segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Reflexão: Seguir Jesus é conhecê-lo e tornar parte na sua missão.


Evangelho: Marcos 3, 13-19


Nesta passagem Jesus convoca e organiza a nova comunidade para pregar a Boa Nova:

- no versículo 13 na citação “... os que Ele quis”, Jesus manifesta a sua divina vontade, e por iniciativa própria, escolhe quem quer;

- no versículo 14: “... para ficar em Sua companhia”, tempo para prepará-los e imbuí-los do seu Espírito. É o ensino básico para os escolhidos – primeira finalidade da escolha;

- no versículo 15: “... Ele os enviaria a pregar”, uma vez preparados a evangelizar, é a segunda finalidade da escolha;

- nos versículos 16 a 19: “... nome deles”, o nome é a identidade para os judeus, quer dizer, a partir desse momento os Doze fazem parte da vida de Jesus.

Neste Evangelho, encontramos as dimensões bem claras de Jesus:

- formação e missão, escuta e provação, contemplação e ação!

Ação e discipulado dos escolhidos no mundo atual:

- conhecer Jesus, ouvi-lo e dar seqüência à sua missão na sua comunidade. Evangelizar!

Responda e ganhe uma Bíblia Ave Maria e um “Louvemos ao Senhor”:

- Neste Evangelho (Marcos 3, 13-19), como se chama o discípulo conhecido também como “o zelador”?


Respondam até sexta-feira, dia 12/02/2010, e concorram.


Resposta à pergunta confira na segunda-feira, dia 15/02.

Títulos dados a Jesus, encontrados no capítulo 1, 1-51 do Evangelho de João (respostas da semana passada)


1. “O Verbo” (João 1, 14)


2. “O Filho Único” (João 1, 18)


3. “O cordeiro de Deus” (João 1, 29)


4. “O Filho de Deus” (João 1, 34)


5. “Rabi” (João 1, 38)


6. “Messias” (João 1, 41)


7. “Jesus de Nazaré” (João 1, 45)


8. “Mestre” (João 1 49)


9. “Filho do Homem” (João 1, 51)


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Sacramento: Unção dos Enfermos


1. Reflexões Teológicas:

As dores e as enfermidades afligem a vida de todos e são os maiores problemas que angustiam toda a humanidade. Apesar dos avanços da ciência e a tecnologia a serviço da medicina para atenuar e curar muitas doenças, não conseguem sanar os males pela raiz. O povo fica muito distante de bom atendimento, principalmente os menos favorecidos.

Para os que tem fé, enfrentar o mistério da dor e da morte, transforma-se num ato de coragem e esperança, e pela palavra de Jesus Cristo, a confiança e a coragem para supera-las. A solidariedade da comunidade para com os doentes é a força de Cristo em ação.

Os Evangelhos atestam o quanto o próprio Senhor se empenhou em cuidar corporal e espiritualmente dos doentes. Assim, aquele que obedece gravemente necessita de assistência especial dos irmãos e da graça de Deus para enfrentar a sua situação.

Por isso, da comunidade a solidariedade de amor de Cristo e fortalecimento com o Sacramento da Unção dos Enfermos, poderoso auxílio. Lembrem: “Tiago 5,14-15”.

Este Sacramento dá ao enfermo a graça do Espírito Santo. Proporciona também, em caso de necessidade, o perdão dos pecados e a consumação da reconciliação cristã.

Dificuldades encontradas:

Muitos fiéis ficam sem estes sacramentos: reconciliação, eucaristia e unção dos enfermos, por causa de idéias distorcidas.

Os fiéis, em geral, têm uma idéia distorcida sobre o sacramento da Unção dos Enfermos, quase sempre o associam à idéia de morte. E até por vezes a visita do sacerdote ao enfermo assusta e traumatiza.

Muitas famílias não aceitam a doença como um fato natural e uma realidade a ser assumida com simplicidade e, por isso, isolam ao máximo seus doentes do convívio social, o que acaba por dificultar a ação pastoral tanto do sacerdote quanto da comunidade. Descobrir os doentes nas famílias, muitas vezes, torna-se um desafio.

