de escolha, feito livremente e por egoísmo.
Quem pratica a superstição, levado por egoísmo, sabendo que não deve fazê-lo, peca. Quem a pratica porque aprendeu daquele jeito e não é católico, provavelmente está bem com Deus, pois não estará mentindo nem a si mesmo nem a Deus. Superstição é o erro de a gente atribuir a coisas, pessoas e práticas o poder que não possuem e buscar nessas coisas, pessoas ou práticas uma solução que só pode vir de Deus.
Por exemplo: superstição é a gente achar que precisa se benzer três vezes diante de uma estátua; virar uma imagem de costas para conseguir um favor; ir a praia e tomar banho, depois vir andando de ré e de frente para o mar, para conseguir um favor. Ou ainda, colocar três pedrinhas de sal no fogo para que uma visita importuna vá embora.
Há tantas superstições no mundo que até dá tristeza ver. Medo de assombração, uso errado de água benta, ramos de arruda nas orelhas, horóscopo, biorritmo, uso errado de velas, de imagens, de orações, corpo fechado e coisas desse tipo. Tudo isso é uma teimosia em dar mais valor às coisas do que à Palavra e a Ação de Deus.
Quem se diz católico e amigo de Jesus e fica dando valor excessivo à vela, à imagem, à água benta e a orações mágicas está errado. Estas coisas podem ser úteis e a Igreja até permite algumas delas, mas não para a gente se desviar de Jesus e sim para chegar mais perto Dele e confiar mais ainda na sua bondade.
Eu, por exemplo, acho errado acender vela para espantar mau olhado. Acho certo acender vela para louvar a Deus. E só. Deixar vela brilhando, enquanto oramos, como um símbolo de nosso amor por Deus, eu acho certo, porque o símbolo tem lá sua razão de ser em nossa vida. Não carregamos alianças, brincos e pequenos símbolos de amor? Então, por que não tê-los diante de Deus?
Contudo, acender vela, porque se a gente acender dez velas ganha uma graça; isto é superstição e é errado. Parece muito mais comércio e barganha do que fé. Tudo depende da intenção correta que a gente tem ao fazer uso de um objeto. Se a gente der a um objeto um valor de barganha, é superstição. Deus não faz negócios com a gente. Ou dá porque precisamos, ou porque Ele quer dar, ou não dá; mas comerciante Deus não é.
Estas correntes de São Judas, de Santo Antônio e outras que a gente recebe por carta e não mandar adiante, interrompendo a corrente, vai perder um filho ou coisa desse tipo, é ignorância e uma crueldade. Acho isso uma verdadeira tolice. Eu, rasgo estas cartas ou as levo ao vigário que em geral rasga na hora. E eu acredito é na bondade de Deus e não nas ameaças de gente que não tem mais o que inventar e por isso, fica pondo medo nas pessoas simples.
Palavra de fé: “Os que confiam no Senhor são como o Monte Sião, eternamente firme”. (Salmo 124/125,1)
Mostrando postagens com marcador Padre Zezinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Padre Zezinho. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Os ajustes no casamento
Casar sem se ajustar é o mesmo que comprar uma casa pronta e não fazer nenhum reparo. Mais cedo ou mais tarde descobrirão que o cômodo, não é necessariamente o melhor. O carpinteiro que colocou a porta principal da nova casa teve que fazer muitos ajustes até que a porta funcionasse. Mexeu no batente, na porta, nos gonzos e na fechadura. Depois veio o pintor. Os dois levaram quase três dias para ajustar uma porta pré fabricada. É que ela estava preparada, mas não estava pronta.
A ternura é a porta principal do casamento. Por ela entrará a felicidade dos dois e também muita coisa perniciosa. Dependerá do tipo de chave, de trave de segurança e do cuidado que terão com aquela porta. Quando alguém é cioso do que tem não deixa a porta escancarada. Mas para que a porta funcione os dois precisarão fazer ajustes.
