segunda-feira, 18 de abril de 2011

Primeira Eucaristia para crianças

Mensagem para as catequistas

A missão principal dos catequistas na preparação das crianças, para a Primeira Eucaristia, deve ser a de criar um sentimento amoroso e de admiração com Jesus Cristo ressuscitado.

Devem os catequistas falar de Jesus com ternura e admiração para criar nas crianças uma afeição por Jesus, um amigo especial, seu Salvador, seu Mestre. Conseguindo o catequista criar esta relação de amizade viva e profunda, terá por certo colocado um forte alicerce de toda a vida cristã e de toda a visa eucarística. Esse íntimo encontro das crianças com Jesus vivo e ressuscitado, é a “evangelização fundamental”.

Será possível uma criança “apaixonar-se” por Jesus Cristo, se ela se apaixona pela Xuxa, Turma da Mônica e outros personagens de revista e programas de TV? Por que não se apaixona por Jesus e sua história contada por um catequista inspirado pela fé e objetivando tocar o coração de uma criança?

É necessário oferecer aos catequistas uma formação e atualização nas formas e na motivação de catequese para envolver as crianças ao redor de Jesus.

Vejamos, por exemplo, a catequese das crianças na Igreja Batista. É uma catequese firme e bem ordenada onde as crianças se encontram com Jesus. Uma das causas dessa firmeza é que as famílias caminham juntas. E nós, católicos, por que não conseguimos?

Em primeiro lugar, talvez, pelo fato dos pais das nossas crianças não as acompanharem. A maioria chega na Igreja só, ou quem sabe, temos que admitir deficiências na formação das catequistas, na objetividade motivacional das crianças e na linguagem de nossa evangelização, tendo em vista as carências familiares das crianças.

Fé e razão devem ser a motivação e o sentimento de união das catequistas e o Padre, principalmente, para encurtar os caminhos entre Jesus e as crianças.

Leia e medite: “Lamentações 4,4b”. E ainda: “Mateus 19,13-15”. Este deve ser o verdadeiro sentimento de um catequista.

Aprofundar no coração da criança, com simplicidade, a importância, o valor da caminhada e o significado da Palavra.

Comunhão significa “comunicação profunda” entre duas pessoas ou ainda “união comum profunda” de dois corações que se acolhem mutuamente o de Jesus e o das crianças para viver uma vida de felicidade, amor e esperança.

Na Comunhão Eucarística a criança “comunga Jesus” e Ele também comunga a criança. A perfeita comunhão é quando os dois corações se completam, sendo que Jesus, nesta relação, se entrega completamente.

O catequista que se entrega amorosamente a catequese também se aprofunda mais e mais na aceitação de Jesus, do Seu Evangelho, dos Seus sacramentos, de Sua Igreja e de todos os irmãos na fé.


A principal causa da falta de perseverança das crianças, após a Primeira Eucaristia, bem como dos jovens após o crisma, está na fragilidade do primeiro contato com Jesus e a Sua história, que é um Jesus vivo que deveria inspirar uma relação profunda de alegria, felicidade, benção e proteção entre Jesus e o catequizando.

Várias são as formas de comunhão com Jesus e todas elas devem ser reveladas às crianças, para melhor conhecerem o sentido da Comunhão Eucarística.

- Comunhão no coração: realmente Jesus está presente no coração da criança batizada, como num sacrário vivo e consagrado pela unção do óleo santo, no dia do batismo: “1 Corintios 3,16”? Confira! Cabe aos pais e aos catequistas revelar essa maravilha às crianças e educá-las a abrir cada vez mais esse templo pra Jesus habitar e agir em suas vidas (como nas nossas). Ensinar a oração espontânea com Jesus como exercício da fé. Isso é Comunhão!

- No Sacrário: falar-lhes que em verdade Jesus está ali presente. É importante esse exercício da catequista levar as crianças bem pertinho do sacrário de Jesus e ensina-las a falar com Ele – oração espontânea e direta da criança para Jesus. Esse contato é uma comunhão não sacramental, mas mística, espiritual, que toca as crianças e também os catequistas.

