Se nós, cristãos, devemos nos orgulhar por alguma coisa ou por alguém, é por Jesus, seu Evangelho e Revelação. Nele encontramos nosso melhor tesouro. Que desgraça seria para nós viver sem encontrá-lo, sem ter a oportunidade de crer nele!
Também somos motivo de glória para Jesus, como nos diz a segunda carta aos Tessalonicenses (1,11ss). Ele está orgulhoso de nós, apesar de tantas falhas como constatamos em nossa vida; essa carta nos anima a não frustrar as expectativas de nosso Senhor Jesus; e seu autor suplica a Deus Pai que nos ajude a cumprir nossos bons desejos e que nossa fé chegue à sua plenitude.
Isso é o mais importante! E não ficar dependentes de supostas revelações, de cálculos apocalípticos, de inquietações milenares. Isso ocorreu no tempo de Paulo, aconteceu ao longo da história da Igreja e continua sucedendo hoje. O desejo de um cristianismo “milagreiro” que só progride à base de relatos de curas, milagres, acontecimentos prodigiosos... é vão e não conduz a nada. Não é por aí, senão pela fé, pelo fato de sermos a glória de Jesus, seu pequeno tesouro aqui na terra.
Palavra de fé: “Aquele para quem e por quem todas as coisas existem, desejando conduzir à glória numerosos filhos, deliberou elevar à perfeição, pelo sofrimento, o autor da salvação deles, para que o santificador e santificados formem um só todo*. Por isso, Jesus não hesita em chamá-los seus irmãos”. (Hebreus 2,10-11)
Observação: * “um só todo” – significa “tem uma origem comum”.
terça-feira, 31 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Mãos que afagam
Ah! Quantas crianças andam padecendo. Ah! Quantos pequenos vivem suplicando e, entre soluços contidos, esperam, esperam, esperam por mãos, afagos, bênçãos, atenção.
Você tem nas mãos o poder de cura das dores mais pungentes. Ao tocar o ser amado com doçura, você lhe confere o bálsamo divino.
Toque de leve seu filho, quase sem tocar, suave, sutil, sem pressa, sem pesar.
Uma prece silenciosa, quase um balbuciar, remeterá você a ele ao encontro da paz, da restauração.
Já deu um beijo num dedo machucado? Então você já sabe do que se trata. A dor se esvai, dissipa, desaparece.
Para a dor de um coração magoado só há um bom remédio: colo, carinho. Um ouvido atento restaura a integridade. Um olhar meigo e termo fortalecem e animam.
Você não precisa ir longe à procura de uma solução para os males que afligem seu filho, basta parar, olhar para dentro de si, e lá no fundo, no mais profundo do seu ser, encontrar solução.
Faça de sua mão o melhor e mais poderoso instrumento de promoção de saúde. Saúde física, saúde mental, saúde emocional, saúde afetiva, saúde espiritual.
Toque. Acaricie. Afague. Você pode, você deve. Só você pode fazer isso por seu filho.
Mãos de pai e mãos de mãe não tem “genérico”, não tem similar, não tem imitação, não dá para piratear!
Suas mãos são mãos abençoadas. Use-as em seu filho, como convém a uma mão cuidadosa e você obterá resultados incríveis, acredite!
Palavra de fé: “Eu te suplico, meu filho, contempla o céu e a terra; reflete bem: tudo o que vês, Deus criou do nada, assim como todos os homens”. (II Macabeus 7,29)
Você tem nas mãos o poder de cura das dores mais pungentes. Ao tocar o ser amado com doçura, você lhe confere o bálsamo divino.
Toque de leve seu filho, quase sem tocar, suave, sutil, sem pressa, sem pesar.
Uma prece silenciosa, quase um balbuciar, remeterá você a ele ao encontro da paz, da restauração.
Já deu um beijo num dedo machucado? Então você já sabe do que se trata. A dor se esvai, dissipa, desaparece.
Para a dor de um coração magoado só há um bom remédio: colo, carinho. Um ouvido atento restaura a integridade. Um olhar meigo e termo fortalecem e animam.
Você não precisa ir longe à procura de uma solução para os males que afligem seu filho, basta parar, olhar para dentro de si, e lá no fundo, no mais profundo do seu ser, encontrar solução.
Faça de sua mão o melhor e mais poderoso instrumento de promoção de saúde. Saúde física, saúde mental, saúde emocional, saúde afetiva, saúde espiritual.