Nada mais errado do que um casamento onde um, em nome do seu trabalho ou de sua profissão, ou do projeto que fez para ambos exige que o outro engula tudo. Afinal, dizem, ele (ou ela) está cuidando da felicidade do casal! É o seu ponto de vista, mas não é o dos dois. Quem casa quer amar e ser amado e isso exige gentilezas, atenção, cuidados, proximidade, presença, intimidade e momentos quase sagrados e só deles. E não pode ser nem pouco nem de qualquer jeito. Os ajustes do casamento são fundamentais para que os dois possam viver bem e segurar aquela relação.
Nossa sociedade supervalorizou o indivíduo em detrimento da comunidade. Mas é de comunidade que se trata quando alguém se casa. Quem quer que o outro se adapte, mas não faz nenhum esforço para que a pessoa com quem se casou se sinta bem, prometeu e não cumpriu sua parte do trato. A ternura é fundamental. Se não funcionar vai haver conflitos.
Palavra de fé: “Meu bem amado é para mim e eu para ele; ele apascenta entre os lírios”. (Cânticos dos Cânticos 2,16)
A ternura é a porta principal do casamento. Por ela entrará a felicidade dos dois e também muita coisa perniciosa. Dependerá do tipo de chave, de trave de segurança e do cuidado que terão com aquela porta. Quando alguém é cioso do que tem não deixa a porta escancarada. Mas para que a porta funcione os dois precisarão fazer ajustes.
Nada mais errado do que um casamento onde um, em nome do seu trabalho ou de sua profissão, ou do projeto que fez para ambos exige que o outro engula tudo. Afinal, dizem, ele (ou ela) está cuidando da felicidade do casal! É o seu ponto de vista, mas não é o dos dois. Quem casa quer amar e ser amado e isso exige gentilezas, atenção, cuidados, proximidade, presença, intimidade e momentos quase sagrados e só deles. E não pode ser nem pouco nem de qualquer jeito. Os ajustes do casamento são fundamentais para que os dois possam viver bem e segurar aquela relação.
Nossa sociedade supervalorizou o indivíduo em detrimento da comunidade. Mas é de comunidade que se trata quando alguém se casa. Quem quer que o outro se adapte, mas não faz nenhum esforço para que a pessoa com quem se casou se sinta bem, prometeu e não cumpriu sua parte do trato. A ternura é fundamental. Se não funcionar vai haver conflitos.
Palavra de fé: “Meu bem amado é para mim e eu para ele; ele apascenta entre os lírios”. (Cânticos dos Cânticos 2,16)
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Sob a ótica do pregador
Pregadores de religião mostram sermão após sermão, o mundo onde vivem. Eles! Não necessariamente seus ouvintes. Se lêem pouco, e apenas um tipo de leitura, esse conhecimento unilateral vai aparecer em seus discursos. Se não lêem quase nada, Deus “vai lhes dizer” a maioria das palavras que falarão naquele momento. Chamam o Senhor em socorro da sua falta de estudo e de iniciativa em buscar sua Palavra ou de seu desprezo pela cultura do mundo, presente nos livros de pensadores sérios.
Se a cabeça do pregador está imersa em um buraco ou em uma selva escura, onde a luz só entra uma ou duas horas por dia, o pregador terá um discurso de alma sôfrega, com palavras repletas de assombrações, cheias de soluções rápidas, imediatas, ali, na hora, misteriosas e imediatistas: “Deus quer agora”; “Ele está me dizendo”; “Eu sinto que...”. Com isso, vai sobrecarregar os fiéis de respostas prontas e mágicas. Seu discurso lembrará os livros e filmes de terror, nos quais, em cada beco, pode surgir um demônio ou uma alma penada. Prega certezas e garante tudo em nome de Jesus, porque lhe falta mais leitura e as luzes da esperança. Esta é sempre mais trabalhosa que a certeza, pois faz pensar e conduz à busca de soluções; ao passo que a convicção apresenta respostas prontas, como, por exemplo: “Deus o mandou fazer isso. Então faça e não discuta! Não questione! Aceite Jesus”. Só não é acrescentada esta frase, que está subentendida: “Do jeito que eu estou lhe mostrando”.