- Comunhão fraterna: proclame sempre no início de cada aula: “Mateus 18, 19-20”. Verifique que aqui Jesus se apresenta e passa a fazer parte do grupo, necessitando apenas da voz de ternura e generosidade do catequista para interagir nas crianças. Estimular a resposta, após a leitura desse trecho no Evangelho: “Amém”. “Ele está no meio de nós”, resposta que se repete três vezes na Santa Missa. Aqui, mesmo sem Sacrário, Ele se faz presente na Comunidade reunida em seu nome. Apresentar-lhes o Jesus vivo, motivando-os a darem as mãos um ao outro e também ao catequista, formando um círculo. E então, o catequista proclama: “Eis Cristo Jesus aqui”. Todos nós unidos pelo Espírito Santo: “mãos dadas – sinal de união”. Em seguida, o catequista solta a mão direita da mão esquerda da criança próxima (os outros continuam de mãos dadas) e proclama apresentando sua mão solta: “eis a mão direita de Jesus!”. E apontando para a criança à sua direita com sua mão solta, também proclama: “Eis a mão esquerda de Jesus!”.

Quando unidos, de mãos dadas com os irmãos, vivificamos o próprio Jesus. Lembrem-se do que Ele disso no Evangelho!

O catequista deve exortar e manifestar este exercício com convicção e fé para tocar o coração da criança e ser tocado também no sei apostolado catequético.

Lembrem-se sempre: “Levemos Jesus para dentro do coração das crianças, antes que entre o mal”. (São Pio X – O Papa que decidiu sobre a Santa Eucaristia)




Palavra de fé: “Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanece na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar frutos, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós os ramos”. (João 15, 4-5a)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Dom Helder e a Páscoa

Meus queridos amigos,

Em um país como o Brasil, a Páscoa fala mesmo a quem anda muito afastado da prática religiosa ou da própria fé. E que, em geral, se respeita Cristo. Mesmo os que não olham para Ele como Filho de Deus que se fez Homem para salvar os Homens. Ele é colocado entre os maiores dentre os maiores. Nós, cristãos, é que muitas vezes somos responsáveis por muitos se afastarem do Cristo. É fácil ser cristão de nome, de tradição, porque nossos pais nos batizaram. Não é fácil ser cristão de verdade: viver o Evangelho.

Nós, que carregamos a responsabilidade e a glória de usar o nome de Cristo, lembremos, de modo especial, dois pensamentos que podem e devem nos acompanhar sempre, mas principalmente no período da Páscoa.
Nas igrejas e capelas antigas do Brasil e de toda a América Latina – herança dos portugueses e espanhóis – é raro não encontrar imagens como as de Nossa Senhora das Dores e do Bom Jesus com a cruz às costas.

Em lugares, sobretudo interior, ainda há Procissões dos Passos e Procissões Encerro arrastando enormes multidões. No pensamento os cristãos, a lembrança da Paixão, Morte e Encerro, do Cristo, em geral ficou muito mais forte do que a lembrança da Ressurreição – Páscoa. Mesmo na Via Sacra, as Estações acabam narrando o Encerro de Cristo. Eis o primeiro pensamento digno de dominar o dia de hoje e toda a nossa vida de cristão: Cristo morreu, sim! Mas Ele ressuscitou. Vamos abrir muito mais espaço em nossa vida para a Ressurreição. Mesmo porque São Paulo nos lembra: Cristo disse que ia ressuscitar e ressuscitou. Ele disse que nós vamos ressuscitar e nós ressuscitaremos. Nosso Deus não é um Deus morto, mas um Deus vivo. O Salvador, o Libertador venceu a morte e nos chama a continuar e completar a libertação do pecado e das conseqüências do pecado, do egoísmo e das conseqüências do egoísmo.

Ótimo que olhemos com respeito, devoção e arrependimento a imagem de Nossa Senhora das Dores. Ótimo que acompanhemos a Via Sacra ou a Procissão dos Passos. Melhor ainda que nossa maior devoção seja a missa, que continua o Calvário e que na missa comunguemos, recebendo não apenas um pão bento, mas o próprio Cristo. Mas tudo isso só terá valor real na medida em que abrir nossos olhos e nos fizer descobrir o Cristo vivo que está em todo aquele que sofre, especialmente nos pobres, nos humilhados, nos oprimidos.