Toque. Acaricie. Afague. Você pode, você deve. Só você pode fazer isso por seu filho.
Mãos de pai e mãos de mãe não tem “genérico”, não tem similar, não tem imitação, não dá para piratear!
Suas mãos são mãos abençoadas. Use-as em seu filho, como convém a uma mão cuidadosa e você obterá resultados incríveis, acredite!
Palavra de fé: “Eu te suplico, meu filho, contempla o céu e a terra; reflete bem: tudo o que vês, Deus criou do nada, assim como todos os homens”. (II Macabeus 7,29)
Marcadores:
Bia Botta e Paulo Riani,
Do livro: Pais com paz
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Agradecimento testemunhal
Fonseca,
Agradeço a sua visita de hoje. És bem vindo juntamente com o grupo e família.
Agradeço também por ter me convidado naquela quarta-feira que antecedeu a quinta-feira santa. Obrigada por ter me convidado para participar da adoração.
Aprendo a cada dia. O amor está nas pessoas, nos amigos.
O mistério da fé é o ânimo que dás ao enfermo, a palavra amiga que leva aqueles que precisam. Deus se faz humano. O humano se faz divino quando demonstra esse grande amor.
Obrigada pela demonstração de fé, de coragem.
Deus está presente nas pessoas, nos amigos, no brilho do olhar das pessoas, dos amigos.
Caminhando com Jesus, tudo fica mais leve e agradável.
Ana Célia.
Agradeço a sua visita de hoje. És bem vindo juntamente com o grupo e família.
Agradeço também por ter me convidado naquela quarta-feira que antecedeu a quinta-feira santa. Obrigada por ter me convidado para participar da adoração.
Aprendo a cada dia. O amor está nas pessoas, nos amigos.
O mistério da fé é o ânimo que dás ao enfermo, a palavra amiga que leva aqueles que precisam. Deus se faz humano. O humano se faz divino quando demonstra esse grande amor.
Obrigada pela demonstração de fé, de coragem.
Deus está presente nas pessoas, nos amigos, no brilho do olhar das pessoas, dos amigos.
Caminhando com Jesus, tudo fica mais leve e agradável.
Ana Célia.
Iluminados e iluminadores
Os cristãos, chamados a ser sinais e faróis
que apontam o caminho,
o papa, os bispos, os sacerdotes, religiosos e religiosas,
pais, educadores, profetas
são valorizados pela sua capacidade de iluminar e deixar-se iluminar.
Por isso, a catequese da luz tem significado profundo na nossa Igreja.
Velas têm um pavio interior que queima para que os outros vejam.
Velas juntas significam a luz mais intensa.
Velas não acesas são apenas um monte de cera.
Só se tornam luz quando aceitam se consumir e se queimar.
Mas o fico de algo que venha do interior da vela.
Ela só ilumina porque tem algo dentro de si, capaz de aceitar a luz.
Velas que se apagam e se curvam para receber a luz de outras velas acesas.
Velas acesas que se curvam para dar a luz à vela que se apagou.
Velas que se iluminam e que iluminam os outros.
Velas, porém, são símbolos. Não podem ser usadas como amuleto.
Velas não salvam. Apenas simbolizam e iluminam.
Faróis não salvam. Alertam. Ajudam a salvar.
Por isso, na Igreja, a vela não deve incentivar superstições.
Não é o tamanho da vela que ajuda. É a fé.
Mas que não se jogue fora o símbolo.
A catequese da luz é importantíssima para os católicos.
Façamos uso dela...
Iluminados e iluminadores juntemos nossas luzes.
Há trevas demais ao nosso redor.
A Palavra final é de Jesus:
“Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam vossas boas obras e louvem o Pai que está nos céus...” (Mateus 5,16)
Palavra de fé: “Falou-lhes outra vez Jesus: Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”.
que apontam o caminho,
o papa, os bispos, os sacerdotes, religiosos e religiosas,
pais, educadores, profetas
são valorizados pela sua capacidade de iluminar e deixar-se iluminar.
Por isso, a catequese da luz tem significado profundo na nossa Igreja.
Velas têm um pavio interior que queima para que os outros vejam.
Velas juntas significam a luz mais intensa.
Velas não acesas são apenas um monte de cera.
Só se tornam luz quando aceitam se consumir e se queimar.
Mas o fico de algo que venha do interior da vela.
Ela só ilumina porque tem algo dentro de si, capaz de aceitar a luz.
Velas que se apagam e se curvam para receber a luz de outras velas acesas.