Se lesse de verdade o Santo Livro, veria que nem tudo tem solução rápida e que não basta dizer “Senhor, Senhor”, erguer as mãos e usar o nome de Jesus para expulsar qualquer demônio que, às vezes, nem é demônio, nem vai embora. Uma coisa é o demônio real, e outro o de televisão. Religião é muito mais que apontar uma lanterna contra um ângulo escuro e pedir que os telespectadores e ouvintes nos sigam.
Se vive em uma colina onde a luz brilha entre 12 e 15 horas por dia, ele vai ser um pregador de luzes. Seu discurso será o de um homem esperançoso, que semeia confiança e ensina seu povo a caminhar. Provavelmente, mais que apontar sua lanterna para um canto escuro, vai conduzir os fiéis a ir e abrir aquelas janelas, também em nome de Jesus!
Algumas afirmações de pregadores da atualidade demonstram o tipo de formação recebida e os livros que andaram lendo. Quando diz que todos ali, na enorme assembléia, “estão com encosto, só que ele ainda não se manifestou”, o pregador revela seu pensamento sobre a presença do demônio no mundo e nas almas. Está dizendo que, até mesmo na assembléia de batizados e convertidos que se entregaram a Jesus naquela igreja, as sombras continuam onipotentes e o espaço permanece ocupado pelo demônio. Imagine, então, o que ele pensa dos que não pertencem à sua Igreja!
Ao abrir a boca, os pregadores demonstram sua cultura. Um bom número de pregadores da mídia religiosa mostra que sabe das coisas. Mas há muitos que não sabem e acham que não precisam saber. Afinal, Deus é o roteirista que lhes indica o que devem dizer naquela hora. A mensagem deles, porém, mensagem de Deus que não é!
Palavra de fé: “Logo, a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da Palavra de Cristo”. (Romanos 10,17)
Se a cabeça do pregador está imersa em um buraco ou em uma selva escura, onde a luz só entra uma ou duas horas por dia, o pregador terá um discurso de alma sôfrega, com palavras repletas de assombrações, cheias de soluções rápidas, imediatas, ali, na hora, misteriosas e imediatistas: “Deus quer agora”; “Ele está me dizendo”; “Eu sinto que...”. Com isso, vai sobrecarregar os fiéis de respostas prontas e mágicas. Seu discurso lembrará os livros e filmes de terror, nos quais, em cada beco, pode surgir um demônio ou uma alma penada. Prega certezas e garante tudo em nome de Jesus, porque lhe falta mais leitura e as luzes da esperança. Esta é sempre mais trabalhosa que a certeza, pois faz pensar e conduz à busca de soluções; ao passo que a convicção apresenta respostas prontas, como, por exemplo: “Deus o mandou fazer isso. Então faça e não discuta! Não questione! Aceite Jesus”. Só não é acrescentada esta frase, que está subentendida: “Do jeito que eu estou lhe mostrando”.
Se lesse de verdade o Santo Livro, veria que nem tudo tem solução rápida e que não basta dizer “Senhor, Senhor”, erguer as mãos e usar o nome de Jesus para expulsar qualquer demônio que, às vezes, nem é demônio, nem vai embora. Uma coisa é o demônio real, e outro o de televisão. Religião é muito mais que apontar uma lanterna contra um ângulo escuro e pedir que os telespectadores e ouvintes nos sigam.
Se vive em uma colina onde a luz brilha entre 12 e 15 horas por dia, ele vai ser um pregador de luzes. Seu discurso será o de um homem esperançoso, que semeia confiança e ensina seu povo a caminhar. Provavelmente, mais que apontar sua lanterna para um canto escuro, vai conduzir os fiéis a ir e abrir aquelas janelas, também em nome de Jesus!