Querem que eu lembre a maior lição de hoje e de sempre? Procurar descobrir, de verdade, em nossa casa, em nossa vizinhança, em nossa comunidade, em nosso trabalho onde está nosso Irmão, onde está o Cristo na lama, desempregado, passando fome, doente, coberto de dívidas...

Onde está mais que a imagem do Cristo: o Cristo vivo. Na Eucaristia, sim. Mas aí de quem comunga e não abre sempre mais os olhos para o Cristo em quem sofre, em quem precisa da nossa compreensão e do nosso amor. De quem precisa de ajuda, mas, sobretudo, de justiça.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Qualquer semelhança é mera coincidência

Secretária eletrônica de Avós

“Bom dia! No momento não estamos em casa mas, por favor, deixe-nos a sua mensagem depois de ouvir o sinal:

- Se é um dos nossos filhos, disque 1

- Se precisa que fiquemos com as crianças, disque 2

- Se quer o carro emprestado, disque 3

- Se quer que lavemos e passemos a roupa, disque 4

- Se quer que as crianças durmam aqui em casa, disque 5

- Se quer que busquemos na escola, disque 6

- Se quer que lhe preparemos uns bolinhos pra domingo, disque 7

- Se querem vir comer aqui em casa, disque 8

- Se precisam de dinheiro, disque 9

- Se é um dos nossos amigos, pode falar!”.



Palavra de fé: “Como é infame aquele que abandona seu pai, como é amaldiçoado por Deus aquele que irrita sua mãe!”. (Eclesiástico 3,18)

Observação: “É amaldiçoado por Deus”, no hebraico significa: “irrita o seu criador”.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Uma reflexão sobre o Domingo de Ramos

Mais uma semana e já estaremos na Semana Santa. A partir daí, em alguns lugares do mundo se cultiva a fé em Jesus Cristo. Fiéis se reunirão para relembrar “a entrada gloriosa em Jerusalém e aclamado como um Rei pelo povo nas ruas”. Ler em “João 12,13”!

A realidade humana é de fato imprevisível, principalmente quando ela manifesta seu instinto de maldade. O mesmo povo que hoje aclama e glorifica como Rei, alguns dias depois irá pedir que ele morra: “João 19,6”.

O mesmo povo que ele curou e dele recebeu tanta prova de amor, dentro de poucos dias participarão do processo de sua condenação.

O que aconteceu naqueles tempos, e ainda acontece hoje, é que nem sempre um povo é mau, mas sim os seus dirigentes ou as lideranças no poder. É o povo como massa de manobra sem imaginar as conseqüências.

E bom, ao longo deste “Tempo Pascoal”, que reflitamos e meditemos sobre nossas atitudes, se somos manipulados e usados, como aquele povo de Jerusalém. O tempo passa, a humanidade evolui... mas o processo de manipular, explorar, massificar continua no mundo, imperando a falsidade e a traição!

E agora, queridos irmãos em Cristo?

Resta-nos guardar com fé estas palavras de Jesus Cristo: “João 10, 17-18”!



Palavra de fé: “Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou”. (João 13,1)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Perfil do Coordenador de Pastoral

É um cargo de serviço para o bem da comunidade e está bem claro na Bíblia: “1 João 3,16”. Confira.

Características do coordenador de pastoral: pessoa normal, homem ou mulher. Não precisa ser culto, arrumadinho, nem sofisticado. Também não pode ser relaxado e descuidado. O certo é ser uma pessoa normal, dedicada, atenciosa, simples, espontânea e com espírito cristão de acolhimento.