Velas acesas que se curvam para dar a luz à vela que se apagou.
Velas que se iluminam e que iluminam os outros.
Velas, porém, são símbolos. Não podem ser usadas como amuleto.
Velas não salvam. Apenas simbolizam e iluminam.
Faróis não salvam. Alertam. Ajudam a salvar.
Por isso, na Igreja, a vela não deve incentivar superstições.
Não é o tamanho da vela que ajuda. É a fé.
Mas que não se jogue fora o símbolo.
A catequese da luz é importantíssima para os católicos.
Façamos uso dela...
Iluminados e iluminadores juntemos nossas luzes.
Há trevas demais ao nosso redor.
A Palavra final é de Jesus:
“Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam vossas boas obras e louvem o Pai que está nos céus...” (Mateus 5,16)
Palavra de fé: “Falou-lhes outra vez Jesus: Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Ministério, serviço e missão.
Vocação para toda a Igreja. Não há vida cristã sem engajamento no serviço à Igreja e sua missão. Cada um deve assumir sua parte nas responsabilidades e nas tarefas. É exigência do batismo.
Qualquer que seja a forma pela qual queremos viver concretamente o Evangelho, qualquer que seja o nosso “estado de vida”, nenhum de nós pode se negar dessa contribuição para a vida e para a missão da Igreja.
Os leigos, por seu lado, presentes no mundo, chamados a cumprir as mais variadas tarefas e assumir, de acordo com sua situação e suas competências, certas responsabilidades, encontram aí o terreno de sua missão. É primeiramente aí que devem se engajar, de várias formas, às vezes muito simples para ser fermento de evangelização.
A dimensão comunitária deverá se manifestar na Paróquia, aberta as diversas pastorais da Diocese. Cada um é convidado a encontrar a maneira de participar da missão da Igreja. As necessidades e propostas são muitas. O serviço aos pobres, a visita aos doentes, a presença junto às famílias, principalmente as menos favorecidas, animação da Comunidade, de educação, de ensino sob qualquer forma: todos esses são serviços que dependem da competência de qualquer discípulo de Jesus Cristo, qualquer que seja a sua responsabilidade na Igreja.
São verdadeiros ministérios, ainda que não sejam sempre reconhecidos como tais. São ligados a manifestação da Boa Nova.
A catequese, o acompanhamento dos catecúmenos, tudo o que permite aos outros nascer e crescer na fé. A animação das comunidades cristãs e toda a espécie de iniciativa a serviço da comunhão fraterna, assim como as diferentes funções da liturgia, são serviços do qual um cristão não pode se esquivar. Cuidar também dos bens materiais e a estrutura física da Paróquia.
Cabe a cada um de nós, segundo seu carisma, fazer-se disponível para tudo o que a vida e a missão da Igreja exigem.
Todos esses serviços serão chamados “ministérios” na medida em que forem “instituídos” ou “reconhecidos”, o que representa uma resposta ao chamado da Igreja.
Outros “ministérios leigos” são provocados sempre que as necessidades da comunidade os reclame para atendimento ao Povo de Deus. E para quem os exerce é indispensável um mínimo de formação.
E o Ministério da Oração? Tantos cristãos silenciosos comungam, às vezes, mais intimamente a paixão de Cristo e asseguram esses ministérios do louvor e da intercessão sem se esquecerem dos que fizeram desse ministério a sua razão de viver. Sem eles, todas as atividades da Igreja careceriam de inspiração.
Palavra de fé: “O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco”. (Filipenses 4,9)
Qualquer que seja a forma pela qual queremos viver concretamente o Evangelho, qualquer que seja o nosso “estado de vida”, nenhum de nós pode se negar dessa contribuição para a vida e para a missão da Igreja.
Os leigos, por seu lado, presentes no mundo, chamados a cumprir as mais variadas tarefas e assumir, de acordo com sua situação e suas competências, certas responsabilidades, encontram aí o terreno de sua missão. É primeiramente aí que devem se engajar, de várias formas, às vezes muito simples para ser fermento de evangelização.
A dimensão comunitária deverá se manifestar na Paróquia, aberta as diversas pastorais da Diocese. Cada um é convidado a encontrar a maneira de participar da missão da Igreja. As necessidades e propostas são muitas. O serviço aos pobres, a visita aos doentes, a presença junto às famílias, principalmente as menos favorecidas, animação da Comunidade, de educação, de ensino sob qualquer forma: todos esses são serviços que dependem da competência de qualquer discípulo de Jesus Cristo, qualquer que seja a sua responsabilidade na Igreja.