Algumas afirmações de pregadores da atualidade demonstram o tipo de formação recebida e os livros que andaram lendo. Quando diz que todos ali, na enorme assembléia, “estão com encosto, só que ele ainda não se manifestou”, o pregador revela seu pensamento sobre a presença do demônio no mundo e nas almas. Está dizendo que, até mesmo na assembléia de batizados e convertidos que se entregaram a Jesus naquela igreja, as sombras continuam onipotentes e o espaço permanece ocupado pelo demônio. Imagine, então, o que ele pensa dos que não pertencem à sua Igreja!
Ao abrir a boca, os pregadores demonstram sua cultura. Um bom número de pregadores da mídia religiosa mostra que sabe das coisas. Mas há muitos que não sabem e acham que não precisam saber. Afinal, Deus é o roteirista que lhes indica o que devem dizer naquela hora. A mensagem deles, porém, mensagem de Deus que não é!
Palavra de fé: “Logo, a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da Palavra de Cristo”. (Romanos 10,17)
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Sexo é ternura
O Catecismo da Igreja Católica, ao falar do sexto mandamento da lei de Deus – que propõe castidade e pureza de intenção no uso da sexualidade aos casados e aos não casados -, define o sexo como um ato de ternura. Ternura é virtude de quem é terno, suave, delicado, respeitador, gentil e capaz de ver a vida do ponto de vista do outro. O contrário é ser durão, violento, bruto, sem fineza e sem classe.
O que a Igreja afirma aos que praticam sexo é muito claro. O encontro sexual deve ser responsável, fruto de carinho e respeito na entrega e no acolhimento, doação, diálogo de corpo e de mente. Que um não force nem engane o outro. Ele não diga nunca: “Tenho uma mulher”, sem dizer também: “Sou dela”. Ela nunca diga que tem um homem sem dizer também: “Sou dele”.
O sexo não significa posse. É sim, doação e entrega serena e respeitosa das potencialidades de um de outro no prazer mais bonito que puderem se dar. Que seja físico, mas também espiritual. Não seja apenas um encontro de carne e, sim, de pessoas que se admiram, e um não imagina a sua vida sem o outro.
A doutrina da Igreja, trocada em miúdos, seria mais ou menos assim: conseguir o corpo de alguém sem a pessoa e a ternura desse alguém não chega nem mesmo a ser um ato sexual, é um desatino sexual; não é laço, é nó cego; não é diálogo, é monólogo. O corpo do homem e o da mulher foram criados para um ajuste e um encaixe, como peças de uma engrenagem maravilhosa que gera afeto, paz e, se souberem o que querem, filhos do jeito certo e no tempo certo. Mas, para isso, é necessário educar o corpo e a alma.
O sexo começa e morra na cabeça. Os órgãos genitais apenas executam a tarefa. Se a cabeça for suja, o ato também será. Se for serena e tranqüila, o ato será cheio de paz. Para milhões de casais, é um magnífico ato espiritual que passa pelos corpos em festa.
Quem disse que a Igreja é contra o sexo nunca leu direito os seus escritos. Ela abomina a grosseria, o erotismo burro, a pornografia sem vergonha, a brutalidade, a leviandade, o desrespeito e o egoísmo.
Para os cristãos, sexo tem que ter nexo e anexo. Se não tiver, fica cada dia mais complexo e perplexo. Na poesia da vida, deixa de ser verso porque se fez perverso.
O que a Igreja afirma aos que praticam sexo é muito claro. O encontro sexual deve ser responsável, fruto de carinho e respeito na entrega e no acolhimento, doação, diálogo de corpo e de mente. Que um não force nem engane o outro. Ele não diga nunca: “Tenho uma mulher”, sem dizer também: “Sou dela”. Ela nunca diga que tem um homem sem dizer também: “Sou dele”.