A própria formação dos sacerdotes quanto à importância evangélica e ao valor humano das pastorais dos doentes deixa a desejar.

Em geral, a assistência espiritual dos enfermos é protelada até a última hora, quando pouco ou nada se pode fazer.

Faltam serviços organizados de pastoral. Poucas pessoas nas Paróquias se interessam por essa pastoral, por sequer uma ação externa a Paróquia, ou seja, ninguém vê. Por outro lado, as pastorais internas na Paróquia, todos disputam para aparecer.

Há no entanto sinais de esperança, como a tentativa de criar ministério não ordenado dos doentes.

A formação e a organização prática dos agentes da pastoral de saúde e dos doentes está longe de ser ideal.
Orientações pastorais:

Necessidade de preparação da Comunidade:

Ao cuidar dos doentes, a Igreja imita e serve Cristo.

A Comunidade deve organizar-se para tal tarefa: Exemplos nas parábolas: “Vai e também tu faze o mesmo”.

O próprio Cristo considera feito a Si próprio todo e qualquer gesto de caridade para com o doente: “Estive enfermo e me visitaste”.

O padre é o principal animador desta pastoral. Compete a ele conscientizar os fiéis das exigências evangélicas e humanas desta pastoral. Animando-os a assumi-lo com espírito de fé e caridade fraterna.

Formação de equipe:

Devem ser pessoas sensíveis e dispostas. Equilibradas e de fácil relacionamento humano. Principalmente pessoas de fé e gosto pelo apostolado junto aos doentes. Ter alguma disponibilidade de tempo para a ação.

O número de pessoas depende das necessidades na Comunidade. Aconselha-se para cada par de agentes (ou dupla como os discípulos), ter de 3 a 5 doentes, ao seu encargo e que, na medida do possível, sejam os mais próximos da sua residência. Para dar-lhes uma boa assistência, sobretudo nos casos mais graves.

Convém que o padre escolha, por indicação dos voluntários, um coordenador e um substituto para planejar a ação pastoral e estabelecer uma reunião mensal para avaliar o atendimento aos doentes.

As visitas aos doentes, se possível duas vezes por semana, tem por finalidade animá-los na fé, confortá-los na caridade e atendê-los nas necessidades espirituais.

A visita aos doentes pelo sacerdote torna-se oportunidade para aproximar os fiéis da Comunidade cristã. A própria visita dos agentes leigos, quando bem orientada, assume grande eficácia para o crescimento da vida comunitária. Muitas vezes, junto ao doente crônico, brota a semente de uma comunidade cristã, que bem cultivada, traz bons frutos.

Contem conosco para ajudar e fornecer subsídios para formar uma pastoral ativa.


Próxima semana: Matrimônio.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Preocupar-se com os outros


Quando nos preocupamos com os outros ou com o outro, automaticamente saímos do nosso egocentrismo e começamos a fazer parte do plano de Deus.

Muitas vezes, não entendemos que a palavra “ajudar” não tem significado de quantidade ou proporção de tamanho, mas sim um dever de amor ao próximo. Amor não é só sentimento, amor é decisão.

O que me faz, muitas vezes, crescer, não são as grandes atitudes que tenho que tomar, mas o que é necessário fazer.

Ás vezes, somos muito imaturos, quando achamos que temos o controle total de nossa vida e esquecemos que, quanto mais estamos ajudando, mais somos ajudados.

Talvez a necessidade do outro seja para nós um eterno exercício de começo e recomeço que nos leva a entender que só se vê bem o outro quando se vê com o coração; por que o amor sem ação não passa de um mero sonho, e a ação sem amor torna-se um passatempo.


Débora e Márcia
Eq. 06 – N. Sra. Da Saúde – Setor A
Criciúma - SC



Do blog
: Ouçam o que nos conta Jesus: “Lucas 10,30-37”.