São verdadeiros ministérios, ainda que não sejam sempre reconhecidos como tais. São ligados a manifestação da Boa Nova.
A catequese, o acompanhamento dos catecúmenos, tudo o que permite aos outros nascer e crescer na fé. A animação das comunidades cristãs e toda a espécie de iniciativa a serviço da comunhão fraterna, assim como as diferentes funções da liturgia, são serviços do qual um cristão não pode se esquivar. Cuidar também dos bens materiais e a estrutura física da Paróquia.
Cabe a cada um de nós, segundo seu carisma, fazer-se disponível para tudo o que a vida e a missão da Igreja exigem.
Todos esses serviços serão chamados “ministérios” na medida em que forem “instituídos” ou “reconhecidos”, o que representa uma resposta ao chamado da Igreja.
Outros “ministérios leigos” são provocados sempre que as necessidades da comunidade os reclame para atendimento ao Povo de Deus. E para quem os exerce é indispensável um mínimo de formação.
E o Ministério da Oração? Tantos cristãos silenciosos comungam, às vezes, mais intimamente a paixão de Cristo e asseguram esses ministérios do louvor e da intercessão sem se esquecerem dos que fizeram desse ministério a sua razão de viver. Sem eles, todas as atividades da Igreja careceriam de inspiração.
Palavra de fé: “O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco”. (Filipenses 4,9)
Marcadores:
de Gerard Muchery,
Extraído do livro “Vocações”
segunda-feira, 23 de maio de 2011
EU APRENDI
EU APRENDI que a melhor sala de aula do mundo está aos pés de uma pessoa mais velha.
EU APRENDI que quanto menos tempo tenho mais coisas consigo fazer.
EU APRENDI que ter uma criança adormecida em seus braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo.
EU APRENDI que só se deve dar conselho em duas ocasiões: quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte.
EU APRENDI que eu sempre posso rezar por alguém quando não posso ajudá-lo de alguma forma.
EU APRENDI que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto.
EU APRENDI que dinheiro não compra “classe”.
EU APRENDI que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular.
EU APRENDI que debaixo da “casca grossa” existe uma pessoa que deseja ser apreciada e amada, e não sabe se manifestar.
EU APRENDI que se Deus não fez tudo num só dia, o que me faz pensar que eu possa?
EU APRENDI que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa.
EU APRENDI que eu gostaria de ter dito a minha mãe que a amava, uma vez mais, antes dela morrer.
EU APRENDI que as oportunidades nunca são perdidas, alguém vai aproveitar as que você perdeu.
EU APRENDI que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência.
EU APRENDI que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas está permitindo que essa pessoa continue a magoar você.
Palavra de fé: “Que Deus me permita falar como eu quisera, e ter pensamentos dignos dos dons, que recebi, porque é ele mesmo quem guia a sabedoria e emenda os sábios, porque nós estamos nas suas mãos, nós e nossos discursos, toda a nossa inteligência e habilidade”. (Sabedoria 7,15-16)
EU APRENDI que quanto menos tempo tenho mais coisas consigo fazer.
EU APRENDI que ter uma criança adormecida em seus braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo.
EU APRENDI que só se deve dar conselho em duas ocasiões: quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte.
EU APRENDI que eu sempre posso rezar por alguém quando não posso ajudá-lo de alguma forma.
EU APRENDI que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto.
EU APRENDI que dinheiro não compra “classe”.
EU APRENDI que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular.
EU APRENDI que debaixo da “casca grossa” existe uma pessoa que deseja ser apreciada e amada, e não sabe se manifestar.
EU APRENDI que se Deus não fez tudo num só dia, o que me faz pensar que eu possa?
EU APRENDI que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa.
EU APRENDI que eu gostaria de ter dito a minha mãe que a amava, uma vez mais, antes dela morrer.
EU APRENDI que as oportunidades nunca são perdidas, alguém vai aproveitar as que você perdeu.
EU APRENDI que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência.
EU APRENDI que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas está permitindo que essa pessoa continue a magoar você.
Palavra de fé: “Que Deus me permita falar como eu quisera, e ter pensamentos dignos dos dons, que recebi, porque é ele mesmo quem guia a sabedoria e emenda os sábios, porque nós estamos nas suas mãos, nós e nossos discursos, toda a nossa inteligência e habilidade”. (Sabedoria 7,15-16)
Assinar:
Postagens (Atom)