O sexo não significa posse. É sim, doação e entrega serena e respeitosa das potencialidades de um de outro no prazer mais bonito que puderem se dar. Que seja físico, mas também espiritual. Não seja apenas um encontro de carne e, sim, de pessoas que se admiram, e um não imagina a sua vida sem o outro.
A doutrina da Igreja, trocada em miúdos, seria mais ou menos assim: conseguir o corpo de alguém sem a pessoa e a ternura desse alguém não chega nem mesmo a ser um ato sexual, é um desatino sexual; não é laço, é nó cego; não é diálogo, é monólogo. O corpo do homem e o da mulher foram criados para um ajuste e um encaixe, como peças de uma engrenagem maravilhosa que gera afeto, paz e, se souberem o que querem, filhos do jeito certo e no tempo certo. Mas, para isso, é necessário educar o corpo e a alma.
O sexo começa e morra na cabeça. Os órgãos genitais apenas executam a tarefa. Se a cabeça for suja, o ato também será. Se for serena e tranqüila, o ato será cheio de paz. Para milhões de casais, é um magnífico ato espiritual que passa pelos corpos em festa.
Quem disse que a Igreja é contra o sexo nunca leu direito os seus escritos. Ela abomina a grosseria, o erotismo burro, a pornografia sem vergonha, a brutalidade, a leviandade, o desrespeito e o egoísmo.
Para os cristãos, sexo tem que ter nexo e anexo. Se não tiver, fica cada dia mais complexo e perplexo. Na poesia da vida, deixa de ser verso porque se fez perverso.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Palavras que não passam: Dinheiro demais nas Igrejas
Quando rios de dinheiro invadem as Igrejas e os consagrados, resta a eles provar que todo aquele dinheiro é vontade de Deus. Alguns até criam teologias para justificar tanta riqueza.
Dinheiro rápido demais e em quantidade absurda funciona como carro sem freio na ladeira. Quem precisa demais dele pata tocar adiante seus megaprojetos acaba querendo mais e mais obras, mais e mais lucro, mais e mais sucesso, mais e mais crescimento. Quando percebe que precisa para, não consegue. Virou vício. Não sabe mais voltar à pobreza e à simplicidade de ontem.
Paulo adverte na 1ª Carta a Timóteo (3,3) sobre quem deve ser chamado a liderar a Igreja. Entre as qualidades, aponta o fato de não ser amante do dinheiro. Boa parte do capítulo 6 trata do excesso de preocupação com dinheiro na Igreja. Para isso, é preciso mais dinheiro! Diz o mesmo em Hebreus 13,5.
Os evangelhos deixam claro que Deus não é contra a riqueza, mas que ela sufoca os outros valores (Mt 13,22; Mc 10,22, Mc 12,14; Lc 16,11). Quem sucumbe ao dinheiro não saberá ser de Deus, por mais bonito que seja o seu discurso. A esmola da mulher pobre silenciosa no templo ou do publicano arrependido pode valer mais do que os louvores e o dinheiro do fariseu que se gaba de ter o que tem por graça de Deus.
Para quem precisa cada dia mais de dinheiro vale qualquer coisa para não ter o que voltar atrás. É preciso ser muito ético e muito santo para saber o que fazer com milhões de dólares ou de reais na conta. Se a Igreja canonizou pouquíssimos deles, deve ser porque poucos homens conseguiram ser mais fortes do que o dinheiro que passou por suas mãos. Entre a ética do Reino de Deus, à maneira do jovem rico, escolheram ficar com o que possuíam. Não tinha como voltar atrás.
E sempre arranjaram um jeito de explicar que tudo aquilo veio porque Deus os abençoou. Passaram a ver sua riqueza como prêmio por ser discurso ou por sua fé. Já ouviu o discurso desses novos pregadores no rádio e na televisão? Ouça e veja. São elucidativos. Depois mergulhe na sua bíblia e veja o que ela realmente diz a respeito de dinheiro, poder, riqueza e pobreza. Não é o mesmo discurso!
Assinar:
Postagens (Atom)
