quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Católicos e as provocações dos crentes, do livro do Pe. Vicente, S.V.D.


Interpretação da Bíblia:

Argumentação dos crentes: os protestantes proclamam a total liberdade individual na interpretação da Bíblia. E questionam: Por que a Igreja Católica não permite?

Resposta: o resultado lamentável da livre interpretação e a divisa em milhares e milhares de seitas, contrariando a vontade de Jesus Cristo na Última Ceia: “João 17, 20-21”.

Outro terrível efeito nestas seitas é a negação de alguns sacramentos e de muitas verdades importantes, ordenadas por Cristo: “Mateus 28, 19-20”.

A Igreja Católica zelava e zela para permanecer fiel e obediente à vontade de Cristo. Por isso que, ao longo dos séculos, entre tantas línguas e raças, permanece firme na unidade, na doutrina e em todos os sacramentos recebidos de Jesus. Por isso, São Paulo chama a Igreja de Cristo: “1 Timóteo 3, 14-15”.

O mesmo São Paulo nos dá instruções de como organizarmos a Igreja: “Tito 1, 5-9”.

Alguns crentes (protestantes) argumentam em favor da livre interpretação da Bíblia com as palavras de São Paulo em: “2 Timoteo 3, 14-17”.

Pois bem, toda a obra boa por excelência, recomendada por Jesus e também por São Paulo, repetidas vezes, é a união de todos os Cristãos na mesma Igreja – “o corpo de Cristo”, na mesma fé, na mesma doutrina e tradição Apostólica.

Ao contrário, a livre interpretação da Bíblia leva a divisão, ao abuso e às provocações entre o povo de Deus. Escutemos a advertência de São Pedro: “2 Pedro 1, 20”. E mais: “2 Pedro 3, 16”.

Para meditar:

Todos são convidados a escutar a voz da consciência e a ler e meditar as Sagradas Escrituras. Porém, nas coisas mais importantes, difíceis e duvidosas, Jesus deixou-nos os “médicos” e os “guias espirituais” por Ele mesmo instruídos e autorizados para curar e guiar nossas almas na difícil passagem para a eternidade. Estes são os Apóstolos e seus sucessores: os papas e bispos católicos. Só eles tem a promessa de Cristo, pelo poder do Espírito Santo: “João 16,13”.

E ratifica seu poder em nós: “Lucas 10, 16”.

A união faz a força! Unidos em Cristo, suas obras continuarão a aparecer!


Próxima provocação: A Bíblia – única fonte de fé?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Teste seus conhecimentos da Bíblia.


Responda:


Qual o remédio que Moisés indicava para curar mordida de serpentes?

Que condição humana Jesus Cristo assumiu para assemelhar-se aos homens?

Que arma os filhos de Efraim eram hábeis?

O que é que Deus mandava dizer, por Isaías, aqueles que tinham o coração perturbado?

Jesus pediu aos discípulos: “... orai e vigiai...” para vencermos as angústias e tentações. E afastou-se para rezar também. Quando voltou teve uma decepção com Pedro. O que foi que Pedro fez?

Qual é o mistério de Deus?

Qual o antigo nome de Belém?

Qual o nome da diaconisa da Igreja Cencris, na cidade de Corinto?

A mãe de Rufo, escolhido no Senhor, era considerada como mãe por qual dos Apóstolos?

Qual o nome da discípula em Jope?


Respostas na semana que vem. Aguardem!


Teste seus conhecimentos da Bíblia - Respostas da semana passada


Confira:

Mateus 25,1;

Mateus 27,46;

Marcos 10,46;

Lucas 24,10;

João 1,44;

João 6,71;

João 20,24;

Ato dos Apóstolos 5,1;

Ato dos Apóstolos 8,9;

Romanos 16,11.


Quem acertou uma pergunta, parabéns! Não desista.

Quem não acertou nenhuma, acredite, Jesus quer falar mais com você pela Bíblia Sagrada.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Decifre a mensagem com a Bíblia Ave Maria: A doçura e humildade.


" .........................Eclesiástico 3,19..........................";

" .........................Eclesiástico 11,2..........................";

"..........................Eclesiástico 5,13..........................";

"..........................Eclesiástico 4,12..........................";

"..........................Eclesiástico 6,5............................";

"..........................Eclesiástico 7,38...........................";

"..........................Eclesiástico 13,18.........................";


Amém!


Responda: Qual o capítulo e versículo da seguinte citação: “Todo ser vivo ama o seu próximo”.


Envie a sua resposta para o e-mail:
paula_vts@hotmail.com e concorra a uma Bíblia Ave Maria e o livro “Louvemos o Senhor”, até o dia 30/09/2009, com o seu nome completo, endereço e e-mail.

Dica: é um versículo em seqüência a um dos versículos da mensagem.

Concorra! Se já tem uma Bíblia, ofereça a um amigo que não a tenha. Deus o abençoará por este gesto. Evangelize!