Por exemplo:

- De fácil relacionamento, saber ouvir e entender as coisas e as pessoas, capaz de receber opiniões e reclamações. Não ser indiferente e intransigente, agarrado às próprias idéias;

- Disponível e interessado, disposto a servir, atender, assumir, ensinar com a própria experiência e ajudar na Comunidade;

- Humilde e paciente. Humilde para reconhecer as capacidades de cada um, como presente de Deus, para servir os irmãos. Ser humilde é dialogar, aceitar e reconhecer que nem tudo que fazemos, dizemos ou somos, é perfeito. Ser humilde é ser corajoso na verdade;

- Imparcial. A verdade e o bem comum é o caminho e o verdadeiro foco para o crescimento das pastorais na Comunidade. Animar a união das opiniões mais simples e não priorizar projetos extravagantes que em nada ajudam na evangelização e na valorização da vida em comunidade. Deus está mais próximo dos pobres e dos mais fracos;

- Entusiasmado e autêntico. Nem sempre é possível ficar alegre e animado. Nem sempre as coisas vão como queremos. Ser feliz é coisa de Deus. Cultivar o otimismo mesmo nas crises, olhar mais para o lado bom das coisas e das pessoas. Evitar comentários negativos e pessimistas;

- Estudioso. Inteligente não é aquele que estudou muito, mas aquele que sabe das coisas. Estudar não é só ir à escola. A melhor escola é a vida, e a vida em comunidade ninguém ensina ninguém, mas todos aprendem uns com os outros. O coordenador observa os fatos, a vida e lê muito, principalmente a Bíblia, jornais, revistas etc. Participa de encontros, seminários, cursos e debates para aprimorar seus conhecimentos e aplicá-los ou estimulá-los na Comunidade;

- Ter fé. Crer em Deus, nas pessoas e ter uma visão generosa com os irmãos que chegam na comunidade (acolhê-los), convicção principal do coordenador, pois Deus é a cabeça como nos ensina Jesus Cristo: “Mateus 18, 19-20”. Confira na Bíblia;

- Bom humor e motivação. Transmitir confiança, simples e sempre disposto, determinado, organizado, solícito e disponível. Saber sempre e com clareza o que dizer, como dizer, quando dizer; com educação, atenção e respeito. Ser prudente, cauteloso e previdente (que providencia tudo junto com os outros);

- Que não queira fazer tudo sozinho. Animador para que todos participem das tarefas. Não ser perfeccionista, dar voz e vez para a todos. Ajudando-os, distribuindo tarefas tanto para os tímidos, quanto para os desenvoltos. Cada pessoas é diferente da outra, mas unidos e em conjunto chegaremos a bons resultados para a comunidade.

Tudo que se faz para “servir” é vocação. É sentir-se chamado por Deus e pelo povo para construir o Reino da Fraternidade.

Deus faz o plano e a proposta... a nós cabe a resposta!

Não queira fazer tudo sozinho. Motive a anime para que todos participem das tarefas. Não seja perfeccionista. Dê voz e vez para todos. Ajude-os. Distribua tarefas tanto aos tímidos quanto aos mais desenvoltos. Cada pessoa é diferente da outra, mas ajustadas e em conjuntos, chegaremos a bons resultados.

Tudo que se faz para “servir” é vocação, e vocação é sentir-se chamado por Deus e pelo povo para construir o Reino da Fraternidade.

Deus faz a proposta... a resposta é nossa!

Você faz o papel de Jesus Cristo:

- ajuda as pessoas a conhecerem o plano amoroso de Deus;

- orienta e anima;

- distribui tarefas;

- não cumula cargos;

- confia nos outros dando-lhes oportunidades e líderes para os movimentos.

Não esqueça: em comunidade é melhor errar com muitos do que acertar sozinho. Desperte nos jovens o interesse para atuar nas pastorais com objetivos motivacionais de acordo com o gosto de cada um.

Deve gostar de todos, mesmo que nem todos gostem de você.

O coordenador preparado para animar as pastorais puxa a Igreja para frente.

Não existe comunidade sem amor e não há amor sem comunidade: “1 João 4,21”.





Palavra de fé: “Vivei em boa harmonia uns com os outros. Não vos deixeis levar pelo gosto das grandezas; afeiçoai-vos com as coisas modestas. Não sejais sábios aos vossos próprios olhos”. (Romanos 12,16)

terça-feira, 5 de abril de 2011

O Purgatório

O que fala o dicionário: Teologicamente – lugar ou estado em que as almas dos justos, incompletamente purificado, acabam de pagar suas faltas (pecados).