Ouçamos, meditemos, gravemos no coração e façamos o que Ele nos determina.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Pergunta do mês: Por que, quando mudam de religião, algumas pessoas que antes eram católicos se tornam tão contrárias á devoção a Nossa Senhora?


Em minha opinião, os que eram católicos e se converteram a outra religião (quem sabe evangélica) eram fiéis distantes de sua fé. Mergulhados num mar de dor, angustia, desespero e medo, alguém lhes jogou uma tábua, a quem eles se agarraram. Encontraram uma paz que não tinham, porque, embora católicos, viviam longe da prática religiosa. Na outra igreja em que se acertaram, nem sempre os pastores ensinam a respeitar a caminhada de fé dos demais.

Em muitas igrejas, em vez de pregar a comunhão, prega-se a intolerância religiosa. É aí que tantos ex-católicos acabam por jogar pedras na antiga religião, criticando a caminhada de fé. Passam a criticar a Virgem Maria, achando que ela não tem importância alguma; em conseqüência, até perdem a serenidade quando nos vêem testemunhando nosso amor pela Mãe de Jesus. Paciência!

Deixemos que Nossa Senhora os faça entender um dia o papel dela na história da Salvação. Para nós, católicos, que queremos crescer na fé, Maria será sempre a mãe da Igreja, o modelo de discípula e missionária, a companheira de caminhada neste mundo. Nós a chamamos de Mãe de Deus e nossa Mãe. Compreendemos que na Deus a fez “cheia de graça”! Está lá na Bíblia: que Deus sempre esteve com ela; que o Senhor fez grandes coisas em sua vida: que por tudo isso, todas as gerações a chamarão de bem-aventurada.

Continuemos, então, a amá-la, deixando que falem sozinhos os que nos criticam e se irritam por amarmos, venerarmos e invocarmos a Mãe de Jesus e nossa!


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Confiar sempre em Jesus


Quando somos envolvidos por tribulações, sofrimentos e perseguições, aí então nos lembramos de Jesus.

Buscá-lo com salvação e remédio para nos curar passa a ser a luz no fundo do túnel. Mas para encontrá-lo, é necessário fé e esperança. Depositar Nele toda a nossa confiança. Ele é fiel aos que o buscam de coração sincero e não ilude ninguém. Ouçam-no: “João 16,33”.

Confiar em Jesus é conhecê-lo, amá-lo e fazer o que Ele nos ensina na Bíblia Sagrada, a Boa Nova da Salvação. Acolhendo-o em nossas vidas dessa maneira, estaremos dando uma nova chance a nós mesmos, renovando as esperanças de uma vida nova mais saudável, mais feliz e cheia de paz. Ouçam-no mais uma vez: “Mateus 14,27”.

A nossa confiança em Cristo cresce à medida que nos esquecemos de nós mesmos e nos colocamos disponíveis como seus discípulos e mensageiros.

Quem vive em união com Jesus Cristo não precisa ter medo nem dos homens, nem do mundo e nem da morte. Palavras de São Paulo: “Colossenses 2,7”.

Confiar em Jesus é renovar as esperanças. Reza: “Salmo 22”.

Títulos dados a Jesus

Responda pela Bíblia Ave Maria
Do Evangelho de João, capítulo 1, 1-51




1. “............... João 1,14 ..........................”

2. “............... João 1,18 ..........................”

3. “............... João 1,29 .........................”

4. “............... João 1,34 .........................”

5. “............... João 1,38 .........................”

6. “............... João 1,41 .........................”

7. “............... João 1,45 .........................”

8. “............... João 1,49 .........................”

9. “............... João 1,51 .........................”


Responda certo e ganhe uma Bíblia Ave Maria e o livro “Louvemos o Senhor 2009”, enviando a sua resposta até a próxima sexta-feira, dia 05/02/2010, para o e-mail: paula_vts@hotmail.com com o nome completo, endereço, telefone e e-mail (se tiver).