Mensagem enigmática decifrada: “Responsabilidade dos sucessores dos Apóstolos (Nós)”, com a Bíblia Ave Maria.


“Os sinais distintos do verdadeiros Apóstolo se realizaram em nosso meio com uma paciência a toda prova, de sinais prodígios e milagres” (2 Cotíntios 12,12).

“Prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda a paciência e empenho de instruir”. (2 Timóteo 4,2).

“Eis o que deves ensinar, pregar e defender com toda a autoridade. E que ninguém te menospreze!”. (Tito 2,15).

“O Deus de toda a graça, que vos clamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará”. (1 Pedro 5,10).

Olha por ti e pela instrução dos outros. E persevera nestas coisas. Se isto, tu te salvarás a ti mesmo e aos que te ouvirem”. (1 Timóteo 4,14).

“Queira dispor-vos ao bem e vos conceder que cumprais a sua vontade, realizando Ele próprio em vós o que é agradável aos seus olhos, por Jesus Cristo, a quem seja dada a glória por toda a eternidade. Amém!”. (Hebreus 13,21).


Resposta a pergunta: “Em que fostes inferiores às outras Igrejas, senão no fato de que a vós não vos fui pesado? Relevai-me esta injúria!...”.

Fé e esperança = Caridade


No dicionário:

:
Crença, crédito, convicção da existência de algum fato ou veracidade de alguma informação;
Crença das doutrinas da religião cristã;
A primeira das três virtudes teologais;
Fidelidade a compromissos e promessas, confiança;
Confirmação, prova.

Antônimo (ou contrário): incredulidade, infidelidade!

ESPERANÇA:
Ato de esperar;
Expectativa na aquisição de um bem que se deseja;
A segunda das virtudes teologais;
Inseto que pula, de cor verde, encontrado nas lavouras.

Antônimo (ou contrário): desespero!

CARIDADE:
Amor de Deus e do próximo;
Benevolência, bondade;
Beneficência, esmola.

Antônimo (ou contrário): falta de amor (desamor), desafeição, desprezo.

Na Bíblia, veja sobre os três (Fé, Esperança e Caridade):

Eis a palavra de São Paulo Apóstolo: “Colossenses 1,23”.

Na Bíblia, aprendemos que Deus é a própria “caridade”, o amor. Pela “fé” somos chamados a participar do plano amoroso de Deus. Perseverantes na fé, passamos a viver na “esperança” de alcançarmos o seu Reino (a vida eterna). Assim, a caridade é: “1 Coríntios 13, 4-7”.

E nós em relação aos dons teologais: Para sermos felizes e saudáveis precisamos de “fé” e razão. Ao sentirmos o sinal da fé caminhamos na “esperança”, tempo de conversão e estímulo para chegarmos ao exercício da “caridade”, ponto central de encontro com Jesus Cristo para caminharmos ao seu lado. Ele mesmo afirma: “Mateus 18, 19-20”.

Negando os dons teologais eis como ficamos:

- quem não tem fé: infiel;
- quem não tem esperança: desespero;
- quem não tem caridade (Deus): falta de amor.

Sem os três dons: O homem: infiel, vive desesperado e sem amor!

A caridade é o sentimento que Deus tem por nós. Mesmo dando-nos o livre arbítrio, quer que sejamos como Ele. Por seu amor, mandou-nos Jesus Cristo, seu Filho único para nos ensinar e dar exemplo desses dons. E fala-nos: “João 15,12”.

E ainda deixa bem claro que para chegarmos a Deus, Ele, Jesus Cristo, dá-nos a direção: “João 14-6”. E sem Ele vivemos neste mundo a deriva e bem distantes da felicidade e a paz.

“Falta de amor” (sem Deus), “infiéis” (sem fé), o “desespero” toma conta de nós e de nossa vida. Por isso, Jesus nos alerta: “Mateus 7, 13-14”.

A fé é o primeiro impulso, a porta estreita que nos leva a descobrir, pelas Palavras de Deus, a direção e o rumo de uma vida nova, feliz e bem sucedida. Veja nas Palavras do próprio Deus: “Josué 1, 8-9”. E ainda os ensinamentos de São Paulo Apóstolo: “Hebreus 11, 1-3”.

Assim, queridos irmãos, o mapa seguro para a nossa vida, nossa viagem neste mundo é Jesus. Creiam! E com Ele aprenderemos a exercer e viver a Caridade.

Assim, também na família pelo sacramento do matrimônio, com “fé” de que poderemos formar uma bela família. Com “esperança” de poder, dia a dia, revelar ao cônjuge o melhor dos nossos sentimentos. Na doação, na amizade e no companheirismo, pouco a pouco, estaremos revelando um ao outro a “caridade”, o amor que acolhe, aquece. Já não é mais um lar, mas também, uma Igreja doméstica onde o amor se fundamenta em Deus.