O que a Igreja ensina: é um dogma de fé, apesar de muitos não acreditarem.

“Dogma de fé”, quer dizer: uma das verdades que Deus nos revelou. Lamentavelmente muitos não acreditam, porém, em alguns trechos da Bíblia, encontramos de maneira clara esta certeza.

Verifiquem em “2 Macabeus 12, 38-46” sobre o sacrifício pelos mortos em um culto aos defuntos.

Também no evangelho de “Mateus 5,17-37”, sobre a nova lei comparada à antiga, esta prisão a que se refere o texto significa o fogo do Purgatório. Pagar o último centavo é “purgar”, que quer dizer: eliminar as impurezas.

Quem reza pelos mortos aumenta o círculo de futuras amizades que o esperam no céu. A devoção das almas é um exercício da amizade eterna. É amizade que antecipa a misericórdia de Deus para as almas.

Quem reza pela alma dos falecidos prepara para si mesmo uma recepção amistosa, quando ele mesmo (o que reza) chegar ou despertar na eternidade.

Rezar pelas almas é rezar, mil vezes por si mesmo. É formar uma amizade vantajosa. É aquela amizade de que fala Cristo no Evangelho: “Fazei-vos amigos lá onde a traça não corrói e o verme não come!”.


Oração:
“Senhor,
Quantos amigos que me batem amistosamente no ombro, rezarão por mim depois da morte?”.



Palavra de fé: “Lembra-te que a morte não tarde e de que o pacto da moradia dos mortos te foi revelado, pois é lei deste mundo que é preciso morrer”. (Eclesiástico 14,12)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Alcoolismo: entre as mulheres é pior

Homens e mulheres metabolizam o álcool de forma distinta. O organismo feminino não consegue processar a bebida tão eficientemente quanto o masculino. As doenças decorrentes do alcoolismo matam proporcionalmente duas vezes mais mulheres do que homens alcoólatras. Entre elas, os estragos à saúde provocados pelo vício da bebida costumam aparecer dez anos antes do que entre eles.

Distúrbios cardiovasculares
O cálcio é um potente vasoconstritor. O álcool potencializa a ação do mineral na parede das artérias, o que facilita a hipertensão, um dos principais fatores de risco para infartos e derrames.
Mulheres X Homens
Como os vasos sanguíneos das mulheres são naturalmente mais estreitos do que os dos homens, o risco de hipertensão e insuficiência cardíaca chega a ser 40% maior entre elas.



Doenças hepáticas
O fígado é, por excelência, o órgão de processamento do álcool e, portanto, o mais prejudicado pelo consumo excessivo de bebida. O vício leva ao acúmulo de gordura no fígado, o que pode desencadear um quadro de hepatite ou cirrose. O fígado só metaboliza uma dose de álcool por hora – o excesso é desejado na corrente sanguínea, intoxicando outros órgãos.
Mulheres X Homens
Para os mesmos níveis de ingestão de álcool, o risco de cirrose é 3 vezes maior no sexo feminino do que no masculino.



Câncer
O hábito da bebida pode levar a um quadro de inflamação celular crônica, facilitando o crescimento desordenado das células. A bebida está associada sobretudo aos cânceres de fígado, estômago, intestino, esôfago, pâncreas e mama.
Mulheres X Homens
Como as mulheres retêm quantidades elevadas de álcool no sangue, o câncer, entre elas, costuma aparecer 5 anos antes do que entre as mulheres.


Osteoporose
Mediante a exposição constante e exagerada ao álcool, as células formadoras de ossos perdem o vigor. O esqueleto se enfraquece.
Mulheres X Homens
Mulheres com menos de 60 anos que tomam de duas a seis doses diárias de álcool tem risco 30% maior de fratura de colo de fêmur.





Palavra de fé: “Restaurai-nos, ó Deus dos exércitos; mostrai-nos serena a vossa face e seremos salvos”. (Salmo 79,8)