Ninguém casa amando. O amor é uma conquista que, como vimos acima, precisa de fé e esperança para se tornar caridade. Este tipo de amor é eterno pois, mesmo na ausência de uma dos cônjuges, levado a eternidade, a saudade e as lembranças dos bons momentos, o fazem presente no coração daqueles que ele amou e foi amado.

Vamos viver com fé e esperança!


Partilhado no Encontro de Casais com Cristo, Paróquia São Francisco Xavier.
Vila Missionária, em 27/09/2009, Diocese de Santo Amaro.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A Cura pela missa - parte II


EVANGELHO
É o relato bíblico autêntico, a fim de compreender melhor a verdadeira natureza do poder curador de Deus em Sua Palavra.

Os Evangelhos nos mostra a pregação de Jesus Cristo, tal como era, sem considerar a quem doesse. Ele nos convida a amar do mesmo modo que Ele amou e nos convida a proclamar o Evangelho para a salvação dos irmãos e a nossa própria também.

As palavras de Jesus Cristo são “Palavras da Salvação”, que nós na fé e na esperança aconselhamos respondendo: Glória a Vós, Senhor.


HOMILIA
A Homilia é um rito de cura essencial da missa.

“Por meio da homilia, os mistérios da fé e os princípios que orientam a vida cristã são expostos, desde o texto sagrado, no decorrer do ano litúrgico. A Homilia, portanto, deve ser tida em alto apreço, por fazer parte da liturgia”. (Extraído dos documentos do Concílio Vaticano II). Espere: “Isaías 55, 10-11”.

Guarde na mente e no coração: “Filipenses 4, 8-9”.

Decida: “Tiago 1, 22-25”.


PROFISSÃO DE FÉ
A reza do credo. Onde fazemos, todos reunidos, uma profissão de fé diante do Senhor.

Manifestamos nossa crença em um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo.

O credo na missa é a renovação da fé e na crença em Jesus Cristo e em tudo que Ele nos ensinou.

ORAÇÃO DOS FIÉIS
Por meio desta oração, na qual todos tomam parte, é feita uma intercessão pela Santa Igreja, pelas autoridades civis, por aqueles que vivem oprimidos por várias necessidades, por toda a humanidade e pela salvação do mundo inteiro. (texto Concílio Vaticano II).

Somos, assim dizendo, fortalecidos pela fé e amor da Igreja como um todo.

Um dos papéis dos pais é interceder pela família. É na nação dos fiéis que os pais podem exercer seu papel de intercessores da família e ser os canais para que o amor curador de Deus chegue a seus filhos.

Esta prece é responsabilidade de todo o cristão: “Gálatas 6, 2”.

Finalizando: Senhor, Pai de misericórdia, acolhei com bondade os nossos pecados (...), por Cristo Nosso Senhor. Amém.


OFERTÓRIO
A própria procissão do ofertório simboliza chegarmos mais próximo de Jesus, um momento em que lhe apresentamos dádivas de água, vinho e dízimos. Mais precisamente, uma hora em quem renovamos pessoalmente nossa dedicação ao Senhor. Ocasião que manifestamos o nosso oferecimento a Deus.

O dinheiro que contribuímos é igualmente sinal de que oferecemos nossa vida: “Colossenses 3, 17”.


PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
“Pelo mistério desta água e deste vinho, possamos participar de vossa divindade, vós que quisestes participar da nossa humanidade”.

Antes desta oração, o sacerdote derrama um pouco de água sobre o vinho no cálice. Este gesto é o símbolo do nosso supremo objetivo: o de nos transformar em Cristo: “Gálatas 2, 20”.

LAVAR AS MÃOS (LAVABO)
Neste momento o sacerdote ao lavar as mãos pronuncia esta oração: “Louvai-me, Senhor, das minhas faltas e purificai-me do meu pecado”.


A CONSAGRAÇÃO
“Tomai e comei todos vós, isto é o meu corpo que é dado por vós. Tomai e bebet todos vós. Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que é derramado por vós e por todos os homens para o perdão dos pecados. Fazei isto para celebrar a minha memória”.

A Consagração na missa deve ser considerada à luz das leituras de:
- “João 14, 15-16”;
- “João 14, 2-3”;
- “João 14, 2-6”.

Quando o pão e o vinho são transformados no corpo e no sangue de Jesus, há uma transformação espiritual em todos os que assistem à missa.

De todos os sacramentos, a Eucaristia é o clímax, o máximo, pois é nela que Jesus Cristo, a imagem perfeita do Pai, se dá a si mesmo à vida eterna.

Nela, a Eucaristia, Ele vence neste sublime presente de auto-imolação na cruz, pelo amor de cada um de nós, todos os pecadores, e a morte que em nós existe.

A consagração na missa é curativa, pois Jesus mais uma vez se torna presente na Eucaristia. E até podemos tocar e levá-lo à nossa boca.